Ano 5 - setembro  2002 - nº 49


BRANCA, BRANQUINHA, MOÇA BRANCA...

FONTE INSPIRADORA

ÁGUA QUE PASSARINHO NÃO BEBE

FEITA DE CANA CRIOULA...

REMÉDIO BOM

BIBLIOGRAFIA

BATIDAS

Helena Sangirardi
Do aluá ao whiski, Ed. Samambaia, 1969, p. 28-29.


Ilustração de Marcos JardimOnde nasceu a Batida? Em São Paulo? Em Pernambuco? Na Bahia? Terrível interrogação!...

De berço ignorado, de pais desconhecidos, ela é brasileira da gema, nacionalista e verde amarela.

Sendo uma instituição nacional, não há prato típico brasileiro que comece bem sem uma ou duas batidas geladinhas.

As que publicamos aqui são as mais apreciadas e conhecidas:

Batida de abacaxi

1 parte de suco de abacaxi
3 partes de cachaça
1 parte de açúcar
Gelo à vontade.

Coe para copos de coquetel dos maiores.

Batida de caju

Bata no liquidificador:

1 parte de suco de caju
3 partes de cachaça
1 parte de açúcar
Gelo à vontade.

Coe para copos de coquetel dos maiores.

Batida de coco

Bata no liquidificador:

1 parte de leite de coco
3 partes de cachaça
1 parte de açúcar
Gelo à vontade

Coe para copos de coquetel dos maiores.

Batida de limão

Bata no liquidificador:

1 parte de suco de limão
3 partes de cachaça
1 parte de açúcar
Gelo à vontade.

Coe para copos de coquetel dos maiores.

Batida de maracujá

Bata no liquidificador:

1 parte de suco de maracujá
3 partes de cachaça
1 parte de açúcar
Gelo à vontade.

Coe para copos de coquetel dos maiores.

Leite de onça

Bata no liquidificador:

1 copo de pinga
1/2 copo de creme de cacau
1 lata de leite condensado
1 guaraná gelado
Gelo picado

Sirva gelado, em copos de coquetel.


(Em Condé, José. A cana-de-açúcar na vida brasileira; textos coligidos. Rio de Janeiro, Instituto do Açúcar e do Álcool, 1971/1972. Coleção canavieira, 7)

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