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Pesquisa - Imaginário - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I

• nº 36 - agosto de 2001
• "- Digam vosmecês o que quiserem, mas o tempo bom já se foi. Não é que os malucos estejam se acabando; os ajuizados, sim, é que estão fingindo maluquice." Um quadro de peça teatral sobre as aventuras de Pedro Malasartes.
• As origens da palavra Tutu, ser sobrenatural com que se mete medo às crianças quando choram.
• "Antigamente todos os bichos eram amigos e o leão governava todos. Cachorro, gato, rato, ovelha, onça, raposa, timbu, pinto, tudo vivia junto e sem briga." Saiba por que o cachorro é inimigo de gato...e gato de rato.

• nº 35 - julho de 2001
• A criação do macaco, a criação da formiga e O milagre do dia. Três causos narrados por Nhô Roque e registrados por Antônio Cândido.
Três lendas dos índio kadiwéu: Criação e erro, Alagadiélali e Nomeando as coisas
• "Aí diz lá pa dentro o pai da moça, ‘cilô um cavalo, foi a toda pressa vê o padre, fez ali o... casô aquela moça, cas’ o Tijuaçu." A história do Tijuaçu.

• nº 34 - junho de 2001
• "Quando Nosso Senhor andava no mundo ia, de uma feita, com São Pedro e São João, comer uma ovelha que recebera de presente. São Pedro encarregou-se de assar mas, ao tratar, provou os rins e achou-os tão gostosos que os comeu..." Os rins da ovelha, um conto tradicional brasileiro.
• Acredita-se que o perfume da flor de samambaia, que floresce apenas alguns segundos na véspera do dia de São João, alcança a mais ampla felicidade em matéria de amores. A fogueira de São João, um conto de Viriato Padilha.
São Pedro na voz do povo. Estórias, crendices e superstições, por Hildegardes Viana.

• nº 33 - maio de 2001
O diabo no folclore do nordeste. Velhas lendas sobre o diabo, ao tempo em que muito se acreditava nas artimanhas do maligno.
Pequenas lendas da poranduba catarinense: o cabeleira, o sete-cuias, o minhocão, a garrafinha, a cigarra, a lagoa do Bicho, o lobishomem, as bruxas, coisas do demo; a mula-sem-cabeça e o boitatá.
• "Havia um moço que gostava muito de jogar. Aos conselhos dos mais velhos, costumava dizer que perdia apenas o seu dinheiro e que isto não é muita coisa..." Artes de Branca-Flor.

• nº 32 - abril de 2001
A canela do defunto, um conto da tradição oral brasileira, originário da península Ibérica.
• "Era um rei que tinha anunciado pagar bem àquele que lhe contasse uma mentira do tamanho do Padre Nosso..." A história do amarelo mentiroso
O judeu errante é um velho alto e magro, muito barbado, cabelo comprido e com um manto escuro, que aparece durante a Quinta-Feira Maior e a Sexta-Feira da Paixão, nos lugares onde a morte de Cristo está sendo comemorada.

• nº 31 - março de 2001
Duas lendas dos índios terena: A aposta e Artimanha.
• "No tempo em que Jesus andava pelo mundo com o apóstolo Pedro, disseram que ele ia passar por uma vila onde morava uma viúva muito piedosa e sem malícia..."  O alfaiate malandro, uma narrativa popular sobre as andanças de Jesus e São Pedro pelo mundo.
• "E é isto que dana o vaso morto: ver-se reduzido ao papel de vaso-de-noite...
Devido a esse fato, ele guarda rancor terrível a tudo e a todos. ..." A lenda do vaso morto.

• nº 30 - fevereiro de 2001
• A lenda do primeiro milagre de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais no tempo dos primeiros povoadores de Curitiba, Paraná.
• "Quando o padre lhe perguntou, junto à pia, qual o nome da menina, respondeu sem pestanejar, diante do espanto da assistência: - Onça!..." O batizado, por Gustavo Barroso.
• "Vivia noutros tempos no sertão um casal, cujo casal vivia tão bem, que nem Deus c’os anjo. Causava inveja a todo mundo de arruparado que andava..." A audiência do capeta, um causo de Manuel Ambrósio.

• nº 29 - janeiro de 2001
• "Vivia numa povoação um alegre papudo, estimado de todos, muito folgazão e boêmio. Não o impedia o papo de soltar grandes risadas..." Os dois papudos.
A baleia, o leão e o sapo, uma história de João Alfaia.
• "...Um dia, há de haver coisa de dez anos, eu tinha ido ao campo... Já eu ia entrando na mata, quando me lembrei que era sexta-feira. Meu coração deu uma pancada e a modo que estava me pedindo que não fosse para diante..." A dança dos ossos.

• nº 28 - dezembro de 2000
A raposa disse: - Vamos experimentar a nossa valentia? O jaboti respondeu: - Vamos, raposa! Quem vai adiante? O jaboti e a raposa, um conto de origem indígena, recolhido por Sílvio Romero.
"Pegando no sono, sonhou que Nossa Senhora chegou junto da rede e lhe deu um cacho de bananas, que quanto mais banana se lhe tirava, mais banana nascia..." O compadre rico e o compadre pobre
• Uma história de contada por João Alfaias: A onça e o bode

• nº 27 - novembro de 2000
• "Na choupana da finada Xica os que estavam de sentinela ao cadáver, assombrados com a tormenta, deitando-se de bruços com a boca colada no chão..." O enterro, um conto de Manuel Ambrósio.
• Um homem que tinha tantos filhos que não achava mais quem os batizasse, então decidiu ser o compadre da morte.
• Conheça o lobisomem, ente infeliz, que em certas noites cumpre seu horrível fadário até livrar-se do encantamento.

• nº 26 - outubro de 2000
• 4 de outubro, dia de São Francisco de Assis. Conheça a lenda do nascimento de São Francisco de Assis, no tempo em que Jesus e São Pedro andavam pelo mundo.
• "Era uma vez um velho muito rico e viúvo que tinha três filhos bonitos e fortes. Quando nascia um deles o pai plantava uma árvore." A história de Pedro, José e João.
• "Contam que um moço estava pescando peixe, de cima de um mutá. A velha gulosa veio pescando com tarrafa pelo igarapé." A lenda indígena acerca da velha gulosa, recolhida por Couto de Magalhães.

• nº 25 - setembro de 2000
- "Uma vez existiu um velho casado, que tinha três filhas muito bonitas; o velho era muito pobre e vivia de fazer gamelas para vender..." O bicho manjaléu, um conto recolhido por Sílvio Romero.
- O barão de Santana Néri discorre sobre a origem do nome Amazonas e a veracidade da lenda das mulheres guerreiras.
- "Era um dia, uma moça muito pobre, que tinha um filhinho. Uma vez, não tendo comida nenhuma para dar ao menino, agarrou-o e saiu de casa desesperada da vida..." A rainha das onças.



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