| Pesquisa - Oficina - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I nº 24 - agosto de 2000
- "Todos se igualam no mutirão, como
simples camaradas de trabalho. " Mutirão, um texto de Edison
Carneiro.
- Veríssimo de Melo descreve os peixes e pescadores da Redinha,
praia de Natal, Rio Grande do Norte.
- O
vaqueiro nordestino, formado no o cadinho ecológico do sertão, com ingredientes
étnicos fornecidos pelo branco e pelo vermelho e ligeira tintura do negro, por José
Alípio Goulart.
nº 23 - julho de
2000
- Contribuições para um vocabulário de pesca,
recolhidas em Conceição da Barra, Espírito Santo, por Lima Fonseca.
- "O Rio tem também as suas pequenas profissões exóticas, produto da miséria
ligada às fábricas importantes, aos adelos, ao baixo comércio..." Pequenas
profissões, uma crônica de João do Rio.
- O trabalho e a arte das rendeiras do Norte, nas
reminiscências de Herman Lima.
nº 22 - junho de 2000
- "...o fogo tomou formas variadas e veio até nossos dias,
multiplicado em fantasias e arabescos, como acessório essencial da festa genetlíaca do
Batista..." Fogos de São João, por Paulino
Santiago.
- "Certamente os primeiros fogos de artifício não terão vindo com Cabral, nem
Caramuru terá com eles conquistado a vida, entre os índios que programavam comê-lo, no
festivo banquete..." Fogueteiros, artesãos de efêmeros.
- Junho,
festivo mês dos balões e uma oração dos baloeiros.
nº 21 - maio de 2000
- A fome negra era um trecho situado
na ilha da Conceição, no Rio de Janeiro. Uma crônica de João do Rio, sobre a
exploração dos trabalhadores dos depósitos de carvão e manganês.
- "Transportados à cabeça por negros escravos, eram os barris levados para os
terrenos baldios ou para o mar, onde a imundície era despejada..." Tigres no
Rio de Janeiro
- O
capitão-de-campo, figura criada pelo regime da escravatura no Brasil.
nº 20 - abril de 2000
- O comboeiro era o traço de união
entre a várzea e o sertão, entre as serras e as salinas. Ainda mais: - era o correio, o
telégrafo, o mensageiro predileto de amigos e patrões.
- Velhos
cocheiros, no Rio de Janeiro de fins do século XIX. Uma crônica de João do Rio.
- "São os tupinambás grandes flecheiros, assim para as aves como para a caça dos
porcos, veados e outras alimárias..." Costumes e habilidades dos índios
tupinambás, no Brasil do século XVI, por Gabriel Soares de Souza.
nº 19 - março de 2000
- O ofício de fazer cestos, balaios, jacás, redes, etc. em Cestaria
e atividades congêneres.
- As esteiras
são feitas em teares medindo aproximadamente 1 metro de largura, que são amarrados sob
uma árvore frondosa... Saiba mais sobre a confecção de esteiras.
- Muleta, papagaio, tapioca sem coco, dente de caraguejeira...Os nomes
populares dos padrões da renda de bilro.
nº 18 - fevereiro de 2000
- Herman Lima e suas impressões sobre as feiras do norte.
- O viajante americano Thomas Ewbank descreve os carregadores e vendedores ambulantes
que encontrou no Rio de Janeiro de meados do século XIX.
- O
bonde de Santa Teresa. Uma crônica de Machado de Assis por ocasião da inauguração
do serviço de bondes para esse bairro da cidade do Rio de Janeiro.
nº 17 - janeiro de 2000
- As impressões de Herman Lima sobre a vida e o trabalho dos
jangadeiros no Ceará.
- O trabalho, as técnicas e os segredos dos pipoqueiros das ruas de São Paulo.
- As cadeirinhas, meio de transporte
utilizado pelas mulheres no Brasil do século XIX, vistas pelo viajante americano Thomas
Ewbank.
nº 16 - dezembro de 1999
- O trabalho artesanal da fabricação de tijolos.
- A vida dos músicos ambulantes no Rio de
Janeiro. Uma crônica de João do Rio.
- Várias descrições dos trajes do vaqueiros de diversas
regiões do Brasil, reunidas por Luís da Câmara Cascudo.
nº 15 - novembro de 1999
- A arte das fazedeiras de redes no nordeste
brasileiro.
- A
pesca da baleia na Bahia, no início do século XIX, descrita por L. F. de Tollenare.
- Francisco de Melo Palheta e a história do café no Brasil, dois
documentos históricos no Arquivo Público do Pará.
nº 14 - outubro de 1999
- As jangadas e a vida dos pescadores na
Bahia, descritos por Odorico Tavares.
- O
couro no vocabulário. Uma reunião de termos referentes ao couro, coligidos por
Alípio Goulart.
- Quatro tipos característicos dos vendedores de rua do Rio de Janeiro na primeira metade
do século XX: o tripeiro, o vendedor de flores, o
vassoureiro e o pombeiro de aves.
nº 13 - setembro de 1999
- O grande número de sapatarias encontradas no Rio de
Janeiro da primeira metade do século XIX foi motivo de surpresa para o viajante
francês Jean-Baptiste Debret.
- Os pregões entoados pelos vendedores
de rua de Recife.
- Conheça o trabalho do seringueiro e a extração da
borracha.
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