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Pesquisa - Palhoça - Ano IV - Ano III  - Ano II - Ano I

• nº 47 - julho de 2002
• O viajante francês, André Thevet, descreve o modo pelo qual os indígenas brasileiros faziam incisões em seus corpos, no Brasil do século XVI.
• "A Jacobina, porém, é a mais rica fazenda da província e, conseguintemente, não estamos habilitados a julgar exagerado o que dela nos disseram." O viajante Hercules Florence descreve uma fazenda do interior do Brasil, no início do século XIX.
• "Ao fim da monarquia toda gente usara barba." Barbas: as reminiscências de Jorge Americano, na São Paulo daquele tempo.

• nº 46 - junho de 2002
• O casal viajante Louis e Elizabeth Agassiz descrevem um casamento de negros no Brasil de meados do século XIX.
• 12 de junho, dia dos namorados: "Houve tempo no velho Recife em que namorar era quase um crime. A escolha dos maridos competia aos pais." Namorados de antigamente, por Flávio Guerra
• Do livro de viagens do casal Louis e Elizabeth Agassiz, em meados do século XIX: Escola primária de meninas e a Educação da mulher no Brasil.

• nº 45 - maio de 2002
• O "pau-de-arara", sistema de condução que contém, em suas características, perfeitas mazelas sociais.
• Os hotéis e as hospedarias, e as relações colônia-metrópole no Rio de Janeiro no tempo dos vice-reis, por Luiz Edmundo.
• "Mas deixemos isso, e olhemos um pouco para aqueles arredores. Foi na segunda metade do século XIX que se incrementou o número dos belos solares, das grandes chácaras pelos arrabaldes mais requestados da cidade." Gastão Cruls descreve as velhas casas hospitaleiras do Rio de Janeiro.

• nº 44 - abril de 2002
• 19 de abril, dia do índio. "Habitam em cabanas cobertas de folhas de palmeiras, diferentes em tamanho, conforme o número dos indivíduos, e quase sempre assentas em colinas, à distância de duzentos a trezentos metros da água." Costumes dos índios caingang, chamados coroados, descritos pelo visconde de Taunay.
• 28 de abril, dia da sogra. As sogras, uma crônica de costumes escrita no século XIX, por Joaquim José da França Júnior.
• O silêncio vale ouro. A adversidade faz heróis. A avareza é madrasta de si mesma. Estes e dizeres mais usuais no interior do Brasil, recolhidos por Hernani de Carvalho.

• nº 43 - março de 2002
O boi, amigo do homem, no folclore, por Hernani de Carvalho.
Mulheres que não mudam, por Afrânio Peixoto, a beleza e a graça das baianas e suas vestimentas tradicionais.
• "Meter uma filha no convento era bem melhor, embora fosse também muito caro. Porque as meninas tinham dote, em dinheiro, e levavam enxoval e escravos." Meninas para conventos, costumes brasileiros do século XVIII, descritos por Afrânio Peixoto.

• nº 42 - fevereiro de 2002
Dos cumprimentos. Algumas regras do código do bom-tom, ou da civilidade e do bem-viver, vigentes na sociedade brasileira do século XIX.
• "É um gosto vê-lo cantar. Quando as notas sobem, é o nariz que se incumbe de tirá-las, procurando as regiões sidereas e sacrificando as veias do pescoço, que se injetam de sangue." O cantor de serenatas. Uma crônica de Joaquim José da França Júnior.
• "Duas categorias de pessoas tiveram ou têm um papel ativo na introdução de novos elementos materiais e tecnológicos: os "curiosos" e os forasteiros...." Introdução e difusão de elementos novos, por Emílio Cunha Willems.

• nº 41 - janeiro de 2002
• "...mas foi no país descoberto por Cabral que o grande esternutatório foi pela primeira vez encontrado. Os índios brasileiros foram os pais do rapé e seus melhores fabricantes." O viajante americano Thomas Ewbank descreve o uso do rapé em meados do século XIX, no Rio de Janeiro.
• "Ah, a época das anquinhas!... Vendidas já prontas nas lojas eram caras, luxo a que se entregavam as esposas e filhas dos ricaços da época..." A moda feminina no Recife antigo.
• "- De fato. Mas vamos ver se esse ano poderemos ir para Olinda. Eu estou mesmo precisando de uns banhos salgados. E também você, com essas enxaquecas..." Uma crônica dos costumes do velho Recife, por Flávio Guerra

• nº 40 - dezembro de 2001
• O viajante francês Auguste de Saint-Hilaire descreve a cidade de Porto Alegre em 1821.
• "Uma enorme estrela indicava o caminho aos Três Reis Magos – Gaspar, Baltazar e Belchior com as suas oferendas de ouro, mirra e incenso; num lago, arranjado com uma lata vazia, de goiabada, flutuavam patos, gansos, cisnes, marrecos..." O Natal em Bebedouro, Alagoas, por Félix Lima Júnior.
• "Por ser uma festa universal, o Natal caracteriza uma época, dando-lhe identidade própria. É o chamado ciclo natalino...." Natal, por Thelma Regina Siqueira Linhares.

• nº 39 - novembro de 2001
Velórios e sentinelas. Os ritos funerários no interior do Estado de Sergipe por volta de meados da década de 1960, descritos por Deda Carvalho.
As igrejas e as cerimônias de batismo e de funerais no Rio de Janeiro de início do século XIX descritas pelo comerciante inglês John Luccock.
Cemitérios e enterros no Rio de Janeiro de outrora, por Gastão Cruls.

• nº 38 - outubro de 2001
• "A careta é a primeira arma defensiva infantil. Naturalmente, o homem usou-a com a finalidade de afastar o inimigo fingindo-se mais feio, mais terrível..." Um texto de Luís da Câmara Cascudo sobre as caretas.
"Bolina" de bonde. Uma crônica de costumes do Rio de Janeiro no começo do século XX.
• As reminiscências de Mário Sette no Recife antigo sobre a mania das coleções de postais.

• nº 37 - setembro de 2001


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