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Ano 3 - Setembro 2000 - nº 25

Sumário - Setembro 2000 - nº 25



Festança


• "Coitada da Chimarrita / Vou rezar por ser cristão / A pobre da Chimarrita / Viveu como um chimarrão". A chimarrita, dança gaúcha de origem portuguesa, registrada por Augusto Meyer.

• Saiba como eram as festas de casamento, entre os colonos do vale do Itajaí em Santa Catarina.

• "O jogo que, na Bahia, tomou o nome de batuque é a mesma pernada do Rio de Janeiro." O batuque: um estudo de Edison Carneiro.

Cancioneiro:

Redondo, Sinhá. Duas versões recolhidas por Sílvio Romero no Rio de Janeiro e em Sergipe.

• "Muié véia, de que chora esse menino,
Chora de barriga cheia, somente pra aperriá".
A métrica dos cantadores: embolada, martelo e carretia.

A opinião dos romeiros sobre a canonização do padre Cícero pela Igreja Brasileira. Um cordel de autoria de Expedito Sebastião da Silva.

Imaginário:

• "Uma vez existiu um velho casado, que tinha três filhas muito bonitas; o velho era muito pobre e vivia de fazer gamelas para vender..." O bicho manjaléu, um conto recolhido por Sílvio Romero.

• O barão de Santana Néri discorre sobre a origem do nome Amazonas e a veracidade da lenda das mulheres guerreiras.

• "Era um dia, uma moça muito pobre, que tinha um filhinho. Uma vez, não tendo comida nenhuma para dar ao menino, agarrou-o e saiu de casa desesperada da vida..." A rainha das onças.

Oficina:

• "O boto tem sido o grande amigo do pescador..." A pesca com o boto: as técnicas de pescaria que eram utilizadas pelos habitantes de Laguna, Santa Catarina.

• A vida e o trabalho do seringueiro nos versos do cantador cearense Caninana.

• "Os portugueses encontraram na Índia uma pequena balsa denominada Janga..." A origem do nome jangada, por Luís da Câmara Cascudo.

Palhoça:

• O viajante e artista francês Jean-Baptiste Debret descreve as diferentes formas de choças indígenas encontradas no Brasil do século XIX.

• Os hábitos e costumes da aristocracia carioca até o século XVIII descritos por Alexandre Passos.

• "Um dos nossos companheiros indo lavar camisas deitou por ignorância cinzas dessa madeira na lixívia; em vez de alvejá-las esta as tornou tão vermelhas que não achamos meio de tirar-lhes a coloração", o pau-brasil descrito por Jean de Léry, no Brasil do século XVI.

Colher de Pau:

• A festa do inhame-novo, uma homenagem a Oxalá, que era realizada na primeira sexta-feira do mês de setembro nos candomblés da Bahia.

• "Uma vez, numa patuscada, insurgi-me contra este tabu: Não coma fel de caranguejo, que faz mal." Tabus alimentares, por Veríssimo de Melo.

• Das árvores de fruto encontradas na Bahia do século XVI por Gabriel Soares de Souza: os cajus e cajuís.

Panacéia:

Os velhos médicos do Recife de outrora, descritos por Mário Sette.

• "Quantas orações andam por aí impressas em folhetinhos maus, vendidas nas grandes livrarias e nos alfarrabistas..." Orações, uma crônica de João de Rio.

• "Freqüentemente, ao referir-se o paciente ter sofrido um desmaio, diz que "teve um acidente". Vocabulário de consultório médico, colhido em Santa Catarina.

Catavento:

Adivinhas.

Parlendas.

O tangolomango: versão capixaba.

Cantigas de roda: Ah! eu entrei na roda.

Pião e carrapeta.


Almanaque:

Gabriel Soares de Souza e as árvores do Brasil do século XVI.

Causo: Trabalho, o que é isso?

Charadas.

Pára-choques.

A razão e a loucura, poema de Catulo da Paixão Cearense.

Anedotas históricas.

Provérbios.

Sumários das
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Ano II

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Nº 23 - Julho 2000

Nº 22 - Junho 2000

Nº 21 - Maio 2000

Nº 20 - Abril 2000

Nº 19 - Março 2000

Nº 18 - Fevereiro 2000

Nº 17 - Janeiro 2000

Nº 16 - Dezembro 1999

Nº 15 - Novembro 1999

Nº 14 - Outubro 1999

Nº 13 - Setembro 1999


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Nº 11 - Julho 1999

Nº 10 - Junho 1999

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