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Tema do Mês

Agosto 2008 - Ano X - nº 115

Sumário

Provérbios de A

Provérbios de B a E

Provérbios de F a N

Provérbios de O a P

Provérbios de Q a Z

 

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Provérbios de A a Z

Provérbios de O a P

O arroto é um peido chique que subiu de elevador
O azar não tira férias
O azar nunca anda sozinho
O beijo é como o cigarro, não sustenta, mas vicia
O comandante é o último a abandonar o navio
O diabo arranja serviço para quem está à toa
O diabo tanto endireitou o nariz, até que o entortou
O diabo tanto mexeu no olho do filho, que acabou furando
O futuro a deus pertence
O grande trunfo da vitória é saber esperar por ela
O hábito é uma segunda natureza
O hábito faz o monge
O hábito não faz o monge
O hábito não faz o monge, mas fá-lo parecer de longe
O homem envelhece a bebida e a bebida envelhece o homem
O importante não é vencer, é competir
O jogo só termina quando o juiz apita
O jumento, o sino e o preguiçoso, sem pancada não fazem o seu ofício
O porteiro morreu pisado
O que é meu gruda no céu da boca
O que é moda não incomoda
O que é nosso vem parar-nos à mão
O que é um peido para quem já está cagado?
O que está no carro, há de ir
O que eu não entendo, isso é capaz de me matar
O que o carcará deixa, o urubu não enjeita
O que vem fácil, vai fácil
O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado
O sapato ao sapateiro
O seguro morreu de velho
O seguro morreu de velho e a prudência foi ao enterro
O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda está vivo
O sinal mais evidente da sabedoria é o estar sempre de bom humor
O sucesso é a maior vingança
O sucesso não é permanente, nem o fracasso eterno
O vinho faz bem aos homens quando são as mulheres que o bebem
Onde a ignorância é aplaudida, é tolice ser sábio
Onde canta galinha, não canta galo
Onde canta o galo, não canta galinha
Onde entra o beber, sai o saber
Onde está o baralho, está o malandro
Os fins justificam os meios
Os fins não justificam os meios
Os lugares altos têm os seus precipícios
Os opostos se atraem
Os perdedores estão sempre errados
Os sapatos usados são mais confortáveis
Os semelhantes se atraem
Pão do vizinho tira fastio
Pão duro só é duro pra quem dá
Papagaio só larga o pé, estando seguro pelo bico
Para a frente é que é o caminho
Para estar sempre a salvo, nunca se sinta seguro
Para malandro todo dia é feriado
Para o avô, xixi de neto é chá
Pássaros da mesma plumagem voam juntos
Pau que nasce torto, até a cinza e torta
Pau que nasce torto, não tem jeito, morre torto
Peixe frito não é pra soldado
Peixe não puxa carroça
Peixe podre, sal não cura
Pelo subordinado se conhece o chefe
Perdeu uma batalha, mas não perdeu a guerra
Pirão feito não se deixa
Pobre é que nem lombriga, quando sai da merda, morre
Por causa de um soldado não se acaba a guerra
Por falta de um cravo, perde-se a ferradura
Por falta de um grito, vai-se embora uma boiada
Por mais que o asno queira ser cavalo, há de sempre ser asno
Por morrer uma andorinha, não acaba a primavera
Porongo sempre dá cuia
Pra minhoca cega, macarronada é suruba
Praga de urubu magro não pega em cavalo gordo
Precaução demais não justifica sucesso de menos
Preguiça é o hábito de descansar antes de estar cansado
Preguiça não vai à missa
Preguiçoso quer e não quer
Preserve o velho, mas conheça o novo
Primeiro pese, depois ouse

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