| Pesquisa - Oficina - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I nº 36 - agosto de 2001
Renato da Costa Pacheco escreve
sobre a cerâmica popular em Vitória.
O viajante americano Thomas Ewbank descreve o processo de preparo do café para o
mercado em uma fazenda no Rio de Janeiro do
século XIX.
Os antigos ambulantes rurais do
sertão carioca: o vaqueiro, o capinzeiro, o carreiro, o estrumeiro, os aguadeiros, o
padeiro, os açougueiros, o prestação e o carteiro rural.
nº 35 - julho de 2001
O corpo marcado. Uma crônica de
João do Rio sobre os tatuadores e tatuados do Rio de Janeiro do começo do século XX.
As impressões do comerciante inglês, John Mawe, sobre as fazendas
paulistas do começo do século XIX.
"Quando há mais urgência para uma plantação ou cultivo de uma lavoura,
organizam-se os tradicionais "batalhões" ou "trabalhadas", que
constituem a beleza do cooperativismo matuto." Batalhões ou trabalhadas.
nº 34 - junho de 2001
Técnicas de medir milho usadas
pelos habitantes do interior de São Paulo, registradas por Antônio Cândido.
Lemas de caminhões colhidos em
Minas Gerais.
O regatão e o canoeiro amazônicos
aliados ao caminhão e ao chofer sertanejo desbravam o Brasil, um texto de Hernani de
Carvalho.
nº 33 - maio de 2001
"De estratégias não se
valiam os brancos para realizar o crime que flagelava a África!... De tudo quanto a
imaginação pode compreender de mais pérfido e a tirania de mais horroroso, lançava-se
mão a todo instante..." Na terra e no mar, por Melo Morais
Filho.
Atividades
comerciais em Belém do Pará de fins do século XIX e início do século XX. Uma
seleção de anúncios publicados na revista A Semana no ano de 1920.
As técnicas e equipamentos utilizados para o trabalho de fiação.
nº 32 - abril de 2001
O carro de boi em Muqui, antiga
tradição de terra e remoto meio de transporte.
Os pregões de trem. As
reminiscências de Téo Brandão sobre os vendedores ambulantes durante as viagens de trem
em Pernambuco e Alagoas.
"Durante a Semana Santa, em que se comemora o sacrifício de Jesus Cristo pela
salvação do gênero humano, há dois dias em que os católicos não admitem o trabalho:
quinta e sexta-feira..." O trabalho na Semana Santa.
nº 31 - março de 2001
Seu Bio, vendedor de fumo e rapé,
um tipo popular do Recife antigo, descrito por Eustórgio Wanderley.
"O trabalho, por mais simples ou mais pesado que seja, faz-se melhor se
ritmado ao som de uma cantiga..." Velhos cantos de trabalho, por
Guilherme Santos Neves.
A cantiga dos meninos capinadores de
rua na Belo Horizonte da primeira metade do século XX.
nº 30 - fevereiro de
2001
"Uma das manifestações de
folclore mais interessantes a estudar é a dos letreiros das casas comerciais..." A psicologia
dos letreiros, por Gustavo Barroso.
"Levantou-se cedinho. Muito antes do que fazia todos os dias. O coração
batucava. Era uma alegria incontida. Afinal, o pai consentira que colhesse os cajus
maduros para vender na feira..." O dinheiro do caju, um conto de
Jorge Medauar.
Do Folk-lore pernambucano, de Pereira da Costa: O curioso pregão
do leilão de arrematação das terras do Asseca, em Santo Amaro das Salinas, a 11 de
dezembro de 1700.
nº 29 - janeiro de 2001
A pesca
do xaréu e a puxada da rede nas praias da Bahia, descrita por Odorico Tavares.
O dia de Reis e os carregadores de
piano: Os festejos do dia de Reis pelos negros que se empregavam na condução de
mercadorias, no Recife antigo.
Em que se declara o modo da granjearia
dos tupinambás, do Tratado descritivo do Brasil em 1587, de Gabriel Soares de
Souza.
nº 28 - dezembro de 2000
O Presépio
Mecânico de Blumenau.
Os meninos vendedores de jornais, em São
Paulo de outrora.
"Saí, devagar, e a pé, a visitar bodegas reles,
lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de confusão cerebral e de
encanto..." A pintura das ruas, uma cronica de João do Rio sobre os artistas anônimos da pintura
decorativa nos estalecimentos do Rio de Janeiro.
nº 27 - novembro de 2000
"Eu vinha vindo com o
frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso,
onde se amontoam as cousas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço
de enterramentos..." Os urubus, uma
crônica de João do Rio.
O ritual do Nosso-pai, a
comunhão levada ao moribundo, descrito por Melo Morais Filho.
Um funeral moçambique em 1830, por Melo Morais Filho.
nº 26 - outubro de 2000
Beatriz da Banha, figura bizarra de
mulher masculinizada Suas preferências e ojerizas Pregão musical para
vender sua mercância, vendedora de perfumes
Modo de tirar o ouro das minas do
Brasil e ribeiros delas, por André João Antonil.
Talvez a mais original de todas as manifestações da arte popular no Rio Grande do
Norte seja o enchimento de garrafas com areias da praia de Tibau.
nº 25 - setembro de 2000
- "O boto tem sido o grande amigo do
pescador..." A pesca com o boto: as técnicas de
pescaria que eram utilizadas pelos habitantes de Laguna, Santa Catarina.
- A vida e o trabalho do seringueiro nos versos do cantador
cearense Caninana.
- "Os portugueses encontraram na Índia uma pequena balsa denominada Janga..."
A
origem do nome jangada, por Luís da Câmara Cascudo.
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