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NOMES DE ANIMAIS

A Cristóvão Malta

Em viagem pelas nossas estradas reais tão cheias de poesia e tranqüilidade, quando menos esperamos ouvimos, ao longe, o chiar monótono de um carro de bois que, mais além, surge na curva do caminho. Chegam-nos, então, distintamente, as vozes de incitamento do carreiro e do candieiro que, de vara em punho, chucham as nédias juntas:

- Eia, Manchado! afasta, Brinquinho! carrega, Marmelo! êta, Biscoito! arreda, Triunfo! puxa, Cambraia! anda, Carrapicho! aguenta, Mariola! ouá!... ouá!...

E o carro vai rompendo, pesado e aos boleus, cantando, cantando a sua toada secular, último eco revivescente de uma tradição longínqua, rememorando ainda os rústicos recursos da viação antediluviana...

Vence atoleiros, insinua-se pelos trilhos mais impraticáveis, transpõe morros, atravessa riachos, desliza pelas esplanadas, levanta nuvens de poeira e, de manhã à noite, não cessa a sua marcha lenta e o seu chiar monótono até fazer a entrada triunfal no povoado ou nas fazendas.

*

Os bois como outros animais de trabalho ou domésticos têm os seus nomes, os seus apelidos. Vem mesmo daí o velho ditado, de saber dar nome aos bois, que se aplica a alguém que revela habilidade para alguma coisa.

Na escolha dos nomes que os nossos roceiros dão aos animais vemos uma das faces por onde mais se distingüem as preferências e inclinações poéticas do espírito popular. Nomes de frutas, de pássaros, de plantas, de heróis, de títulos honoríficos, de entidades abstratas, de produtos fabris e da lavoura, de seres mitológicos, de astros e fenômenos da natureza e até mesmo outros que sugerem idéia de bravura, de valentia ou representam verdadeiras expressões de carinho, são as denominações que eles escolhem para os seus bois, cavalos, cães, gatos, etc.

Quem não conhece como uma das peças mais expressivas do folclore brasílico a velha canção do boiadeiro?

Nela encontramos alguns dos nomes da preferência patrícia:

Oh! Vem cá, Marisco, vem cá, Rosilho,
Assim eu te pilho, estás bem arranjado
Vem cá, Pintado, vem cá, Namorado,
Vem cá, Diamante, saiam deste mato
Já rompi o fato, má raios os parta

*

Da interessante e entusiástica chegança do bumba meu boi! que faz a alegria dos povos do Norte pelas festas dos Reis Magos e que é muito conhecida e, em certas localidades, representada mesmo em Minas, onde assistimos, algumas vezes, a esse divertimento, podemos extractar alguns passos em que tais nomes figuram:

- O meu boi é pintado
- Eh boi!
- O meu boi é malhado
- Eh boi!
- Ora, entra, Airoso
Ora faz cortesia!
Eh! bumba!
Ora brinca, bonito
Eh! bumba!

Não podem, pois, ser mais variados nem mais pitorescos os nomes de escolha popular dados aos animais com que o homem vive, luta e trabalha cotidianamento, como podemos ver da relação que se segue e que colhemos em diversas localidades mineiras:

Bois:

Brinquinho, Biscoito, Triunfo, Rosado, Carrapicho, Mariola, Jacaré, Cravo, Pintado, Malhado, Estrelo, Barroso, Barruão, Marruá, Canteiro, Laranjeira, Pachola, Moleque, Encerado, Crioulo, Bentevi, Peitudo, Valente, Pinhão, Maluco, Fazendeiro, Barão, Maioral, Alecrim, Rio Preto, Trigueiro, Garapau, Gragoatá, Gostoso, Beija-Flor, Serra-Negra, Peroba, Cabiúna, Garapa, Gavião, Barreado, Rio Verde, Goiano, Bonito, Mato Grosso, Papagaio, Veado, Vadio, Melado, Passarinho, Urubu (dizem Aribu), Gafanhoto, Palmito, Carrapato, Marimbondo, Candieiro, Carreiro, Lampião, Limoeiro, Turuna, Sereno, Marinheiro, Pessegueiro, Dorminhoco, Ladino, Melancia, Velhaco, Lagarto, Ferramenta, Caramujo, Vestimenta, Caruncho, Capeta, Carretel, Alegria, Marmelo, Mulato, Moreno, Riacho, Enfeitado, Bandeira, Perrengue, Cabeludo, Canoa, Carneiro, Lambari, Surubi, Canela, Lontra, Senador, Garrancho, Coqueiro, Teimoso, Barbela, Capixaba, Pinheiro, Carretão, Carangola, Gravata, Campista, Vermelho, Xadrez, Marmota, Maravilha, Espasso, Redondo, Maracujá, Tucano, Namorado, Manjericão, Monjolo, Cambraia, Marisco, Airoso, Vistoso, Canastra, Mutuca, Parafuso, Mascarado, Mercúrio, Laranjo.

Nomes de vacas:

Maritaca, Mocinha, Cambaxirra, Saudade (dizem Sôdade ou Sadade), Fulô (flor), Lagartixa, Perereca, Sempre-Viva, Roseira, Pombinha, Andorinha, Pretinha, Mulata, Branquinha, Mimosa, Estrela, Limeira, Menina, Cabocla, Neblina, Jeitosa, Borboleta (dizem Braboleta), Arruda, Pomba-Rola, Rolinha, Rabuda, Juriti, Tetéia, Torina, Tanajura, Cheirosa, Vitória, Mariposa, Careta, Caturra, Pequenina, Marquesa, Baronesa, Condessa, Princesa, Rainha, Madrugada, Cercadeira, Vermelhinha, Lanterna (dizem Linterna), Candeia, Fortuna, Fumaça, Sincera, Esperança, Campanha, Memória, Minerva.

Nomes de muares e cavalares:

burro1.jpg (10114 bytes)Almirante, Pelintra, Brilhante, Caipira, Expresso, Ventania, Come-Estrada, Calçado, Cabinda, Rompe-Sai, Monarca, Marchador, Trotão, Andador, Resistência, Paciência, Soberano, Peralta, Sultão, Napoleão, Roldão (personagem da história popular de Carlos Magno), Sertanejo, Frente-Aberta, Corre-Mundo, Guerreiro, Pimpão, Corredor, Pinhão, Sete Léguas, Prata, Cartucho, Brioso, Lorena, Sorocaba, Gaúcho, Mineiro, Paulista, Carioca, Campolina (idéia de procedência), Pangaré, Russo, Ruão, Rosilho, Tordilho, Queimado, Leonanco, Pedrês, Castanho, Baio, Pombinho, Veludo, Encerado, Catita, Minerva, Periquito, Camacho, Desafio, Fere-Fogo, Pachola, Ganha-Aposta, Comandante, Dourado, Ouro Preto, Corisco, Marinho, Topetudo, Caturrinha.

Nomes de cães [1]:

Treme-Terra, Mylord, Veludo, Palhaço, Rompe-Rasga, Bocanegra, Bocanera, Feroz, Leão, Relâmpago, Trovão, Pegador, Tigre, Rompe-Ferro, Respeito, Amigo, Fiel, Fera, Feitiço, Júpiter, Destemido, Sentinela, Vigia, Vigilante, Fidalgo, Caçador, Cupido, Confiança, Desconfia, Tupã, Índio, Bugre, Barulho, Atrevido, Caladom Parfuso, Pimenta, Urutu, Jibóia, Capiango, Valentão, Roceiro, Tempestade, Tira-Fama, Espinho, Veneno, Coleira, Capitão, Vencedor, Pombo, Senha, Sarilho, Come-Fogo, Capanga, Companheiro, Olho-Aceso, Sargento, Sentido, Macaco, Perigo, Peitudo, Príncipe e Carranca; (pela raça, característico ou procedência): Dogue, Tejo, Amazonas, Nilo [2], Terra-Nova, Galgo, Fila, Peludo, Cotó, etc.; (pela qualidade): Paqueiro, Perdigueiro, Veadeiro, etc.

Nomes de gatos:

Bichinho, Romão [3], Veludo, Borralheiro, Caça-Rato, Feiticeiro, Mimi, Pardinha, Negrinha, Paquita, Pepita, Catita, Chuchinha, Gracinha, Pirueta, etc.

A lista pode ser muito aumentada, mas o que aí fica pe o suficiente para a documentação deste estudo.


* * *

Este artigo foi publicado no número especial da Evolução, de Cataguases, em 14 de julho de 1915 e os nomes de animais que nele figuram foram colhidos em diferentes localidades mineiras. Foi transcrito na revista Excelsior, de Juiz de Fora.

Nota:

[1]. O erudito e ilustre filólogo doutor João Ribeiro diz a respeito o sgeuinte: "O que, porém, é pouco sabido e creio que ignorado, é que, na sua totalidade, os nomes de cães aclimados na península ibérica têm por etimologias as suas designações gentílicas.

As raças ou variedades mais vulgares são o gaigo, o sabujo, o alão, o podengo, o gozo e o perro.

Os franceses conhecem uma variedade épagneul, vinda naturalmente da Espanha. O cão indígena da Ibéria é evidentemente o perro de paitro, metátase de patrius.

Além do perro (canispatrius), as demais raças são estranhas.

Tais são: o galgo, canis gallicus, da França.

O gozo, canis gothicus, vindo com os bárbaros.

O alão, vindo com os acytas alanos, da idade média (atanus).

O podengo, cão italiano do Norte, oriundo do Pó (podincus).

O sabujo, no cast. sabueso, cão de caça da Saboia (sabaudus). (Est. Phil., 70)

[2]. Leite de Vasconcelos ao informe de que no Museu Britânico encontrou uma pedra com o epitáfio de uma cadela chamada Margarita, isto é, pérola, etc. põe a seguinte nota: "Incidentemente se vê do que digo no texto que o costume que temos hoje de dar nomes aos cães, aos cavalos, aos bois, aos porcos, etc., ascende já à antigüidade". E faz enumeração de diversos, inclusive o Bucéfalo, de Alexandre Magno, (De Camp. a Meir., Lisboa, p. 47-49).

Aos cães dão-se entre nós e vulgarmente nomes de rios "para não se derramarem", isto é, para não terem hidrofobia, segundo a explicação dos alentejanos (os cães estão assim habituados à água! espécie de magia)" (Id. Ib., 49).

[3]. Segundo um informe do distinto folclorista português, senhor Pires de Lima (Rev. Lus., 19, 249).

O santo advogado contra os cães danados é São Romão, conforme as tradições populares, de Santo Thirso.

Esta nota sugere naturalmente a explicação da preferência popular em dar-se aos gatos o nome de Romão. É claro que o intuito é colocá-los sob a proteção do santo advogado contra a raiva.

Também aos cabritos, carneiros, porcos, galinhas e até aos macacos, enfim aos animais domésticos, usa o povo dar-lhes nomes pitorescos.

Quase todo macaco é chamado Simão. E a esse propósito há um caso interessante a considerar. De símio tirou o povo o aumentativo simião, que confundiu com o nome próprio Simeão, o qual contraiu em Simão, com o seguinte desenvolvimento: símio - simião - simeão - Simão.


(Gomes, Lindolfo. Nohil novi...)

Algumas composições musicais brasileiras sobre motivos da fauna:

Galo garnizé, de Luiz Gonzaga e Antônio Almeida; Meu cavalo Alumínio, de Claribalte Passos; Os pintinhos no terreiro, de Zequinha de Abreu; Lobo bobo, de Ronaldo Bôscoll e Carlos Lira; Uma andorinha não faz verão, de Lamartine Babo; Passarinho passarinho, de Lamartine Babo e Alcir Pires Vermelho; Pirilampo, de Oscar Belandi; Tem gato na tuba, de João de Barros e Alberto Ribeiro; Dona Cegonha, de Klécius Caldas e Armando Cavalcanti; Passarinho, piu, piu, de Murilo Caldas e Walfrido Silva; Bem-te-vi, de Catulo da Paixão Cearense; Pandorga, papagaio e pipa, de Armando Cavalcanti e Victor Freire; Boi Barroso (música folclórica); Marcha dos gafanhotos, de Eratóstenes Frazão e Benedito Lacerda; Boi da cara preta, de Paquito e Romeu Gentil; Galo danado, de José Luís Rodrigues Calazans (Jararaca); Sabiá de mangueira, de Benedito Lacerda e Eratóstenes Frazão; Patinho feio, de Oscar Castro Neves; Macaco, não, de Mirabeau; Mamãe eu vi o touro, de Jorge Murad e Jararaca; Pombo correio, de Carolina Cardoso de Menezes; Vaca Malhada, de Luperce Miranda; Couro de gato, de Grande Otelo, Rubens Silva, Popó; Bem-te-vi atrevido, de Lina Pesce; Até logo, crocodilo, de J. Piedade e Osvaldo Gazzaneo; Marcha do caracol, de Peter Pan; Cachorro vira-lata, de Alberto Ribeiro; Galo vermelho, de Ivo Santos; Bem-te-vi, de Sinhô (J. B. da Silva); Borboleta, borboleta, de Marcelo Tupinambá; Urso branco, de Marcelo Tupinambá; Boogie woogie do rato, de Denis Brean; Marrequinha, de Denis Brean; Sabiá na gaiola, de Hervê Cordovil; Periquito da Madame, de Nestor de Holanda e Carvalhinho; Periquitinho verde, de Antônio Nássara e Sá Roris; Tem galinha no bonde, de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira; Uirapuru, de Waldemar Henrique; Boi-Bumbá, de Waldemar Henrique; Burro chucro, de F. A. Bezerra de Menezes; Boi Amarelinho, de Raul Torres; Moda da mula preta, de Raul Torres; É tamandua, de Jair da Silva e Jadir Ambrósia; O boi da cajarana, de Venânclo e Curumbá; Amigo urso, de Henrique Gonçales; Bicharada, de Djalma Ferrelra; Canto do cisne, de Gustavo de Carvalho (Guaraná); Foi boto, Sinhá, de Waldemar Henrique e Antônio Tavernard; Juriti, de Waldemar Henrique e Jorge Hurley; Vagalume, de Victor Simon e Fernando Martins; Tatu subiu no pau, de Eduardo Souto; Burrinha de mola, de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira; Sururu no galinheiro, de Abel Ferreira; Poleiro de pato é no chão, de Rubens Soares; Rolinha, de José Maria de Abreu; Canarinho, de José Maria de Abreu; Pato na lagoa, de Gomes Filho; Os rouxinóis, de Lamartine Babo; A dança do caranguejo, de Nestor de Holanda e Geraldo Medeiros; Eu, hein, boi?, de Arnô Provenzano e Otolindo Lopes; Marcha da lagosta, de Jorge Washington; Peixe vivo (canção folclórica); Passo da girafa, de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira; Fala meu louro, de Sinhô; Azulão, de Manuel Bandeira e Jaime Ovale; Borboleta não é ave, Não puxa Maroca, O rabo do gato e Coelho sai, de Nelson Ferrelra; A patativa, de Augusto Calheiros; Vaca amarela, de Carlos Neto e Lamartine Babo; Sabiá laranjeira, de Milton de Oliveira e Max Bulhões; O buraco do tatu e Asa branca, de Luiz Gonzaga; Passarinho do relógio, de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira; Mula sem cabeça, de J. Júnior e Oldemar Magalhães; Lobo mau, de Célio de Almeida; Carcará, de João do Vale; Picapau e Quem cabras não tem, de Ari Barroso; e Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu.

VERSOS SOBRE OS BICHOS

Vi um tejuassu escrevendo
Vi um tamanduá fiando
Uma raposa bordando
Uma tacaca tecendo
Vi feio macaco lendo
Lagarta fazendo telha
Um bando de rã vermelha
Trabalhando num tapume
Vi um tatu com um cortume
Curtindo couro de abelha
Vi um quati marceneiro
Vi um porco agricultor
Timbu velho entalhador
Um veado sapateiro
Um furão como ferreiro
Uma cotia tocando
Quatro preguiças dançando
Um guará vendendo covos
Um coelho batendo ovos
E um jabuti cozinhando
Vi cassaco numa tenda
Vi um camaleão cantando
Um peru vi demarcando
Vi galo vender fazenda
Um rato fazendo renda
Vi bode serrando ripa
Vi burro fazendo pipa
Um cão fazendo papel
Dois sagüis comprando mel
E um gato vendendo tripa
Vi formiga de chocalho
Formigão de granadeira
Vi dois camarões na feira
Comprando queijo de coalho
Um calangro no trabalho
- melado de mel de furo
Duas ribas num buraco
Plantando de noite e dia
Imboá na freguesia
Tomando dinheiro a juro
Vi mosca batendo sola
Mucuim tocando flauta
Caranguejo de gravata
E pulga tocar viola
Vi cobra jogando bola
Catita a tocar num busso
Punaré fazendo fuso
Um lacrau no desempate
Besouro como alfaiate
Talhando roupas de uso
Mosquito fumar cigarro
Dois mocós puxando um carro
Cururu cantando moda
Duas gias numa roda
A calafetar um barco
E muriçocas de saco
Comprando peixe na praia
Vi duas éguas de saia
E um aratu com um arco
Vi jumento num bilhar
Pegando mesmo no taco
Lagartixa de navalha
Fazendo as barbas dum sapo
E, comendo de toalha
Um anum de guardanapo
Vi peixe bom fogueteiro
Comprando material
Vi papavento mandar
Na rua trocar dinheiro
Vi coruja de embornal
Numa estrada caminhar
Carrapato reboleiro
Comendo farofia pura
Um bando de tanajura
Almoçando num hotel
Um percevejo de pé
C’um cesto de rapadura
Um gavião coronel...


(Barroso, Gustavo. Ao som da viola)

Nomes populares
de plantas brasileiras:

Açoita-Cavalo, Afavaca de Cobra, Algodão Macaco, Aniz de Bode, Araçá de Anta, Araçá Peba, Aranha, Arrebenta Boi, Árvore dos Mosquitos, Árvore Vaca, Assa-Peixe, Assa-Peixe de Goiás, Assa-Peixe do Pará, Baba de Sapo, Banana Sapa, Banha de Galinha, Barata, Baratinha, Barba de Barata, Barba de Bode, Barba de Boi, Barba de Cabra, Barba de Camarão, Barba de Paca, Barba de Tigre, Batata de Porco, Bico de Cegonha, Bico de Papagaio, Boca de Dragão, Boca de Leão, Boca de Sapo, Boceta de Mula, Boi Gordo, Borboleta, Bredo de Veado, Burra Leiteira, Burrão, Butuá de Corvo, Cabeça de Boi, Cabeça de Preguiça, Cacau de Mico, Cacau Jacaré, Cachimbo de Jabuti, Cambri de Cachorro, Canela de Ema, Canela de Garça, Canela de Veado, Cana de Burro, Cana de Jacaré, Cana de Macaco, Cana de Passarinho, Canafístula de Boi, Capa Bode, Capim Barba de Bode, Capim de Bezerro, Capim de Burro, Capim de Carneiro, Capim de Rola, Capim de Sapo, Capim de Tartaruga, Capim Elefante, Capim Onça, Capim Pé de Galinha, Capim Peba, Capim Rabo de Boi, Capim Rabo de Cachorro, Capim Rabo de Gato, Capim Rabo de Mucura, Capim Rabo de Raposa, Capim Rabo de Galo, Carne de Anta, Carne de Vaca, Carrapicho de Beiço de Boi, Carrapicho de Cavalo, Carrapicho de Ovelha, Caruru de Sapo, Caruru de Veado, Casca de Anta, Casca de Anta Brava, Casco de Cavalo, Castanha de Arara, Castanha de Cotia, Castanha de Macaco, Catinga de Bode, Catinga de Formiga, Catinga de Porco, Catinga de Tamanduá, Catinga de Urubu, Chá de Periquito, Chapéu de Cobra, Chifre de Bode, Chifre de Cão, Chifre de Veado, Cipó Camarão, Cipó Carneiro, Cipó Cururu, Cipó de Boi, Cipó de Gato, Cipó de Macaco, Cipó de Sapo, Cipó de Tucunaré, Cipó de Tripa de Galinha, Cocô de Veado, Coração de Boi, Cravo de Urubu, Crista de Galo, Crista do Peru, Cuia de Macaco, Cumaru de Rato, Cupim, Cururu Apé, Dente de Leão, Dragão Fedorento, Erva de Cabra, Erva de Cobra, Erva de Passarinho, Erva de Rato, Espinho de Carneiro, Espora de Galo, Espuma de Galo, Espuma de Sapo, Esterco de Passarinho, Fava de Arara, Fava de Besouro, Fava de Boi, Feijão Bravo, Mata Cabrito, Feijão Catinga de Macaco, Feijão de Boi, Feijão de Porco,Feijão de Rola, Feijão de Vaca, Feijão de Lagartixa, Flor de Besouro, Flor de Papagaio, Flor de Vaca, Flor de Pelicano, Flor Tigre, Folha de Urubu, Folha de Zebra, Fruta de Burro, Fruta de Cachorro, Fruta de Cascavel, Fruta de Coruja, Fruta de Curimatã, Fruta de Ema, Fruta de Guariba, Fruta de Jacaré, Fruta de Jacu, Fruta de Jacu Fêmea, Fruta de Jacu Macho, Fruta de Lobo, Fruta de Manteiga, Fruta de Papagaio, Fruta de Perdiz, Fruta de Pomba, Fruta de Pombo, Fruta de Sabiá, Fruta de Tatu, Fruta de Tucano, Fruta de Víbora, Fruteira de Burro, Fruteira de Perdlz, Fruto de Cachorro, Fruto de Morcego, Fumo de Raposa, Gafanhoto, Galinha Choca, Galo Branco, Goiaba de Anta, Gordura de Porco, Grama Pêlo de Urso, Grão de Bode, Grão de Galo, Grão de Porco, Gravatá das Rãs, Gravatá Zebra, Guabiraba de Cachorro, Goela de Pato, Hortelã de Boi, Ingá Cavalo, Jacaré, Inhame Cigarra, Jararaca, Língua de Boi, Língua de Cutia, Língua de Lagarto, Língua de Teju, Língua de Sapo, Língua de Tucano, Língua de Vaca, Língua de Víbora, Louro Canga de Porco, Maçã de Cobra, Macambira de Boi, Malícia de Boi, Mama de Cachorro, Mão de Calango, Maracujá de Raposa, Maracujá de Rato, Mão de Sapo, Marmelada de Cavalo, Mata Cabra, Mata Pulga, Mata Rato, Meia Pinto, Milho de Cobra, Mijo de Cavalo, Noz de Cobra, Nambu, Olho de Boi, Olho de Cabra, Olho de Porco, Olho de Burro, Olho de Onça, Olho de Gato, Olhos de Pombo, Orelha de Burro, Orelha de Gato, Orelha de Onça, Orelha de Rato, Orelha de Veado, Papagaio, Papo de Peru, Pau de Cobra, Pau de Morcego, Pau de Piranha, Pau de Lagarto, Pau Pombo, Peito de Vaca, Pau de Porco, Pé de Bezerro, Pé de Cabra, Pé de Cavalo. Pé de Elefante, Pé de Galo, Pé de Gralha, Pé de Mico, Pé de Perdiz, Pega Pinto, Pente de Macaco, Pepino de Papagaio, Periquito, Pimenta de Cobra, Pimenta de Galinha, Pimenta de Lagarto, Pimenta de Macaco, Pingüim, Pitanga de Cachorro, Pó de Mico, Pupunha de Porco, Purga de Cavalo, Quiabo de Chifre de Veado, Rabo de Arara, Rabo de Boi, Rabo de Jacaré, Rabo de Macaco, Rabo de Rato, Rabo de Tatu, Rabugem de Cachorro, Rapadura de Cavalo, Rede de Leão, Rosa de Cachorro, Sabiá, Salsa de Cupim, Salsa de Gato, Sangue de Dragão, Tajaz de Cobra, Taquari de Cavalo, Trevo de Boi, Tripa de Galinha, Unha de Anta, Unha de Boi, Unha de Vaca, Unha de Gato, Unha de Veado.

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