Jangada Brasil
  

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Jangada Brasil - junho  2004
Edição 67

catavento

Catavento
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São João está dormindo

Sujeirinha

Pião

Barra

Adivinhas
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Capa
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Festança
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Cancioneiro
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Imaginário
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Oficina
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Palhoça
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Colher de Pau
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Panacéia
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Almanaque
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Barra

Ilustração de Marcos JardimNão é admissível jogar a barra em local acanhado. Deve este ser bastante espaçoso e vasto, e tanto melhor será se for ao ar livre.

Os meninos formam dois partidos, de igual número, colocando-se em fila, uma em frente à outra. Cada grupo risca no chão uma linha reta, bem visível.

Esta risca, ou barra, representa o limite do campo de batalha.

Decide-se por meio da sorte qual dos dois grupos encetará o ataque.

Um dos jogadores sai do seu campo, e desafia qualquer contrário, dizendo:

— Peço barra contra fulano.

Se o desafiado aceita, como é natural, estende a mão, na qual o adversário bate três palmadas fugindo imediatamente após.

Aí é que está o interesse. O que desafiou deve negacear com o corpo e fugir, evitar que seja agarrado, recuando de costas, até ultrapassar a linha, ou limite, que representa também uma trincheira.

Cabe a vez do desafiado fugir para o seu campo, assim que o primeiro transpuser a linha, outro sairá contra o segundo.

O jogo prossegue assim, até que um dos grupos tenha perdido mais da metade dos combatentes, e perde quando um dos campeões se deixa agarrar antes da barra.

A libertação dos presos dá-se da seguinte forma: os prisioneiros colocam-se de mãos dadas em fileira. Se um dos seus companheiros conseguir tocar no primeiro da fila, sem ser agarrado, todos ficam soltos.

 

(Os meus brinquedos. 4ª ed. Rio de Janeiro, Livraria Quaresma, 1958. Biblioteca Infantil da Livraria Quaresma, p.86-87)