Jangada Brasil, a cara e a alma brasileiras
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Rabo de cavalo é que cresce para baixo
Raio não bate no pau deitado
Raio não cai em pau deitado
Rapadura é doce, mas não é mole não
Raposa de luvas não chega às uvas
Raposa que dorme não apanha galinha
Raposa, cai o cabelo mas não deixa de comer galinha
Raposa, cai o cabelo, mas não deixa de comer galinha
Raso não tem fundura
Rei morto, rei posto
Relógio que atrasa, não adianta
Remenda o pano, que dura um ano, torna a remendar que torna a durar, vai remendando que vai durando
Remenda o pano, que dura um ano; torna a remendar que torna a durar; vai remendando que vai durando
Remenda seu pano que ele dura um ano; remenda outra vez que ele dura seis meses; torna a remendar que ele dura até acabar
Repolho não pensa, logo não existe
Repolho não pensa, logo não existe.
Reposta branda desvia o furor
Respeito é bom e eu gosto
Resposta branda aquebranta a ira
Revólver só atira na mão de homem
Ri melhor quem ri por último
Ri melhor, quem ri por último
Ri o roto do esfarrapado e o sujo do mal lavado
Rico acompanha procissão, o pobre persegue o santo
Rico avarento não tem parente, nem amigo
Rico bêbado é divertido: pobre bêbado é pervertido
Rico em casa de pobre é a desgraça da galinha
Rico em casa de pobre é consumo de galinha
Rico fica gordo e pobre fica inchado
Rico sai de casa e pega o carro; pobre sai de casa e o carro pega

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