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Provérbios de A a Z

Provérbios de B a E

Bacalhau é comer de negro, negro é comer de onça
Balança que pesa ouro não pode pesar metal
Banana de manhã é ouro, ao meio-dia é prata, de noite mata
Banana madura não sustenta no cacho
Banque o honrado e veja o resultado
Baralho é bicho que não tem quem amanse
Barbado ronda na serra, chuva na terra
Barriga cheia não é fartura, pele de carne não é gordura
Barriga cheia, feijão tem bicho
Barriga cheia, pé na areia
Beijo de menina é vitamina
Bezerra enjeitada não escolhe teta
Boa é a neve, que em seu tempo vem
Bocejo longo, ou fome ou sono
Boi bravo, depois de morto, todo mundo segura o chifre dele
Bom coração quebranta má ventura
Bunda no chão, dinheiro na mão
Cabelos grisalhos são sinal de idade e não de sabedoria
Cachorro que come ovelha, só morto se endireita
Cachorro, quando tem medo, não late
Cada coisa a seu tempo
Cada coisa a seu tempo
Cada pardal com seu igual
Cada porco em seu chiqueiro, cada pinto em seu poleiro
Cada povo tem o governo que merece
Cada povo tem seu uso, cada roca tem seu fuso
Cada retrato conta uma história
Cada um a seu dono
Cada um é para o que nasce
Cama estreita, dormir no meio
Caminhante cansado monta em asno, se não tem cavalo
Candeia que vai à frente, alumia duas vezes
Capim seco não procura fogo
Cará, quando a terra é boa, racha
Carta repetida não completa canastra
Cavalheiros somos, na carreira andamos
Cave o poço antes de sentir sede
Ceia pouco, dormirás como um louco
Champanhe de pobre é sonrisal
Chifre é como bicicleta, um dia você vai ter um
Cochilou, cachimbo cai
Coelho casa com coelha, não com ovelha
Com o diabo não se brinca
Com o tempo, amadurecem as uvas
Com teu amo não jogues as peras; ele come as maduras e dá-te as verdes
Com vento se limpa o trigo, e vícios, com o castigo
Começamos a mudar o mundo, mudando o nosso quintal
Confiar no futuro, mas pôr a casa no seguro
Confiar, sempre desconfiando
Confie nos homens, mas corte o baralho
Conhecimento é poder
Conselho cochichado não tem valor
Conselho de amigo é aviso do céu
Conselho desprezado há de ser muito lembrado
Contra fatos não há argumentos
Cuia emborcada não guarda água
De couro alheio, grande correia
Defunto não enjeita cova
Deixa Deus com seu mundo
Deixa o dedo, que a unha nasce
Deixa o tacho, que o fogo vem de baixo
Deixe a festa enquanto ainda está se divertindo
Depois da mijada da cotia, o cachorro pega o faro
Depois de fartos, não faltam pratos
Depois que o navio afundou, todos sabem como teriam evitado a tragédia
Desconfiado vê chifre em cabeça de burro
Dever é honra, pagar é brio
Dez anos antes do seu tempo, uma moda é indecente; dez anos depois, é ridícula e, após um século, é romântica
Dinheiro de pobre parece sabão, quando pega, escorrega da mão
Dinheiro é a pedra de toque em que se testa o caráter dos homens
Dissemine novas idéias e você mudará o mundo
Distância impõe respeito
Dizem que dinheiro é coisa do diabo, mas se quiser ver o diabo, ande sem dinheiro
Dois bicudos não se beijam
Dois carneiros de chifre não bebem numa tigela
Dois gênios iguais não fazem liga
Dois pés não cabem num só sapato
Dois proveitos nunca cabem num saco só
Dois tatus machos nunca moram no mesmo buraco
Dos descuidados comem os rendeiros
Drogas, o começo do fim
Duas pedras ásperas não fazem farinha
É difícil ser bonito, inteligente e humilde
É fazendo muita merda que se aduba a vida
É melhor prevenir que remediar
É melhor ser considerado íntegro do que ser amado
É melhor ser invejado que lamentado
É no fim que se cantam as glórias
É preciso ir ao mar para pegar peixe; ir à floresta para conseguir lenha
É preferível dividir o filé com os outros que comer merda sozinho
Elefante não cabe em estante
Eleição e mineração, só depois da apuração
Em águas turvas se apanha o bagre
Em restaurante que serve farofa, não tem ventilador
Em tempo de guerra, não há capitão
Em tempo de seca, de bicho de cabelo só quem escapa é escova
Em terra de saci, calça jeans dá pra dois
Em tua casa, não tens sardinha, e na dos outros, pedes galinha
Engatinhando, se aprende a andar
Enquanto descansa, carrega pedra
Enquanto o pau vai e vem, folgam as costas
Enquanto venta, molha-se a vela
Ensinar a teimoso é como chover no molhado
Entre a mão e a espiga, há o muro do poeta
Entusiasmo sem prudência é pura agitação
Escada se varre de cima para baixo
Estando eu quente, ria-se a gente

 

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