Número 40 - dezembro de 2001
Obrigado pela atenção e pelo boletim. E parabéns pelo Jangada. É leitura imperdível.
abraços,
Moracy Oliveira
Parabéns pelo excelente trabalho!
Vocês mantêm nossa alma e coração sempre vivos.
Alexandre Lira
Bom dia.
Sou brasileira morando no Canadá há quase 6 anos, mas quanto mais o tempo passa, mais eu aprecio a cultura brasileira. Estudo há vários anos a cultura alimentar brasileira, seu folclore, origens de pratos típicos, história da alimentação, etc.
Navegando pela Internet encontrei o Jangada Brasil e adorei o site!
Parabéns pelo trabalho! Que tal traduzirem ao menos uma parte do site, para que pessoas de outras nacionalidades também tenham a oportunidade de conhecer - e desfrutar - da imensa herança cultural do nosso país?
Continuem o trabalho! Eu, da minha parte, vou visitá-los com freqüência (vocês estão no meu "bookmark"!
Um grande abraço,
Sandra Mian
Gostaria de receber vossa revista eletrônica todos os meses, logo que saia. Adoro, acho-a o máximo. Quem sabe não poderemos comparar alguns de vossos costumes, histórias, culinária e outros assuntos, com Portugal?
Por exemplo, para Janeiro ou Fevereiro, de que vão falar?
Parabéns por vossa revista e um abraço
Aurélia
Parabéns! Adorei as páginas.
Sobre provérbios, vejam:
The el que nace proverbs: a supplement, por Shirley Arora
Um abraço e continuem desse jeitinho que tá muito bom.
Márcia Siqueira de Carvalho
Dep. de Geociências - UEL - Paraná.
* * *
Alô Senhores do 'site' Jangada!
Descobri o 'site', excelente por sinal, na matéria publicada no JB por ocasião dos festejos do "Halloween" (my God, what is that??!).
Sou fã do folclore nacional, do Vieira Fazenda, João do Rio, Patativa do Assaré; tb. do Cascudo, do Adelzon Alves, do Brasil Gerson... enfim, aquele monte de gente que não tem mais fim (graças a Deus!).
Já me cadastrei no Boletim, fiz download dos produtos e — principal — estou divulgando pra todo mundo a existência de vocês.
A vocês, meu muito obrigado por tudo!
Arthur
Número 39 - novembro de 2001
Prezados Senhores,
É com profundo orgulho que eu acesso mensalmente as páginas da Jangada Brasil, essa revista é um verdadeiro resgate da cultura brasileira e uma lembrança agradável da minha infância e das histórias que minha família contava. Fico muito feliz em poder dividir esse rico material com as minhas duas filhas e minha esposa que é professora do ensino infantil e do ensino fundamental, para ela é uma oportunidade de contar e mostrar lendas e "causos" sobre personagens desconhecidos da nossa cultura (deixando os tradicionais personagens um pouco de lado), bem como outras curiosidades do Brasil.
Não me furtarei de enviar sugestões ou criticas futuras,
Desde já agradeço a atenção dispensada,
Marcos Guimarães Santos
Amigos, este e-mail é só para registrar a adesão de mais um coração brasileiro ao belíssimo trabalho que vocês estão realizando. Sou redator publicitário, apaixonado por nossa cultura popular, moro nos EUA e me emociono a cada nova seção que descubro em seu site. Já sou um divulgador convicto.
Ivan Rotundo
Vocês estão fazendo um trabalho cultural, lúdico e necessário. Tá tudo direito.
Comecei pelo calendário (que está precioso) e segui para 'home' para conhecer onde eu estava... e tive muito prazer em conhecer vocês.
Passo imediatamente à divulgação do site. Valeu o esforço.
Um grande abraço,
Ana Garcia
Ref. Mitos, Lendas e Adivinhas no Folclore Brasileiro
Prezados Senhores,
Pela presente desejamos informar que estamos realizando no Rio de Janeiro, mais precisamente nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro, o projeto acima, com o qual, pretendemos oferecer às escolas das redes pública e particular, a oportunidade de mostrar a seus alunos um programa onde a interatividade com o tema proposto os leve a uma aula extra-classe agradável, em um sítio onde os mesmos serão recebidos pelos personagens de nosso folclore, além de terem um contato com vários elementos da cultura popular.
É um projeto produzido por professores e que se destina a divulgação, de forma didática, da nossa cultura popular.
Atenciosamente,
Áurea Regina / José Antonio
Além da Escola
contato@alemdaescola.com.br
Número 30 - outubro de 2001
Caros amigos,
Não me canso de parabenizá-los, né? Mas é por merecimento mesmo.
Como foi feliz a idéia da edição de 3º Aniversário ser
dedicada aos Leitores. Fiquei lisongeado com a citação do meu nome, e agradeço a
publicação do Causo do "Bentinho da Samambaia", que acena com a possibilidade
de encontrarmos o autor, David de Carvalho.
Ainda possuo mais 2 causos que enviarei breve, para deleite de nossos amigos, os outros
recortes do jornal se pulverizaram com o tempo.
Saudações,
Antonio Carlos Gomes Vieira
Rondonópolis MT
Fiquei emocionada, quando o meu irmão me mandou uma mensagem na qual havia, além do site de vocês, uma poesia de meu pai.
Seria falsidade minha dizer que a intenção desta mensagem era... sei lá o quê!
Pôxa sou filha de um poeta brasileiro!!!! que poucos conhecem, ou se conhecem a sua obra à delegam à outro. No nordeste só não há, Dorivás... O nordeste é vasto, imenso, profundo, fecundo, eterno... A poesia de meu pai... sempre foi como ele. envergonhada, humilde, apaixonada pelos pernambucos, despretensiosa, com as violas, as morenas bunitas, os mocambos de palhas " prá gente viver"...
E isso tenho certeza não só para mim, mas para qualquer um que olhe para o mar e sinta aquele cheiro de tudo...
SALVE Gilvan Chaves!!!!
meu amor, meu pai...
E aí vai mais algumas para vcs....
"O balanço do mar
A jangada a correr
Uma morena bonita, um mocambo de palha
prá gente viver...".
e outra,
"Vento que embalança
as paias do coqueiro
vento que encrespa as
ondas do mar
vento que assanha os cabelos da morena,
me traz notícias de lá...
vento que assobia no telhado
chamando para a lua espiar
vento que na beira lá da praia
escutava o meu amor a cantar
hoje estou sozinho e tu tambem
triste me alembrando do meu bem
vento diga por favor adonde se escondeu o meu amor..."
Ai meu véio que saudade...................
Anette Chaves
Como de outra feita, disse que sempre que tivesse oportunidade não deixaria de elogiar. Realmente o site é agradável demais. Tenho a declarar que apesar de médico achei muito pitoresco o "Coisas e Loisas" do Folclore. Bonito demais. Só que para o poder hemostático do cocô do cavalo descrito no Agosto de 2000 eu tenho certeza de que o que agiu mesmo foi o princípio mais primitivo da hemostasia, a saber, compressão. Qualquer coisa que tivesse sido usada não teria a menor influência se não fosse a compressão que se fez por alguns minutos. O ideal é que fossem de 5 a 7 minutos conforme o exame de Lee-White mas como se trata de folclore tudo é gostoso. Parabéns e lembrem-se que você fazem falta nesse mundo de hoje.
Um grande abraço
Amaury Procopio de Belo Horizonte
Para os mestres-jangadeiros:
Vocês são maravilhosos. Nunca é tarde para descobrir algo maravilhoso como essa revista. Em cada matéria que leio acho muito das minhas memórias de criança - brincadeira de roda, bolinha de gude, saci, festa junina - enfim, a minha infância como brasileira. Aí a minha certeza fica mais forte - não há ó gente, ó não, luar como esse do sertão!!
Um abraço grande
Isabela da Costa Moreira
Rio de Janeiro RJ
Caro Jangadeiros,
Parabens pelo 3º ano de sucesso, faço parte de um grupo de teatro infantil e usamos o material de voces para incrementar nosso trabalho, além disso divulgamos o jangada brasil nas escolas que nos apresentamos...este é um site 100% útil.
Feliz aniversário e muitos anos de vida
Wilson Neves
Ninguém me perguntou nada, mas como às vezes sou cara-de-pau e metido-à-besta, vou falar.
Essa pergunta sobre o que é o folclore é bem pertinente mas ao mesmo tempo (e os amigos por favor me desculpem a franqueza) tendenciosa.
O conhecimento, tenha lá as origens que tiver, como produto da ação do ser humano diante da natureza (e nela também), venha da rua, do mato ou das faculdades das grandes cidades, vale de igual monta. Venha por intermédio da oralidade, passando pelo filtro dos tempos que faz muito se perder, venha por intermédio de um contínuo reflexivo (com seus muitos filtros ideológicos, políticos, sociais, econômicos e et coeteras abestalhados), o conhecimento, acho eu, é parte fundamental para o desenvolvimento tanto do indivíduo em sociedade quanto da própria sociedade enquanto elemento estruturador do indivíduo e de suas ações.
Mas não gosto quando as diversas interpretações de objetos de conhecimento por uma enormidade de indivíduos e/ou grupos assumem caráter segregador e seletivo . Não gosto do Isto ou Aquilo, mas sim do Isto e Aquilo como bem salienta Berman no seu Tudo que é sólido.
Podem as tradições conviver com a moderna sociedade de hoje? E caso possam, serão necessárias? De que maneira?
O sociólogo inglês Stuart Hall fala das tradições inventadas, aquelas em onde um grupo tal busca realçar ligações entre um recente passado - produzido muitas vezes por uma necessidade momentânea de seus pais e/ou avós- e seu presente Se foi inventada, será que não dá pra desinventar? Até que ponto estamos defendendo com todas as forças uma artificialidade e até que ponto estamos lutando para manter viva e ativa uma História (com um agazão) cujo valor é impossível de mensurar?
O folclore tá aí conosco o tempo todo, ou como disse o Peter O'Sagae em artigo na Jangada: "É tudo que dá na gente, principalmente quando não se quer complicar muito e confia no que foi feito antes para não ter que inventar a moda outra vez. A casa da gente é folclore."
Não quer dizer que o folclore seja mais nem menos que qualquer outra forma de conhecimento, mas é uma forma e pronto.
E é neste pronto que as coisas se podem se complicar:
Quando o próprio O'Sagae diz "confia no que foi feito antes para não ter que inventar a moda outra vez." , ele abre a brecha que bandido gosta. Não é que não se queira "inventar moda outra vez": nós todos, seres vivos racionais/emocionais, queremos inventar moda o tempo todo sim (Ó o folclore na Internet aí gente!!!); a gente não quer repetir tudo tal e qual nossos antepassados - só sendo muito conformista pra achar que não se vai mudar nada. Vida é isso, mudança constante o tempo todo, sem parar, sem parar, sem parar e muitas vezes olhar pra trás demais atrapalha. ( Ao ser perguntado por um músico europeu como conseguia compor sem tradição, John Cage respondeu:"como vocês europeus conseguem compor com tradição?").
A tradição, até certo ponto inseparável do homem (e até certo ponto extremamente necessária), é considerada por Hall e outros caras como sendo também a principal inimiga da reflexão, pois mantém-se pela herança e não pela crítica. Mas não se pode ignorar a ausência da crítica (e portanto reflexão) nas atitudes dos que destroem tradições, sem se dar conta dos efeitos devastadores que tal fato causará em um futuro próximo.
E aí, o que fazer? Montar um clubinho de vale-tudo? Esquecer de discutir?
Eu respiro algumas moléculas dos não nacionalistas como Hall quando critica o estado-nação e busca desvendar sua artificialidade.
Como ele diz, não nascemos nacionais. Isto nos é imposto.
Podemos considerar a Nação como uma artificialidade? E aquilo que chamamos de cultura nacional, apreciamos por ser nacional ou por ser cultura e só? É possível não emocinar-se e interessar-se pela cultura de grupos de outras regiões do planeta? Será ou não que confundimos expressões culturais nos mais diversos níveis com colonização e dominação?
Que as formas de aculturação são utilizadas pelos povos dominadores sobre seus dominados nós já sabemos, mas será que é o artista e o povo proveniente da nação dominante e o produto de seus trabalhos os responsáveis por este processo dominador? Não estão eles também sendo explorados em benefício da hegemonia político-econômica?
Quem lê os contos populares transcritos por Câmara Cascudo e for curiosamente olhar as notas de rodapé, verá que o pesquisador indica muitas vezes que a procedência de tal e qual historieta popular é estrangeira, nascida em terras outras que não a nossa e, portanto, umas espécie de pastiche. Todo mundo sabe que folclore não é lá muito de sedentarismos: há diversas canções folclóricas de conteúdo rítmico, harmônico e melódico idênticos ou semelhantes em diversas partes do mundo as nossas canções folclóricas .
As produções artíscas chamadas de eruditas, principalmente as que pesquisam constantemente novos materiais e novas formas de emprego destes e dos mais antigos, têm diversas barreiras a transpor:
1. A do preconceito. Em música, como se a origem unicamente mística de sua função social já não tivesse deixado de existir, mudar o material é um problema sério. Poucos são os que aceitam mudanças estruturais nesta forma de produção artística;
2. A da nacionalidade. Não ser nacionalista não significa ignorar a nação. Nacionalismo e obra nacional são absolutamente incompatíveis. O primeiro é xenófobo e chovinista, o segundo busca a essência de sua região para contar uma história comum (mesmo que a maioria não tenha consciência do universo sonoro que nos cerca);
3. O internacionalismo. Tão chovinista quanto o seu antípoda (o nacionalismo). Geralmente baseia-se em nacionalismo dos outros;
4. A taxação de elitismo. Ora, se for como sinônimo da palavra francesa que significa 'o melhor', teu não tenho como julgar senão como um absurdo. Se for uma referência a um certo ostracismo imposto ou optado por seus produtores, acabaremos por entrar na velha história do ovo e da galinha: Quem nasceu primeiro? Quem segregou primeiro: o artista erudito ou a pequena burguesia louca pra satisfazer seus superficialismos (coisa que poucos eruditos conseguem fazer)?
E assim vamos
O que é folclore? Bom, eu acho que o folclore é empirísmo que tem resultados práticos objetivos e diretos sem alterar muito as coisas, sem ser capaz de ferir e muito propício a ser ferido; é ideologia forte de estudiosos (aí não fica legal); é resistência fraca pois não é incentivada em todos os cantos; é a prática que gera esse conceito mas que nunca precisou dele e talvez ainda não precise ( só é bom usá-lo pra não deixar que o matem de vez, mas se for morrer, fazer o que né? Se folclore é vida e se a vida acaba, um dia o folclore morre também); só não sei se folclore é casa, mas se for me avisem pra que eu não esqueça.
Ah sim, o folclore é o Villa Lobos -dizem!!
Abraços,
Marcelo Carneiro
Parabéns pelo terceiro ano. Acompanho vocês de longe do Brasil já tem muito tempo. Obrigado.
Celso, Marizete e Ana (só tem quatro anos de idade)
Que site maravilhoso!!!
Parabéns a todos que criaram este site para o resgate da nossa cultura, vou divulgá-lo o
máximo que eu puder.
Kássia Vasconcelos Martins
À Jangada Brasil
Que continue navegando nesse mar de informações e que a pescaria seja sempre proveitosa.
Parabéns pelo aniversário.
Edélcio Roosevelt Martins
Votuporanga, 23 de Agosto de 2001
Meu nome é Lia a tenho, 8 anos, e eu achei esse sati super legal e me ajudou em um trabalho da minha escola . e eu adorei o sati é mesmo super iper legal.
Olá amigos do Jangada!
Obrigado pela lembrança de meu nome! Senti-me muito honrado. Valeu!
Justo eu, que sou entusiasta de seu site e muitas vezes, mas muitas mesmo, valho-me dele para pesquisas e também para aprender e me divertir com ótimas leituras.
Continuem! Parabéns!
Osmar Aquino Moreira
São Paulo SP
Parabéns, uma vez mais e sempre, pela grande revista que é a Jangada Brasil! Muito especialmente, nas comemorações do 3º aniversário, tão bem pensado em estender ao povo, participações em depoimentos, comentários e opiniões. A cara e a alma do povo brasileiro, relamente virtual.
Fiquei muito feliz de poder participar, também e, nada melhor, do que buscar lembranças entre o folclore e eu. Juntando-se a herança cultural, anônima, folclórica com minhas lembranças e vivências, (com) partilhadas com aqueles que me são tão queridos.
Que Deus nos abençoe!
Obrigada!
Thelma Regina
Vida longa aa Jangada Brasil! E bons ventos aos jangadeiros!
O Folclore ee a alegria caminhante, colorida, cheirosa, sonora, que move minha memoria desde antes de eu ser para ser nos agora mesmo.
Parabéns, parabéns, parabéns!
Helena Moreau
Número 37 - setembro de 2001
Jangada Brasil faz parte de minha vida desde que a descobri, por acaso. Pesquisava na internet informações sobre as origens das tradições da festa de São João, encontrei uma conexão e... apaixonei-me.
Amor de primeira vista que nunca foi traído, por isso nunca renegado Antes, aumenta a cada dia, como alguns raros casamentos que serão eternos enquanto durarem.
Espalho por meio mundo a qualidade do sítio. Aliás, note-se, não ouso usar aqui "site" ou "link", com a brasilidade não se brinque. Rimei, notaram?
Não melhorem, continuem.
Não mudem, conservem.
Como se diz em Santo Antônio do Leite: "se melhorar, açucara".
Sugestões? Divulguem-se. Espraiem-se. Exibam-se.
Se quiserem ser perfeitos, imprimam-se. Mas isto é apenas um suspiro de rato de livraria e biblioteca, que não consegue viver feliz se não puder sentir o peso de um livro nas mãos e o cheiro do mofo e da poeira. E que ainda pensa que o sujeito mais importante do mundo é um tal de Gutemberg e que papel vale muito mais que ouro.
Eduardo de Lima Pereira
DESDE AGORA meus mais sinceros PARABÉNS pelo MELHOR site da rede!
Eduardo Chaves
Cara Equipe
Aproveitando a próxima data comemorativa da Jangada Brasil, gostaria de cumprimentá-los pelo excelente e sério trabalho desenvolvido por esta revista. Sou professora de História, residente em Itu, SP, e utilizo com freqüência as informações obtidas nesse veículo.
Parabéns!
Profa. Katia Auvray
Adoro vocês.
Fazem o maior trabalho da Internet brasileira!
Recebam este elogio com Amor.
Luz.
Alexandre Lira
A Vossa Jangada Brasil é um espanto!!! Fantástico!!! Parabéns!!!
Somos um Grupo de Folclore e Etnografia, bem do centro de Portugal, um pouquinho acima (ao Norte) da cidade de Coimbra. Nosso "site" < www.gedepa.com >
Fazemos investigação e gostamos de comparar a V/ Cultura Tradicional com a nossa ... afinal tanta, tanta, com fonte comum.
Cordiais saudações.
Aurora Lopes
Directora
Já espero com uma enorme curiosidade e impaciência o próximo número da Jangada, vocês me ajudam muito. Aproveito para sugerir que fossem fornecidos também dicas de sites folclóricos e onde se adquire produtos folclóricos, livros e cursos. Troca de correspondencia entre pesquisadores de vários estados. Seria ótimo... faria de jangada um site mais completo.
Obrigada por tudo.
Heloisa Fernandes
Agradeco mais uma vez por receber Jangada aqui em Buenos Aires. Para alguém nascido em Argentina, mas que tem certeza que sua alma é brasileira (como eu, sei que sou um bicho raro) é uma enorme alegria receber esse material maravilhoso sobre uma cultura que amo por adopcao. Parabéns pela revista e obrigada, mais uma vez. Recebam um abraco desde aqui.
Sandra Koglot
Buenos Aires, Argentina
Parabéns pela revista de vocês!! Fiquei apaixonada. Acabei de conhecê-la e já a indiquei para amigos meus da Pós que estão fazendo pesquisas de temas ligados a cultura popular. Adorei todas as partes da revista.
Adriana Hoffmann Fernandes
Foi uma pena eu não ter conseguido participar desta edição especial, pois, estou sempre consultando este site para enriquecer minhas aulas. Mesmo assim, fica registrado a minha admiração pelo trabalho de vocês, que é uma fonte rica de conteúdos para todos os interessados em ampliar seus conhecimentos.
Parabéns!
Angela de Lima Santiago Rocha
Rio de Janeiro
Ola amigos do jangada!
Pq vcs nao colocaram o dia das patricinhas / mauricinhos na folhinha? é 27 de agosto!
Beijos
Paula
Número 35 - julho de 2001
Oi, meu nome é Kaliane Caldas
Andei dando uma visitada nesse site e achei sensacional, principalmente porque sou da área de informática mas tenho um carinho especial pela Cultura Popular. Acho legal essa mistura de áreas dialogando em sintonia.
Parabéns pela iniciativa
SDS
Kaliane
Prezados senhores,
Mais uma vez gostaria de dirigir-me a vocês para elogiá-los.Toda vez que precisei realizar algum tipo de pesquisa relacionada a assuntos do folclore e tradição brasileiros sempre encontrei material abundante e adequado.
Nesta oportunidade necessitava de informações a respeito de festas juninas para um trabalho escolar de minha filha da 5ª série. Encontramos tudo que precisávamos e o trabalho ficou maravilhoso.
Obrigada.
Sinaida A.N. Gabrielli
Vocês da Jangada Brasil estão de parabéns pela qualidade sempre inigualável do trabalho que executam. A quantidade de informações, notícias e as pesquisas que vocês realizam são, para mim, um verdadeiro resgate de muita coisa boa que este país ainda tem. Gosto muito de, mensalmente, poder contar com a presença de vocês. Mudei de provedor, mas continuo, sempre que chega o dia 22 ou 23 de cada mês, acessando esta pági na encantadora.
Abraços e beijos desse leitor e amigo,
Jorge
Encontrei por acaso esta página e gostei muito. Neste Brasil "globalizado" do FHC, o Presidente das Trevas, é muito raro encontrar algo sobre o Brasil. Procuram ao máximo esconder o verdadeiro Brasil dos brasileiros e querem nos empurrar goela a baixo a chamada "cultura internacional" que não passa da velha e conhecida cultura da violência e do individualismo norte-americano, agora sob o novo rótulo de "cultura global" (... )
Magno Carlos
Este site é espetacular!!!!!!!!!!!
Trabalho com Artes no ensino fundamental e esse site tem me ajudado muito... Parabéns à vocês que são sensacionais. Continuem assim!!!!
Márcia
Meus parabéns a todos que fazem esta maravilha de revista eletrônica!
Continuem fazendo este trabalho maravilhoso e mostrando a cara do Brasil! Aliás não só a cara, mas o jeito, a dança, a comida, a mistura, o gingado e outras coisas mais.
Parabens!
Obrigado!
Acompanho todos os meses esta revista e a espero com ansiedade, gostaria de fazer uma sujestão já que é por meio dela que tenho conseguido pesquisar mais o Folclore Brasileiro. Seria interessante que quando se falasse de artesanato brasileiro, o grupo mostrasse seus trabalhos e colocasse o nome de estabelecimentos onde pudessemos adquirir os produtos assim como aconteceu com a Cooperativa ABAYOMI. Teríamos condições de ter um pouco do artesanato brasileiro, difundir o s mesmos e seus artesãos. Assisti uma reportagem na Rede Globo há algum tempo atrás no Fantástico no quadro Me Leva Brasil, onde artesãs do pantanal faziam pequenos bichos de croche, normalmente bichos em extinção, seria interessante que fosse mostrado este trabalho. Eu mesma gostaria de adquirir um destes produtos. Deixe o endereço dos artesãos para os leitores, assim como nome dos lugares ou livrarias onde pode-se encontrar os livros citados nas referências bibliográficas.
Obrigada
Heloisa Fernandes