Ir para a página principal

            Pesquisar por:

     

fioapres.gif (959 bytes)
Pesquisa - Festança - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I

• nº 36 - agosto de 2001
• "... a festa em honra a Bom Jesus dos Martírios, velha de mais de cem anos, era anunciada, nos meados do século passado, numa evidente profanação, por bandos mascarados." A festa dos martírios, por Félix Lima Júnior.
• O dia de São Bartolomeu, comemorado a 24 de agosto, é considerado o dia mais aziado do ano, quando o diabo está à solta. Um texto de Lindolfo Gomes.
• Conheça o
Balaio, dança de origem gaúcha, que integra o ciclo do fandango.

• nº 35 - julho de 2001
• "Na cidade do Pará o governo provincial ajuda a dar maior brilho às festas religiosas. As procissões que percorrem as principais ruas da cidade carregam, na frente, a imagem do santo homenageado..." O viajante Henry Bates descreve as festas no Pará do século XIX.
26 de julho: dia de Santana. Santana, a vovó do céu, por Mariza Lira.
"A dança atual de moçambique, além de se prestar para que devotos prestem um culto coletivo e ao mesmo tempo individual em louvor a São Benedito, assume também caráter de dança medicinal, curativa..." Moçambique, por Alceu Maynard Araújo.

• nº 34 - junho de 2001
Santos de junho: 
Santo Antônio, por Amadeu Amaral.
Melo Morais Filho descreve a festa de São Pedro, organizada pelos pescadores do Rio de Janeiro do século XIX em homenagem ao seu santo padroeiro.
A festa de São João, por Gustavo Barroso.

30 de junho, dia de São Marçal. Conheça a história do bem-aventurado São Marçal, bispo.

• nº 33 - maio de 2001
• O viajante americano Thomas Ewbank descreve uma procissão de coletas para a festa do Divino Espírito Santo no Rio de Janeiro do século XIX.
As origens da festa do Divino Espírito Santo, por Walter Spalding.
• A folia do Divino, descrita pelo viajante e artista francês, Jean-Baptiste Debret.

• nº 32 - abril de 2001
• As reminiscências de J. Dias e os tempos do serra velho durante a Quaresma em União dos Palmares.
• "Em todo o interior do Brasil e especialmente no nordeste, onde mais vivas se conservam as tradições todas, é inveterado costume justiçar um Judas no Sábado de Aleluia..." Os Judas, por Gustavo Barroso.
A tradicional festa de Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha, no Espírito Santo, realizada no mês de abril.

• nº 31 - março de 2001
• As celebrações das tradições religiosas do tempo quaresmal em Coruripe, Alagoas.
• O maculelê, jogo de bastões remanescente dos antigos cucumbis, por Edison Carneiro.
• 15 de março, dia do Circo. Dois textos sobre essa antiga forma de distração popular:
- Circo de bolantins, por Alceu Maynard Araújo.
- Circo de cavalinhos

• nº 30 - fevereiro de 2001
Carnaval do meu tempo. As reminiscências de Mário Sette e seus tempos de menino nos carnavais do Recife.
Velhos carnavais. Luiz Edmundo escreve sobre o entrudo e as origens portuguesas do carnaval brasileiro.
• Jorge Americano relembra os carnavais em São Paulo do começo do século.

• nº 29 - janeiro de 2001
• Bumba-meu-boi, Boi kalemba, Boi de Reis, Folguedo do boi, Boi-bumbá no Maranhão, Pará, Amazonas, Três Pedaços em Alagoas (Porto da Rua, Porto de Pedras), Boi de mamão em Santa Catarina e Paraná, um dos mais tradicionais folguedos do ciclo natalino no Brasil.
• "O boi pertence, na Bahia, ao ciclo das janeiras, tendo lugar na véspera dos Reis a primeira apresentação de todos os ranchos." Os versos do testamento do boi, por Edison Carneiro.
• "O Terno do Arigofe, constituído somente de homens, caracteriza-se pela sua indumentária, pela sua orquestra, seu distintivo, sua bandeira, suas canções..." o Terno do Arigofe, na Bahia, por Odorico Tavares.

• nº 28 - dezembro de 2000
• Fandango, chegança de mouros, boi calemba, congos, pastoris, bambelô, araruna. Folguedos natalinos em Natal, por Veríssimo de Melo.
• "Na Recife de outrora, sem cinemas nem futebol, o pastoril constituía o divertimento do gosto da gente nova..." Mário Sette escreve sobre os pastoris no Recife antigo.
O quilombo ou dança do quilombos tem sido considerado como um auto característico das Alagoas e como sobrevivência do acontecimento histórico dos Quilombos dos Palmares..." O quilombo, por Theo Brandão.

• nº 27 - novembro de 2000
Finados, por Luís da Câmara Cascudo
O dia dos mortos no Rio de Janeiro, pelo viajante Ferdinand Denis.
• Jean-Baptiste Debret descreve um cavaleiro de Cristo exposto em seu ataúde.
"Descrevamos o que se dava, no começo deste século, na Cadeia Velha e Valongo, em uma casa dessa gente, por ocasião da morte de um deles..." A morte e os ciganos no Brasil, por Melo Morais Filho.

• nº 26 - outubro de 2000
• Segundo domingo de outubro: Círio de Nazaré. Conheça a lenda da Virgem de Nazaré e as origens da devoção em Belém do Pará.
• Como eram organizadas as festas populares nos tempos da colônia – Os senhores do Senado da Câmara. – Maneira de anunciar, ao povo, os divertimentos oficiais. – Os almotacés e o bando lido, espetáculosamente, pelas praças e ruas da cidade. – Preparativos para o grande dia. – Descrição de uma praça de curro. – Conjuntos musicais. Festas populares, por Luiz Edmundo
• "O casamento, na opinião de um dos escritores mais elegantes deste último quarto de século, - é uma instituição perigosa, que absorve o indivíduo para conservar a espécie." Casamentos, uma crônica de Joaquim José da França Júnior.

• nº 25 - setembro de 2000
- "Coitada da Chimarrita / Vou rezar por ser cristão / A pobre da Chimarrita / Viveu como um chimarrão". A chimarrita, dança gaúcha de origem portuguesa, registrada por Augusto Meyer.
- Saiba como eram as festas de casamento, entre os colonos do vale do Itajaí em Santa Catarina.
- "O jogo que, na Bahia, tomou o nome de batuque é a mesma pernada do Rio de Janeiro." O batuque: um estudo de Edison Carneiro.


Topo

Jangada Brasil©2000