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Provérbios de A a Z

Provérbios A

A assombração sabe para quem aparece
A ciência é infalível, quem se engana são os sábios
A culpa é minha, eu boto em quem eu quiser
A doença alcança primeiro quem está parado
A estrada para o sucesso começa em casa
A estrada para os lugares mais altos começa em baixo
A fila do lado sempre anda mais rápido
A flor do amor tem muitos nomes
A fome é má conselheira
A fome não tem lei
A honra é como o vidro, quebrando não solda mais
A insatisfação é o primeiro passo para a mudança
A inveja nunca esqueceu ninguém
A língua bate onde dói o dente
A maioria das pessoas prefere um problema familiar a uma solução inovadora
A merda é a mesma, as moscas é que mudam
A pão duro, dente agudo
A pior das sextas-feiras ainda é melhor do que a melhor das segundas
A pomba é o passarinho da paz e a mulher é a paz do passarinho
A preguiça anda tão devagar que a miséria alcança
A prevenção é melhor do que a cura
A proximidade suaviza os preconceitos
A prudência vence o valor
A riqueza serve ao sábio e comanda o tolo
A roupa vai mudando, mas a grosseria nunca está na moda
A sabedoria vem do tempo de descanso
A sorte nunca dá, apenas empresta
A vela não perde nada de sua luz ao acender outra vela
A vida é uma merda e as moscas são os problemas
Acaba o haver, fica o saber
Açafrão não é pra boi
Adeus, Anita; a trouxa aí fica
Adora o que queimaste e queima o que adoraste
Agora, já a gaivota caga na bóia
Agora, nem tico, nem taco
Agrado é que demora a viagem
Água e conselho só se dá a quem pede
Água fria não escalda pirão
Água não tem cabelo
Água por morro abaixo e fogo por morro acima
Ai, ai! Quem não se segura, cai
Ai, ai! Quem quer filha, pede ao pai
Ainda que o galo não cante, a manhã sempre rompe
Alegria de jagunço é o movimento galopado
Alegria de pobre é um dia só: uma libra de carne e um mocotó
Alegria de poste é estar no mato sem cachorro
Alguma coisa fica no fundo do tacho
Alma é palma e desalma
Amanhã, amanhã, o carneiro perdeu a lã
Amarra o cu com a embira e veja o lucro que tira
Amarra-se o burro à vontade do dono
Amigo é: o braço e o aço
Amigos, nem muitos, nem nenhuns
Amizade dada é amor
Amizade remendada, café requentado
Amor de china é como fogo em faxina
Amor de mulher e festa de cão, afagos são sempre pra bolsa ou pra mão
Amor de mulher, amor de cão, nada mais vale, se nada lhe dão
Amor é a gente querendo achar o que é da gente
Amor é assim: um rato que sai de um buraco; é um ratazão, é um tigre-leão
Amor é glândula cheia
Amor é sede depois de se ter bebido
Amor é um vento, vai um, vem um cento
Amor não conta tempo
Amor novo trata-se a ovos batidos
Amor primeiro não tem companheiro
Amor vem de amor
Ano meiou, ano acabou
Antes almoçar e jantar do que dormir sem cear
Antes cautela, que arrependimento
Antes da sopa, molha-se a boca
Antes de aproximar-se da água, aprenda a nadar
Antes de escarneceres do coxo, vê se andas direito
Antes de matar a onça, não se vende o couro
Antes de tempo, tempo vem
Antes de tomar sopa, assopre
Antes do menino nascer, hora de sua morte está marcada
Antes excomunhão de vigário que bênção de pé de burro
Antes fanhoso que sem nariz
Antes focinho que sem nariz
Antes magro e solto do que gordo e não
Ao meio da sopa, lava-se a boca
Aos olhos da inveja, todo sucesso é crime
Arrisca e petisca
Árvore de boa fruta, árvore apedrejada
Árvore de espinho pica de pequenino
As coisas querem é princípio
As moças bonitas deixam o amargo doce
As notícias não andam, voam
As pedras com serem pedras sentem os golpes que lhes dão
As pequenas embarcações não devem se afastar da praia
As rugas escondem as cicatrizes
Às vezes, é na pior terra que nascem os mais puros lírios
Asno que tem fome, a manjedoura come
Aspa mole, boi gordo
Assopra na mão a tua boa vingança
Até marimbondo tem casa
Até ver, não é tarde
Atrás da vela grande, ferra-se o traquete
Atrás de mim vem a enchente, depois, então, a semente
Atrás do pobre anda um bicho
Azar no jogo, sorte no amor
Azeitona de lata não pega

 

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