Ir para a página principal

            Pesquisar por:

     

fioapres.gif (959 bytes)
Pesquisa - Palhoça - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I

• nº 24 - agosto de 2000
- O uso da bengala era comum a jovens e moços de todas as classes sociais. Um texto de Mário Sette.
- Conheça a história do vapor de Cachoeira, presença freqüente no cancioneiro popular da Bahia, em cantigas de roda, nas rodas de samba, nos versos gerais.
- Trechos do romance Fronteira agreste, de Ivan Pedro de Martins,
fixando paisagens, cenas e tipos de uma estância gaúcha da fronteira.

• nº 23 - julho de 2000
- "Que é o cafuné? Não é fácil traduzir esta palavra e dar uma idéia clara e nítida do seu valor às damas européias". O estrangeiro Charles Expilly descreve esse costume, que encontrou no Brasil em meados do século XIX.
- "Premido pela necessidade de transmitir seu pensamento vivo; desejoso de variar e de ser eloqüente e persuasivo, mas apertado entre sua insciência e a pequenez de seu vocabulário, como procede o ignorante?" Da linguagem folclórica, um estudo de Paulino Santiago.
- Conheça as origens do jogo do bicho.

• nº 22 - junho de 2000
- Uma véspera de São Pedro e os relatos da passagem por Campinas, São Paulo, em meados do século XIX, dos viajantes americanos Kidder e Fletcher.
- E dois relatos do viajante francês Jean-Baptiste Debret:
- O despertar do santo na festa da véspera;
- Pequena imagem de Santo Antônio conservada para proteger a casa.

• nº 21 - maio de 2000
- Os senhores brancos e uma negra, costumes no Brasil do século XIX, por Charles Expilly.
- Os sertanejos, as impressões dos viajantes americanos Kidder e Fletcher em Pernambuco.
- As diversas formas e instrumentos utilizados para os castigos de escravos, descritos por Artur Ramos.

• nº 20 - abril de 2000
- "Senhorial, egoísta, esquivo, traiçoeiro, o gato é desdenhoso, fiel à casa e não ao proprietário..." Sua alteza, o gato
- Semana santa de outrora, costumes populares em Recife, por Mário Sette.
- A vida do caboclo da Amazônia, sua moradia, economia e hábitos alimentares.

• nº 19 - março de 2000
- O viajante francês descreve a procissão de Senhor dos Passos, realizada no segundo dia da Quaresma, no Rio de Janeiro do século XIX.
- Guilherme de Araújo, repórter e carnavalesco, tipo popular do Recife antigo e um dos fundadores do bloco Apôis Fun.
- A educação de uma menina no Rio de Janeiro do século XVIII, por Luiz Edmundo.

• nº 18 - fevereiro de 2000
- O costume de se usar uma flor no peito era muito comum entre todas as classes socias. Um texto de Mário Sette.
- O viajante americano Thomas Ewbank escreve sobre as curiosidades dos nomes brasileiros.
- "Durante longo tempo, os prédios do Rio de Janeiro, como nas demais cidades do Brasil, não tiveram numeração...". Numeração dos prédios, por Charles J. Dunlop.

• nº 17 - janeiro de 2000
- Jean-Baptiste Debret descreve a procissão de São Sebastião, realizada em devoção ao santo padroeiro da cidade do Rio de Janeiro.
- Um tipo popular de Olinda: o doutor Guedes e a festa do Bonfim, realizada no passagem de ano.
- Presepes, uma crônica de João do Rio sobre os presépios encontrados na cidade do Rio de Janeiro.

• nº 16 - dezembro de 1999
- Costumes dos tupinambás no Brasil do século XVI descritos por Hans Staden.
- Passadores de festas, a temporada de férias de fim de ano no Recife antigo.
- Erotides e os pastoris da encruzilhada, um tipo popular do Recife antigo.

• nº 15 - novembro de 1999
- Nosso Pai, a  última comunhão levada aos moribuindos. As reminiscências de Mário Sette e seus tempos de menino em Recife.
- "...aparecia quem soprasse, disfarçadamente aos ouvidos do cadáver uma recomendação para que fosse só e se esquecesse da terra". Leia Final de enterro.
- "Para a alma do falecido não penar, de noite todos tiravam o luto". Tempo de luto, os costumes seguidos por quem perdia seus entes queridos.

• nº 14 - outubro de 1999
- Expressões e relaxos utilizados no jogo de gamão, reunidas por Leonardo Mota.
- As impressões do viajante John Luccock sobre fatos cotidianos na vida dos habitantes do Rio de Janeiro do século XIX. Costumes bons e maus e etiqueta de visitas
- Dos animais, veação, lagartos, serpentes e outros animais monstruosos da América, a visão do viajante francês Jean de Léry, no século XVI.

• nº 13 - setembro de 1999
- Rústico, modesto, vagaroso, o carro de boi foi, sem dúvida alguma, um dos fatores que muito concorreram para o progresso rural do Brasil.
- A rede dos bakairi, uma descrição feita por Karl von den Steinen.
- Quem tem pés grandes é chamado de pé de lancha. Veja outros apelidos sertanejos.

Topo

Jangada Brasil©2000