Festança

Segundo domingo de outubro: Círio de Nazaré. Conheça
a lenda da
Virgem de Nazaré e as origens da devoção em Belém do Pará.
Como eram organizadas as festas populares nos tempos
da colônia Os senhores do Senado da Câmara. Maneira de anunciar, ao povo,
os divertimentos oficiais. Os almotacés e o bando lido, espetáculosamente, pelas
praças e ruas da cidade. Preparativos para o grande dia. Descrição de uma
praça de curro. Conjuntos musicais. Festas populares, por Luiz Edmundo
"O casamento, na opinião de um dos escritores
mais elegantes deste último quarto de século, - é uma instituição perigosa, que
absorve o indivíduo para conservar a espécie." Casamentos, uma crônica de Joaquim
José da França Júnior.
Cancioneiro:

Os versos do bumba-meu-boi, recolhidos por Melo
Morais Filho.
Dois pasquins sobre eleições,
recolhidos por Rossini Tavares de Lima no litoral norte de São Paulo.
Costumes e usos antigos, cordel do
cantador e poeta popular pernambucado Antônio Batista Guedes.
Imaginário:

4 de outubro, dia de São Francisco de Assis. Conheça
a lenda do nascimento
de São Francisco de Assis, no tempo em que Jesus e São Pedro andavam pelo mundo.
"Era uma vez um velho muito rico e viúvo que
tinha três filhos bonitos e fortes. Quando nascia um deles o pai plantava uma
árvore." A história de Pedro, José e João.
"Contam que um moço estava pescando peixe, de
cima de um mutá. A velha gulosa veio pescando com tarrafa pelo igarapé." A lenda indígena
acerca da velha gulosa, recolhida por Couto de Magalhães.
Oficina:

Beatriz
da Banha, figura bizarra de mulher masculinizada Suas preferências e ojerizas
Pregão musical para vender sua mercância, vendedora de perfumes
Modo de tirar o ouro das minas do
Brasil e ribeiros delas, por André João Antonil.
Talvez a mais original de todas as manifestações
da arte popular no Rio Grande do Norte seja o enchimento de garrafas com areias da praia de
Tibau.
Palhoça:

Hábitos e costumes dos índios
tupinambá no século XVI, descritos por Hans Staden: como os homens se enfeitam e que
tipo de nome têm, quais são os enfeites das mulheres, como as crianças recebem
seu primeiro nome, quantas mulheres um homem tem e como se comporta em relação a elas e
como eles combinam os casamentos.
As reminiscências de Herman Lima, em uma visita à casa
paterna, no Ceará.
O príncipe Obá, que viveu no Rio
de Janeiro, na segunda metade do século XIX, descrito por Melo Morais Filho.
Colher de Pau:

"Recebendo os jovens caçadores com gestos de
cortesia, o velho serviu-lhes uma bebida deliciosa, contou-lhes sua história
."
Conheça a lenda
indígena da erva-mate.
"Plantam-se estes amendoins em terra solta e úmida,
na qual planta e benefício dela não entra homem macho." Gabriel Soares de Souza
escreve sobre os amendoins no Brasil do século XVI.
Um banquete brasileiro para quarenta
pessoas, no século XIX.
Panacéia:

Crendices e superstições das Alagoas
A oração de Santo Lenho, que livra
de males, misérias, feitiços e doenças contagiosa, recolhida por Alceu Maynard Araújo.
Coração ou Pão por Deus são
mensagens feitas de papel multicor, recortado em caprichosas filigranas e pacientes
rendilhados, que dentro contêm um pedido em forma de verso, e eram comuns em algumas
regiões de Santa Catarina.
Catavento:

Adivinhas
Arraias
As fitas
Cantiga
de roda
Pedra
papel e tesoura
Almanaque:

Jogos e passatempos para todas as
idades
Frei
João sem cuidados
Farofa
com F
O castigo
do vaidoso
O
Brasil Anedótico
Questão
de pronúncia
Provérbios
No
estradão
|