Ir para a página principal

            Pesquisar por:

     

fioapres.gif (959 bytes)
Pesquisa - Imaginário - Ano IV - Ano III  - Ano II - Ano I

• nº 47 - julho de 2002
• "Uma vez havia um rei que tinha seu palácio defronte de uma casa onde morava um velho que tinha três filhas bonitas. A mais bonita de todas chamava-se dona Pinta e o rei se apaixonou por ela." Dona Pinta, um conto tradicional brasileiro, recolhido por Sílvio Romero.
• "No fundo das matas virgens e encostas das escarpadas serras de São João das Missões de Januária, segundo lendas antigas, morava o bicho-homem". Um do Brasil interior, por Manuel Ambrósio.
• "Na mesma noite, cantaram, durante umas três horas, com a sua música habitual, toda a história daquela jornada perdida." As histórias cantadas dos negros de mexiana, por Alfred Russel Wallace.

• nº 46 - junho de 2002
• "De dentro do capão, o animal, ou o que quer que fosse, pulou na estrada, correu os olhos pela redondeza, deu com o negro e foi seguindo estrada a fora, sem se importar com o encontro." O mão pelada, por Afonso Arinos.
• "- Nóis aqui num pudia criá galinha nem aporveitá os ovo. Galinha gosta de fazê ninho no guainxumá e aquilo era só elas gritá, a gente corria percurá e só uvia o baruio do largato e achava a casca do ovo que ele chupô." Crendospadre, um causo de Cornélio Pires.
• "Havia um rei que cegou. Depois de ter empregado todos os recursos da medicina, deixou de usar de remédios, e já estava desenganado de que nunca mais chegaria a recobrar a vista..." A fonte das três comadres, conto popular brasileiro recolhido por Sílvio Romero.

• nº 45 - maio de 2002
• "Antigamente as mulheres foram em busca de milho, mas acharam pouquíssimo, somente algumas espigas cada uma." Uma lenda bororó sobre a origem das estrelas.
• "Eu sou a cabra-cabriola, / Que come meninos aos pares, / E também comerei a vós, / Uns carochinhos de nada." Uma história da cabra-cabriola.
• "Um dia, o diabo coxo revoltou-se contra o maioral do inferno e pintou o sete lá dentro. Quebrou os móveis e deu pancada a torto e a direito." Lendas do diabo, por Gustavo Barroso.

• nº 44 - abril de 2002
Água virtuosa, um causo de Cornélio Pires sobre o porque dos homens terem de diversas colorações de pele.
• A lenda índigena macuxi sobre a origem do mundo, recolhida por Brandão de Amorim.
• "- Apois é, comadre Menina, ocê é pruque num viu o remelexo da fulana, toda cheia de subacage e ainda prucima agarrada com o porqueira do vigário, que Deus me livre da má palavra..." Sexta-feira é dia de mula, por Manuel Ambrósio Júnior.

• nº 43 - março de 2002
• " Era bem tarde já. Eu e mamãe, nois tinha cabado de chegá em casa, ô dispois das encomendação das arma..." A mula sem cabeça, por Manuel Ambrósio.
Nove histórias populares sobre o tempo em que Jesus e São Pedro andavam pelo mundo, recolhidas no Estado de São Paulo.
• "O tajá é visto em profusão nas casas de família de Belém e Manaus e espalha-se pelas habitações de todo o interior, graças aos poderes secretos que lhe emprestam os mestres da pajelança local." Conheça o tajá, planta de estimação na região amazônica.

• nº 42 - fevereiro de 2002
• O erro do burro, uma história antiga contada nas rodas sertanejas sobre a esperteza da raposa e a ingenuidade do burro.
• "E dirigindo-se ao juiz, que não sabia da sua condição satânica, falou, cortesmente: - Queira desculpar o meu atraso, estava cozinhando um pouco de feijão, para plantar." O advogado do sacristão.
• "Ela era alegre com todos eles, não amava deles nenhum só. Ria, dançava, conversava com eles, adoçava coração deles, quando eles falavam em casar com eles não respondia...." A moça retrato da lua, lenda indígena brasileira.

• nº 41 - janeiro de 2002
• A intervenção das aves nas lendas da fuga da Sagrada Família para o Egito, do Brasil e Portugal, por Jaime Lopes Dias.
• "Os homens formam duas filas diante do altar de São Gonçalo. São Gonçalo está enfaixado como um recém-nascido. Azul e branco..." A piedosa Teresa, por Antônio de Alcântara Machado.
• "O moço tinha feito uma promessa noutra cidade e demoraria uns dias. Despediu-se da mulher, recomendando o papagaio e dizendo que não saísse de cada na sua ausência..." A história do papagaio.

• nº 40 - dezembro de 2001
Três histórias com sapos, coligidas por João da Silva Campos: Luiz-caixeiro e o sapo, O sapo velho e os sapos moços e O sapo saramuqueca.
• "Contava-se que ela se alimentava de sangue humano e, quando este não a fartava, comia também o fígado se suas vítimas..." A onça da mão torta.
• "Era uma vez dois compadres: um era rico e morava num grande palácio, e o outro era pobre e morava por perto, numa choupana. O compadre rico era muito avarento e não ajudava nada ao compadre pobre, o qual, muitos vezes, não tinha nem o que comer..." O compadre invejoso.

• nº 39 - novembro de 2001
• "Esta certeza de que ninguém escapa à morte no dia marcado se consubstancia também numa história sertaneja..." A lenda da morte, por Gustavo Barroso.
• "- Um carro de enterro parar logo aqui, e isso em dia de casamento!... É mau agouro!..." O carro de enterro, um causo de Viriato Padilha.
• "Mandou o dono que Malazarte levasse o carro de bois e o metesse numa sala sem passar pelas portas. Malazarte despedaçou o carro, partiu os bois em quatro e jogou tudo pela janela." Seis aventuras de Pedro Malazarte, registradas por Luís da Câmara Cascudo.

• nº 38 - outubro de 2001
• "Havia um rei muito orgulhoso, que não tinha crença religiosa, porém muito supersticioso; pois gostava de consultar magos, advinhas ou feiticeiros..." Só Deus pode mudar o destino dos homens, um conto popular recolhido por Aluísio de Almeida.
• "- Era uma vez um pobre homem que vivia só no mundo. Nada possuía de seu além de uma roupa feita de peles de animais, uma panela de ferro e um cajado." A sopa de pedras, por Valter Spalding.
• "Uma vez um homem e uma mulher que tinham tantos filhos que resolveram deitar fora um casal para se verem mais desobrigados. Num belo dia o pai disse a João e Maria que se aprontassem para irem com ele tirar mel no mato." João mais Maria, registrado por Sílvio Romero.

• nº 37 - setembro de 2001
• Edição de terceiro aniversário: Especial do Leitor

 

Topo

Jangada Brasil©2000