Festança

"Coitada da Chimarrita / Vou rezar por ser cristão / A pobre da Chimarrita /
Viveu como um chimarrão". A chimarrita, dança gaúcha de
origem portuguesa, registrada por Augusto Meyer.
Saiba como eram as festas de casamento, entre os
colonos do vale do Itajaí em Santa Catarina.
"O jogo que, na Bahia, tomou o nome de batuque é a
mesma pernada do Rio de Janeiro." O batuque: um estudo de Edison Carneiro.
Cancioneiro:

Redondo, Sinhá. Duas versões
recolhidas por Sílvio Romero no Rio de Janeiro e em Sergipe.
"Muié véia, de que chora esse menino,
Chora de barriga cheia, somente pra aperriá".
A métrica dos
cantadores: embolada, martelo e carretia.
A opinião dos romeiros sobre a
canonização do padre Cícero pela Igreja Brasileira. Um cordel de autoria de
Expedito Sebastião da Silva.
Imaginário:

"Uma vez existiu um velho casado, que tinha três
filhas muito bonitas; o velho era muito pobre e vivia de fazer gamelas para
vender..." O
bicho manjaléu, um conto recolhido por Sílvio Romero.
O barão de Santana Néri discorre sobre a origem do nome
Amazonas e a veracidade da lenda das mulheres guerreiras.
"Era um dia, uma moça muito pobre, que tinha
um filhinho. Uma vez, não tendo comida nenhuma para dar ao menino, agarrou-o e saiu de
casa desesperada da vida..." A rainha das onças.
Oficina:

"O boto tem sido o grande amigo do pescador..." A pesca com o boto: as técnicas de
pescaria que eram utilizadas pelos habitantes de Laguna, Santa Catarina.
A vida e o trabalho do seringueiro nos versos do cantador
cearense Caninana.
"Os portugueses encontraram na Índia uma
pequena balsa denominada Janga..." A origem do nome jangada, por Luís
da Câmara Cascudo.
Palhoça:

O viajante e artista francês Jean-Baptiste Debret
descreve as diferentes
formas de choças indígenas encontradas no Brasil do século XIX.
Os hábitos e costumes da aristocracia carioca
até o século XVIII descritos por Alexandre Passos.
"Um dos nossos companheiros indo lavar camisas
deitou por ignorância cinzas dessa madeira na lixívia; em vez de alvejá-las esta as
tornou tão vermelhas que não achamos meio de tirar-lhes a coloração", o pau-brasil
descrito por Jean de Léry, no Brasil do século XVI.
Colher de Pau:

A festa do inhame-novo, uma homenagem
a Oxalá, que era realizada na primeira sexta-feira do mês de setembro nos candomblés da
Bahia.
"Uma vez, numa patuscada, insurgi-me contra
este tabu: Não coma fel de caranguejo, que faz mal." Tabus alimentares, por Veríssimo
de Melo.
Das árvores de fruto encontradas na Bahia do
século XVI por Gabriel Soares de Souza: os cajus e cajuís.
Panacéia:

Os velhos
médicos do Recife de outrora, descritos por Mário Sette.
"Quantas orações andam por aí impressas em
folhetinhos maus, vendidas nas grandes livrarias e nos alfarrabistas..." Orações, uma
crônica de João de Rio.
"Freqüentemente, ao referir-se o paciente ter
sofrido um desmaio, diz que "teve um acidente". Vocabulário de consultório médico,
colhido em Santa Catarina.
Catavento:

Adivinhas.
Parlendas.
O tangolomango: versão capixaba.
Cantigas de roda: Ah! eu entrei na roda.
Pião e carrapeta.
Almanaque:

Gabriel Soares de Souza e as árvores
do Brasil do século XVI.
Causo: Trabalho, o que é isso?
Charadas.
Pára-choques.
A razão e a loucura, poema de
Catulo da Paixão Cearense.
Anedotas históricas.
Provérbios.
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