|
Língua do pinap
A cada sílaba acrescenta-se a desinência "pinap", que a caracteriza.
Verifica-se de seu emprego uma certa cadência ou ritmo, bastante interessante.
— Você não fala a língua do pinap?
— Falo, sim!
A aplicação da regra resulta em:
— Vopinap-cêpinap nãopinap fapinap-lapinap apinap linpinap-guapinap dopinap
pinap?
— Fapinap-lopinap simpinap!
Não se pode deixar de reconhecer o engraçado de tal linguajar...
(RODRIGUES, Ana Augusta.
Rodas brincadeiras e costumes. Brasília, Editora Plurarte, 1984, p.229)
|