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Afinal, com quantos paus se faz uma jangada?
Pedindo ajuda a Mestre Câmara Cascudo, vamos encontrar que a “A
jangada comum, popular e típica, é seis paus...”
A nossa Jangada Brasil não é feita de paus. É feita de sonhos,
de trabalho e de reconhecimento.
Nesta edição de terceiro aniversário, abrimos as portas, ou
melhor, as velas, para que aqueles que são parte fundamental
deste barco, nossos leitores, naveguem junto conosco.
À Marilia Garcia, colaboradora fiel, e Alessandro Valente, o mais
novo jangadeiro, nosso respeito e consideração. A todos os leitores que estiveram conosco durante esses três
anos, apoiando-nos e incentivando-nos, o nosso mais sincero e
comovido muito obrigado. Aos que generosamente colaboraram com a
edição de aniversário, nossos agradecimentos especiais.
Mais do que leitores, vocês são amigos.
Deixamos com vocês, a cara e a alma dos amigos da Jangada Brasil
Gláucia Garcia
Claudio
Ribeiro
Marcos
Jardim
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A.
Carlos
"- Doutor Alonsinho, este "causo" puxou outro na minha idéia. Naquele
tempo, eu costumava vir cá para o Arraial do Empanturrado no fim de semana...." Cada
um cai do cavalo como quer, um causo de Bentinho da Samambaia, do escritor David de
Carvalho. |
Andréia Nery
Guarujá, SPA presença e eficácia das benzeduras
na vida da leitora Andréia Nery. |
Guilhermino de Oliveira Filho
Rio de Janeiro, RJ"Por estas e
outras, ando me perguntando: será que a verdadeira civilização brasileira está nos
valores globalizados e na competição desenfreada?" Uma noite de São João no
sertão da Paraíba. |
Itamar Rabelo
Ourinhos, SP"De uma
grande tristeza, / Mainá chorou. / Acabou-se a beleza, / O
amor se apagou." Um poema inspirado na lenda do
uirapuru e dedicado à Jangada Brasil. |
Lia
Marchi
Curitiba, PR
"Leonildo Pereira
tem três casas, pra quem chega de barco vindo de Guaraqueçaba,
da esquerda para direita, a da cozinha, a de dormir, a do
Fandango..." A montanha. |
Edith Lacerda
Rio de Janeiro, RJ"São somente
homens que participam da brincadeira, muitos com idade bastante avançada. Pude conversar
com alguns deles e soube da dificuldade que têm para ensaiar..." A festa de ticumbi
em Conceição da Barra, ES |
Lenise Resende
Rio de Janeiro, RJ"O presente,
representado por minha neta de cinco anos, também me ajuda, ao me mostrar as
transformações que as tradições orais sofreram..." Herança. |
Thelma Regina Siqueira Linhares
Recife, PE"Mas fica, em mim, a
tranqüilidade de que o Folclore permanecerá junto ao ser humano, independente de
transformações, mudanças, mutilações, sufocações ou adaptações que possam ocorrer
em suas diferentes manifestações..." Folclore e eu. |
José Eduardo Ribeiro Moretzsohn
Rio de Janeiro, RJPorrinha: um esboço de
pesquisa. Conheça as origens deste jogo popular, por José Eduardo Ribeiro Moretzsohn. |
João Rodrigues Barbosa Filho
Natal, RN"Em São José de Campestre
/ Pertinho de Tangará / Havia um touro da peste / Não gostava de
"currá"..." O guzerá. |
Rogério Duarte
Rio de Janeiro, RJ"...
e então, num galope surpreendente, bem quase na minha frente, apareceu a tal
mula-sem-cabeça." A mula-sem-cabeça. |
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Peter O'Sagae
São Paulo, SP"Mas ninguém gosta de
contar: folclore é parte de nosso segredo". A colaboração de Peter OSagae. |
JPVeiga
Rio de Janeiro, RJ"- Ssssabe, eu
nunca tive mãe!, bem, ter eu tive, eu nunca conhessssi. O que eu ssssei de criançasch,
aprendi comendo mãe e filhosss depoissss de achisstir conversass e cantigasch. Ssssou
muito infelixzch, choramingou a cobra. Vivo apenasch para comer, não tenho
amigosss!" A linhagem da Cobra Grande, um conto de JP Veiga. |
Gutenberg Costa
Natal, RN"O oitavo mês do nosso
calendário não é bem aceito com bom gosto pelo povo." Agosto: mês de desgraça e
desgosto!. |
Gutenberg Costa
Natal, RNRezadeiras do Rio Grande do
Norte, por Gutenberg Costa, da Comissão Norte-Rio-Grandense de Folclore. |
Maria Elisa Guimarães
Belém do Pará / Rio de Janeiro, RJMaria
Elisa Guimarães enviou-nos um estranho acontecimento narrado por sua amiga, a escritora
Ana Suzuki. |
Valéria de Paula
Belo Horizonte, MGÍndios e cantigas.
Valéria de Paula escreve sobre seus contatos com os povos indígenas do Parque Nacional
de Rio Doce, Minas Gerais. |
Família Garcia
Rio de Janeiro, RJO que é folclore? A
resposta de três gerações da família Garcia. E ainda, uma seleção de parlendas e
adivinhas. |
Nara Limeira
João Pessoa, PBEntre o chão e o
chinelo: o chiado em dança e percussão. Texto integrante da dissertação de mestrado de
Nara Limeira. |
| Luiz
Guimarães Gomes de Sá - Recife,
PE "Após um período em que esteve hibernado,
refazendo suas forças, o frevo ressurge com o vigor daqueles que não desistem, e sempre
saem vitoriosos." Frevo, no coração e no pé. |
| Gilvan Chaves, Junior Bem-vindo seja, nortista, uma matutada de Gilvan Chaves, poeta,
cantor-compositor e folclorista pernambucano. |
Virgínia Allan
Manaus, AM
"Fantasmas, assombrações,
encantados?... Quem é que não tem uma história para contar?"
Duas histórias de assombração. |
Cassiano Santana
Campos dos Goytacazes, RJUma curiosa
colaboração enviada por Cassiano Santana. |
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