Índice Alfabético N
Na barba do tolo é que aprende o barbeiro novo
Na barba do tolo o barbeiro novo
Na boca de quem não presta o bom não vale nada
Na boca de quem não presta, quem é bom não tem valia
Na boca do discreto o público se faz secreto
Na boca do discreto, o público se torna secreto
Na boca do mentiroso, o certo se faz duvidoso
Na boca do saco é que está o atilho
Na cacunda do tamanduá, tatu agüenta sol
Na cangalha bater para o burro entender
Na casa da galinha, o galo entra por trás
Na casa de quem joga, pouca alegria mora
Na casa do varão manda ele e ela não; na do Varela, ora ele e ora ela e na do Varunca, ela sempre e ele nunca
Na cauda é que está o veneno
Na corcunda do tamanduá, tatu agüenta sol
Na desventura é que se conhecem os amigos
Na dúvida, faça duas vezes
Na enxurrada é que o pitu larga a boca
Na enxurrada, é que pitu larga os dentes
Na era de vinte e um, pouco moços e velhos nenhum
Na escola da vida não há férias
Na escola da vida, não há férias
Na estrada da vida há espinhos de metro em metro e rosas de légua em légua
Na estrada da vida, passado é contra-mão
Na estrada da vida; passado é contra-mão
Na falta de um grito se perde a boiada
Na madrugada, não há testemunhas
Na margem do atoleiro, se conhece o cavaleiro
Na necessidade se prova a amizade
Na pataca do ridículo o diabo tem trezentos réis e no vintém que sobra Santo Antônio tem vinte por cento
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