Março 2010 - Ano XII - nº 134
A cabra apregoa mel e vende azeitonas
A cabra da vizinha dá mais leite do que a minha
A lã não pesa à ovelha e a barba não pesa ao bode
Bode gosta mais da luta do que da fruta
Bode quando espirra anuncia chuva
Cabra manca desce ladeira
Cabra quando não salta, berra
Cabra ruim não dá leite
Cabrito bom é o que berra
Chumbo é bom no veado, no cabrito, não, que é de casa
Deus te dê o que deu ao bode: catinga, barba e bigode
É como o bode de Guarabira: passava a noite bufando ao redor do chiqueiro das
cabras, mas era capado
Em tempo de seca, de bicho de cabelo só escapa escova, de bicho de fôlego, só
escapa bode e de animal de quatro pés, só fica tamborete
Homem tem bigode, cavanhaque é de bode
Não há doce ruim nem cabra bom
O bode só dá chifrada em quem anda a pé
O bom cabrito não berra
O cabra bom nasceu morto
O cabrito de um mês, o queijo de três
Olhou para mim, olhou para um bode: porque com a minha vida ninguém pode
Para o primeiro cabra bom falta um
Pé-de-cabra vive dando bode
Prendam suas cabras, que meu bode está solto
Quanto mais o bode empina, mais acerta a martelada
Quem cabras não tem e cabritos vende, de algum lugar lhe vêm
Quem cabras tem, cabritos vende
Quem menos pode é quem paga o bode
Se barba fosse respeito, bode não tinha chifre