| Pesquisa - Cancioneiro - Ano IV - Ano III - Ano II - Ano I nº 36 - agosto de 2001
"Sou o boi liso, rabicho, / Boi de
fama, conhecido, / Minha senhora Geralda / Já me tinha por perdido."
O rabicho da Geralda, romance nordestino em duas versões:
A versão cearense, de 1792, registrada
por Rodrigues de Carvalho.
A versão de José de Alencar, publicada em 1874.
Veja ainda:
A alforria do cachorro, fragmento de
romance popular recolhido por Sílvio Romero, sobre a rivalidade entre cães e gatos, e
gatos e ratos.
nº 35 - julho de 2001
Diversos aboios
de roça recolhidos por Alceu Maynard Araújo.
"Os versos populares escrevem também a história de uma cidade. Não somente
a história política, mas a social." Mário Sette e os Versinhos
que sabem história.
"Na palha branca sovada, / Fumo verde não fumega; / Onde há moça bonita, /
Meu coração não sossega..." Ponteios de malícia, recolhidos do
cancioneiro gaúcho por Augusto Meyer.
nº 34 - junho de 2001
12 de junho, dia dos namorados:
"Valendo-se das quadrinhas que nenhum jovem adulto ignora, os amantes dizem o
que desejam ao bem amado..." Os versos da correspondência
amorosa no interior do Brasil, em meados da década de 1950.
Um ABC dos amores originário do Rio
Grande do Sil e recolhido por Sílvio Romero.
13 de junho, dia de Santo Antônio:
"Quem ele era bastava. / Nascer do seu matrimônio / Um filho peregrino / O
milagroso Santo Antônio" A Xácara de Santo Antônio,
registrada por Pereira da Costa.
nº 33 - maio de 2001
O ABC dos negros colhido no Maranhão
por Leonardo Mota, reflexo do pensamento preconceituoso e discriminatório contra os
negros após a abolição da escravidão.
"De Salomão a ciência / Eu já sei toda de có / Pai e mãe é muito bom /
Barriga cheia é mió..." Um poema matuto recolhido por José de
Carvalho.
A poesia religiosa dos cantos entoados na folia do Divino Espírito Santo,em
Goiás, recolhidos por José A. Teixeira.
nº 32 - abril de 2001
A métrica cabocla das poesias
populares do estado de Goiás.
"Ouvi tropel de cavalo / Esporinhas a tinir: / Era meu amante firme / Que
vinha se despedir" O cavalo e o folclore, versos da
poesia popular, por Leonardo Mota.
E tudo vem a ser nada, cordel de
Silvino Pirauá de Lima
nº 31 - março de 2001
"Eu sou o boi Pintadinho / Boi
corredor de fama / Que tanto corre no duro / Como na várzea de lama" O boi
Pintadinho
"Conheci a tia Chica em 1924, num veraneio
passado em Ubatuba, na ilha de São Francisco, e noutro, em 1926, tornei-me seu amigo e
confidente. Ela morava numa casinha de madeira, duma só peça, não muito longe do mar.
Devia ter mais ou menos 70 anos..." Os versos de tia Chica, recolhidos por Mário
Birnfeld.
"Amigos, vamos falar / Em que chegou o siri / A 1.200 a dúzia / Coisa
queu nunca vi..." Os siris de Trás-do-Morro, um
pasquim catarinense composto por Manuel José de Borba.
nº 30 - fevereiro de
2001
As
emboladas de Zé Menino, cantador popular de Fortaleza, recolhidas por Leonardo Mota.
Pereira da Costa: Os brindes. Alguns versos recitados
nas solenizações de saúdes.
O cigarro e o fogo na poesia popular.
Quadras recolhidas por Walter Spalding.
nº 29 - janeiro de 2001
O sabido sem estudo, cordel de
autoria do poeta popular paraibano Manuel Camilo dos Santos.
Pastoris recolhidos por Pereira da
Costa: Os reis magos; Os reis e as pastoras; Oferta do rei branco; Oferta do rei negro.
A roedeira do matuto gago, um poema
do cantador José Rufino da Costa Neto.
nº 28 - dezembro de 2000
Auto
da Lapinha por Maurício Furtado.
- Primeira
jornada; Segunda jornada; Terceira jornada; Quarta
jornada; Quinta jornada; Sexta
jornada; Sétima jornada; Jornada
da oferta dos ramalhetes; Jornada do Ano Novo; Cantos
Conheça diversas Jornadas
pastoris registradas por Pereira da Costa.
nº 27 - novembro de 2000
Incelências, excelências ou
incelenças são cantos entoados à cabeceira dos moribundos, e crê-se que facilitam a
entrada no céu. Incelências
recolhidas no Estado de Pernambuco, por Valdemar Valente.
Merendins, a poesia funerária dos ciganos no
Brasil.
Xácara à funesta morte de Dona Ana
Faria e Souza, baseada em um triste fato ocorrido em 1710, em Recife.
nº 26 - outubro de 2000
Os versos do bumba-meu-boi,
recolhidos por Melo Morais Filho.
Dois pasquins sobre eleições,
recolhidos por Rossini Tavares de Lima no litoral norte de São Paulo.
Costumes e usos antigos, cordel do
cantador e poeta popular pernambucado Antônio Batista Guedes.
nº 25 - setembro de 2000
Redondo,
Sinhá. Duas versões recolhidas por Sílvio Romero no Rio de Janeiro e em Sergipe.
"Muié véia, de que chora esse menino, Chora de barriga cheia, somente pra
aperriá". A métrica dos cantadores:
embolada, martelo e carretia.
A opinião dos romeiros sobre a
canonização do padre Cícero pela Igreja Brasileira. Um cordel de autoria de
Expedito Sebastião da Silva.
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