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Pesquisa - Colher de Pau - Ano IV - Ano III  - Ano II - Ano I

• nº 47 - julho de 2002
• "Também não gostam de alimentos salgados, chegando a proibi-los às suas crianças. Quando vêem os cristãos comendo carnes salgadas, censuram-nos por seu desregramento, dizendo que elas irão encurtar-lhe a vida." Dos alimentos e bebidas dos selvagens, pelo viajante francês André Thevet, no Brasil do século XVI.
• As receitas de quatro molhos da Bahia: molho de pimenta e limão, molho de azeite e vinagre, molho de nagô e molho de acarajé.
• "Às nove horas da noite, servia-se o chá... Tomar chá, significava empanturrar-se de café com leite, várias broas, coalhada com goiabada e para as crianças, chocolate." O que se comia numa cidade do interior, há cinqüenta anos.

• nº 46 - junho de 2002
• "No milho nada se perde: o seu caule maduro é alimento para o gado; seco, o caule é ótimo combustível, queimando-se com muita facilidade..." O milho, vegetal fabuloso, por Hernani de Carvalho.
• O reverendo americano Daniel Parish Kidder descreve uma plantação de chá às margens do rio Tietê, por volta de 1840.
• A fabricação da farinha de mandioca em meados do século XIX, descrita pelo viajante americano Thomas Ewbank.

• nº 45 - maio de 2002
• Os encantos e as delícias das antigas boleiras na cidade do Recife, descritas por Mário Sette.
• Nenhum, porém, foi tão fiel à presença daquela compota acidulada nos banquetes diplomáticos do Itamarati." Sobremesas e frutos tropicais: bacuri, por Osvaldo Orico.
Mandioca, costumes indígenas e o preparo da farinha, no Brasil do século XIX, descritos pelo viajante e reverendo americano, Daniel Parish Kidder.

• nº 44 - abril de 2002
• Tarubá, mocororó ou makururu, tiquira, caxiri ou caxiry, chibé, aluá e cayssuma. Vinhos de frutas silvestres e outras bebidas indígenas.
• "Toda gente conhecia, em Vitória, nos fins do século passado e no começo deste, a doceira Maria Saraiva, cujas guloseimas, de fabricação caseira, ela própria as vendia, arrumadas em tabuleiro, com tampo de vidro." Receitas de Maria Saraiva.
• Fruto do tamanho de uma laranja, com a casca verde amarelada, conheça o pequi, recurso alimentar do sertão.

• nº 43 - março de 2002
• De como os selvagens praticam a agricultura e fazem plantações da raiz de mandioca. de uma árvore chamada "peno-açu"; as impressões de André Thevet sobre o Brasil do século XVI.
• Do Código do bom-tom: As regras de comportamento para jantares e banquetes no século XIX.
• "- Batam-se gemas de uns ovos / Mas bem novos, / E, pouco, a pouco, se deite / Um finíssimo óleo-doce, / Qual se fosse / Ouro fluido, em vez de azeite." Maionese, um poema de Martins Fontes.

• nº 42 - fevereiro de 2002
Abacaxi: desajeitado, canhestro, malamanhado. Dificuldade, problema complicado. Descascar o abacaxi, resolver habilmente a situação. Mau dançarino...” Excertos do Folclore da alimentação, de Luís da Câmara Cascudo.
• A presença do caranguejo na vida cotidiana do Recife antigo, por Flávio Guerra.
Dos peixes do rio Guanabara. As impressões de André Thevet no Brasil do século XVI.

• nº 41 - janeiro de 2002
• "É uma árvore espinhenta pouco alegre à vista, áspera da madeira e com espinhos como romeira." O umbu, por Gabriel Soares de Souza
• "Era a tradicional bilha em vários modelos, onde o recifense antigo punha a água para esfriar..." Quartinha de barro, por Flávio Guerra.
• "Chama-se leite certo veneno de cor branca com que se matam crianças em tenra idade e velhos em idade avançada..." Do leite, sua natureza e efeitos na economia, um texto de Antônio Torres, do começo do século XX.

• nº 40 - dezembro de 2001
• "Um mês, pelo menos, antes da festa, o chefe de família ia ao mercado escolher a luzida ave, que passava a ser tratada no galinheiro à vela de libra..." O peru e o leitão, uma crônica de fins do século XIX, por Joaquim José da França Júnior.
• Pancão, canjirão, mel de caju, mocororó, canjica de maxixe, etc. A alimentação do jangadeiro, por Alceu Maynard Araújo.
Esboço bibliográfico da cozinha nacional, excerto de artigo de Jamile Japur sobre a culinária brasileira.

• nº 39 - novembro de 2001
• "Até mui pouco tempo não se dizia – um jantar. Nas casas ricas, se anunciava: A janta está na mesa. A gente de menos trato dizia: o di-comer está botado...." Outrora, no Ceará.
• O reverendo americano Daniel Parish Kidder escreve sobre o mate e a carne no sul do país, em meados do século XIX.
• O viajante americano Thomas Ewbank escreve sobre o uso do mate no Brasil.

• nº 38 - outubro de 2001
• "A mandioca é raiz tuberosa desenvolvida, chegando a pesar uma arroba, rica de amido ou fécula. Nada se perde da mandioca: as folhas e o caule (arbusto), o gado come-os." A mandioca, vegetal mítico e miraculoso, por Hernani de Carvalho.
Moagem e farinhada. Leandro Tocantins e suas reminiscências de infância sobre a moagem da mandioca.
• "O tradicional povo da Bahia, o folgazão de todos os tempos, sempre alegre, desde a comemoração dos fastos da história pátria até as provas inequívocas da hospitalidade, não perdia ocasião de manifestar contentamento..." Festinha familiar na cidade de Salvador, por Manuel Querino.

• nº 37 - setembro de 2001
• Edição de terceiro aniversário: Especial do Leitor

 

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