Para esta brincadeira, recolhida na região de Campos-São João da Barra, no estado do Rio de Janeiro, as crianças, aos pares, dispõem-se à vontade, em círculo ou fila. Previamente escolhido, o "mestre" grita, e cada criança citada deve ser defendida por seu par:
— A baratinha voô, voô!
Foi na boca de fulana, e sentô!
O par de fulana responde imediatamente:
— Na boca de fulana, não!
Na boca de beltrana...
O par de beltrana faz o mesmo, citando uma outra, e assim por diante. De vez em quando, alguém distraído se defende:
— Na minha não!... — ou qualquer outra frase no mesmo sentido.
Quando isso acontece, todos vaiam, gritando:
— Engoliu a baratinha! Engoliu a baratinha!