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Pesquisa - Oficina - Ano IV - Ano III  - Ano II - Ano I

• nº 47 - julho de 2002
• "Para tirar a água venenosa (ácido cianídrico) da mandioca em uma das etapas da fabricação da farinha, o farinheiro usa o processo de prensagem, através de um engenho feito artesanalmente..." Prensa de farinha.
• "Era ele uma figura curiosa, servindo para quase tudo: era informador de novidades, conselheiro, confidente, médico e até dentista, além da principal profissão de cortador de cabelo e fazedor de barba." Os barbeiros do velho Recife.
• O trabalho da fiandeira, no nordeste brasileiro de meados da década de 1960, descrito por Alceu Maynard Araújo.

• nº 46 - junho de 2002
• "A colheita do vime pode ser realizada em duas épocas do ano: no verão, de janeiro a março, e no inverno, de julho a setembro." O trabalho do cesteiro e a arte da cestaria.
• "Alguns sertanejos mais sagazes, de tanto caçarem abelhas para atender as encomendas de suas freguesias, e face à crescente rarefação delas, aprenderam a rastejá-las." Os rastejadores de abelha, por Osvaldo Lamartine de Faria.
• O viajante americano Thomas ewbank descreve os carros de boi encontrados no Brasil no ano de 1845.

• nº 45 - maio de 2002
• "Ali, à noitinha, os escravos entravam nas embarcações, escondiam-se nos porões, e por cima deles estendiam os feixes de capim." As barcaças de capim, por Mário Sette.
• "Vejo expostos aqui ao seu ardor trinta negros e negras curvados para a terra, e excitados a trabalhar por um feitor armado de um chicote que pune o menor repouso..." O eito e a senzala, as impressões do viajante francês L. F. de Tollenare, em Pernambuco em 1816.
Cerâmica popular do Nordeste. Um pouco da arte de trabalhar o barro, tranformando-o em objetos de utilidade ou peças decorativas.

• nº 44 - abril de 2002
• "O pessoal do engenho trabalhava em serviços específicos. Cada um fazia uma coisa só, como autêntico profissional especializado, embora, às vezes, essa coisa só reunisse várias tarefas diferentes mais correlatas..." Divisão do trabalho, por Ruy Duarte.
• O muxuango, tipo rústico da planície de restingas, na população rural da costa e da baixada fluminense.
• A barganha de relógios, exercida na cidade de Taubaté, São Paulo, em meados do século XX, durante os fins de semana, descrita por Alceu Maynard Araújo.

• nº 43 - março de 2002
• "A herança portuguesa de lidar com os animais domésticos, como o gado bovino, cavalar, muar, ovino, suíno, etc., deu ao rurícola brasileiro uma técnica de subsistência que assinalou no passado um ciclo econômico no Brasil – o pastoril.." Zootecnia popular, por Alceu Maynard Araújo.
• O trabalho das esteireiras, no Rio de Janeiro da primeira metade do século XX.
• "Dia após dia, noite após noite, aguarda o aparecimento do cardume e, quando verifica a sua chegada nas águas próximas, pertence-lhe o sinal que dá começo à intensa atividade que consome a população local." O espia, elemento de papel fundamental na pesca das comunidades litorâneas.

• nº 42 - fevereiro de 2002
• As técnicas e o trabalho de produção do carvão vegetal. O carvoeiro, por Elza Coelho de Souza.
• O viajante Louis Agassiz descreve uma fazenda de café no Brasil do século XIX.
• "Camaradas e cozinheiro é que realmente constituíam o elemento humano da tropa..." O camarada e o cozinheiro, por José Alípio Goulart.

• nº 41 - janeiro de 2002
• "Trabalhar em casa d’ama queria dizer, antigamente, ter um emprego como doméstica." No tempo da casa d'ama, por Hildegardes Viana.
• O viajante americano Thomas Ewbank descreve o trabalho das lavadeiras do Campo de Santana, no Rio de Janeiro de meados do século XIX.
• "Há um atoleiro adiante, e a tropa carregada não pode parar. Então, o tocador do lote da guia entrega o lote ao cozinheiro, toma da enxada e da foice, pula no lombo do madrinha, que vem solto, e dispara..." Tropas e tropeiros, por Afonso Arinos.

• nº 40 - dezembro de 2001
• "O fumo é originário da América, e os selvagens ensinaram aos povos civilizados o seu uso..." O cultivo e preparo do fumo, do Manual do agricultor brasileiro, publicado em 1839, por Carlos Augusto Taunay.
• "A expressão burro paneleiro era muito usada na época em que a louça de barro tinha comércio certo, sendo tida em alta conta por seus préstimos utilíssimos..." Burro paneleiro, por Hildegardes Viana.
• "Houve tempo no velho Recife em que a medicina homeopática teve muito prestígio. Tinturas, glóbulos, águas chegaram a inspirar enorme confiança às pessoas doentes e seus familiares..." Fármacias de antigamente, por Flávio Guerra.

• nº 39 - novembro de 2001
Do cultivo e preparo do tabaco no Brasil colonial, por André João Antonil.
• "Há dois tipos de fotógrafo trabalhando nas áreas de lazer em São Paulo. Um é a figura conhecidíssima do lambe-lambe e a outra é a do fotógrafo jovem que anda de um lado para outro, carregando duas ou mais máquinas a tiracolo..." Lambe-lambe.
• O mutirão e a traição, formas de cooperação na zona rural, por Hernani de Carvalho.

• nº 38 - outubro de 2001
• Crendices e superstições em torno da Agronomia popular, recolhidas por Alceu Maynard Araújo.
• O viajante inglês John Mawe escreve sobre a extração de diamantes no Rio Jeuitinhonha, nos primeiros anos do século XIX.
A Biblioteca Nacional, o comércio de livros, jornais, loterias, anúncios curiosos, o Instituto Histórico e Geográfico. O reverendo americano Daniel Parish Kidder descreve um pouco da vida cotidiana do Rio de Janeiro em meados do século XIX.

• nº 37 - setembro de 2001
• Edição de terceiro aniversário: Especial do Leitor

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