| Pesquisa - Palhoça - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I nº 36 - agosto de 2001
"Cada uma das noventa pedras
tem o seu número e cada número o seu apelido. Um ou mais apelidos, ou uma ou mais
expressões designativas." O víspora, por Deda Carvalho.
A festa da cumeeira é realizada
quando o madeiramento do telhado de uma casa em construção fica inteiramente armado.
Acredita-se que a realização da festa traz boa sorte e afasta as bruxas daquela casa.
Renato José da Costa Pacheco escreve sobre as rivalidades entre vilas e cidades do
Estado do Espírito Santo.
nº 35 - julho de 2001
"Como nasce afinal o boato? De
modo muito simples: pela divulgação de "informações confidenciais",
transmitidas, em absoluto segredo, por pessoas bem informadas." O boato,
essa instituição, um texto de Peregrino Júnior.
No Rio de Janeiro de outrora, não havia festa em que as senhoras que se prezavam
de elegantes, não comparecessem com um vestido novo e sobretudo penteadas por
cabelereiros. Penteada por cabelereiro, uma
crônica de Joaquim José da França Júnior.
Jorge Americano e suas reminiscências sobre São Paulo e os bailes do Clube
Concórdia.
nº 34 - junho de 2001
As impressões de Cruz e Souza sobre uma noite de
São João no sul do Brasil no final do século XIX.
O bumba-meu-boi pelo São João. As
origens dos folguedos do bumba-meu-boi, por Luís R. de Almeida.
"A fogueira de São João possui simbolismo profundo. É uma reminiscência do
culto do fogo..." Fogueiras juninas, por Bê da
Silva.
nº 33 - maio de 2001
A confecção dos pitos de
barro feitos pelos caboclos brasileiros.
13 de maio, Abolição da Escravatura:
O
suplício dos anjinhos. Os horrores sofridos pelos negros escravos a bordo dos navios
negreiros, descritos por Melo Morais Filho.
Maio, o mês mariano, cantado e festivo,
nas residências familiares do antigo Recife constituía um motivo de encanto religioso e
um chamariz profano de namoros. As reminiscências de Mário Sette.
nº 32 - abril de 2001
"Era naquela época quando
não possuíamos cinemas nem teatros, aparecendo, de longe em longe, como diversão o
Circo Peri, ou o Temperani .." As comemorações da Semana Santa na Vitória de
outrora.
Judas, o de Karioth. Edison
Carneiro analisa por que se queimam Judas.
As reminiscências de Jorge Americano durante as Semanas Santas de seu tempo de
menino na cidade de São Paulo.
nº 31 - março de 2001
"O abraço é um dos gestos
mais comuns de todo brasileiro. Com a maior facilidade, os filhos desta imensa terra se
abraçam em público, ou em casa, o que chama a atenção dos estrangeiros, habituados ao
simples aperto de mão..." Os abraços, por Gustavo Barroso.
A cidade de Salvador em meados do século XIX, descrita pelos reverendos americanos Kidder e
Fletcher.
"Quando penetrei nos Caprichosos, os admiradores de J. B. Silva
(Sinhô) e do Caninha dançavam, torcendo o pescoço numa denúncia de alegria
excepcional..." Orestes Barbosa descreve um baile na Sociedade Dançante Familiar Caprichosos
da Estopa, no Rio de Janeiro em 1923.
nº 30 - fevereiro de
2001
O monjolo,
ou pilão dágua, é originário da Índia, e foi trazido ao Brasil por Brás, sendo
o primeiro instalado na vila de Todos os Santos.
A dança dos índios puris no Brasil
do século XIX, descrita pelo artista e viajante alemão Johann Moritz Rugendas.
"As casas no Pará são muito arejadas e agradáveis, pela altura do
pé-direito, que nunca é menor de 4 ½ a 5 metros..." As
casa paraenses no começo do século XX.
nº 29 - janeiro de 2001
20 de janeiro, dia de São
Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro. Conheça o Rio do
meado do século XIX descrito por Luiz Edmundo.
A apresentação do Reisado de Viçosa, de Alagoas, nas
comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo contada pelos versos de seus
participantes.
25 de janeiro, dia de São Paulo. Conheça São Paulo em 1898, por Jorge
Americano.
nº 28 - dezembro de 2000
A
missa do galo: um folhetim de França Júnior.
"O povo brasileiro celebra o nascimento de Cristo, não
num único dia de dezembro, mas durante um período que os folcloristas chamam de as
doze noites e que se conhece, nos países de língua portuguesa, como o ciclo da janeiras."
As
dozes noites, por Edison Carneiro.
O presépio, a árvore de Natal,
o Papai Noel, as festas e a missa do Galo, símbolos das tradições natalinas em Festas
do ciclo do natal, por Rossini Tavares de Lima.
nº 27 - novembro de 2000
Alceu Maynard Araújo descreve
costumes e práticas que cercam a morte, enterro e luto.
"Quando o corpo sai de casa, o relógio é parado e as
cadeiras são viradas, para que o espírito do morto não fique sentado em algumas
delas." Costumes relativos ao enterro, no vale do Itajaí.
Cerimônia dos funerais no Rio de
Janeiro do século XIX, por Ferdinand Denis.
nº 26 - outubro de 2000
Hábitos e costumes dos índios
tupinambá no século XVI, descritos por Hans Staden: como os homens se enfeitam e que
tipo de nome têm, quais são os enfeites das mulheres, como as crianças recebem
seu primeiro nome, quantas mulheres um homem tem e como se comporta em relação a elas e
como eles combinam os casamentos.
As reminiscências de Herman Lima, em uma visita à casa paterna, no Ceará.
O príncipe Obá, que viveu no Rio
de Janeiro, na segunda metade do século XIX, descrito por Melo Morais Filho.
nº 25 - setembro de 2000
- O viajante e artista francês Jean-Baptiste Debret descreve
as diferentes
formas de choças indígenas encontradas no Brasil do século XIX.
- Os hábitos e costumes da aristocracia carioca
até o século XVIII descritos por Alexandre Passos.
- "Um dos nossos companheiros indo lavar camisas deitou por ignorância cinzas dessa
madeira na lixívia; em vez de alvejá-las esta as tornou tão vermelhas que não achamos
meio de tirar-lhes a coloração", o pau-brasil descrito por Jean de
Léry, no Brasil do século XVI.
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