Índice Alfabético D
Da abundância vem o tédio
Da cintura pra baixo, tanto faz a galinha como a vaca
Da discussão nasce a luz
Da discussão, nasce a luz
Dá duas vezes, quem dá logo
Da justiça, o pobre só conhece castigos
Da onde a gente menos espera é que não vem nada mesmo
Da própria pele, não há quem fuja
Da vida nada se leva, tudo os herdeiros transformam
Dança-se, conforme a música
Dar dói, pedir encói
Dar esmola não empobrece
Dar nó no abainhado da saia amarra cobra
Dar sal na mão traz miséria
Dá-se um boi pra não entrar numa briga e uma boiada pra não sair dela
Dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus
De algodão velho não se faz bom pano
De alto cai, quem alto sobe
De bago em bago a galinha enche o papo
De bago em bago, macaco enche o papo
De boa intenção o inferno está cheio
De boas intenções o inferno está cheio
De boi manso me guarde Deus, que de bravo me guardo eu
De bom vinho, bom vinagre
De burro só se espera coice
De casa de gato não sai farto o rato
De cavalo dado não se olha a muda
De cobra não nasce passarinho
De costa, um anjo, de frente, um desarranjo
De couro alheio, grande correia
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