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Setenta e duas expressões populares relativas a comida e ao ato de comer, com diferentes sentidos:

A carne é fraca

Água que passarinho não bebe

Angu de caroço

Apressado come cru

Arroz de festa

Assobiar e chupar cana

Segurar uma batata quente

Bate-boca

Beleza não põe mesa

Caiu na casquinha, é sorvete

Caiu na rede, é peixe

Cara de quem comeu e não gostou

Ser carioca da gema

Chorar as pitangas

Colocar a mão na massa

Ficar com água na boca

Comer com os olhos

Comer gato por lebre

Comer mingau pelas bordas

Comer o pão que o diabo amassou

Cuspir no prato onde comeu

Mudar da água para o vinho

Falar da boca para fora

Dar mais que chuchu na serra

Dar uma banana

De grão em grão a galinha enche o papo

Descascar um abacaxi

Deu crepe

Doce não é feijão

É de se beber de joelhos

É de se comer rezando

Mamão com açúcar

Siri com Toddy

É um pepino

Sopa no mel

Encher lingüiça

Engrossar o caldo

Ficar com a faca e o queijo na mão

Falar abobrinhas

Farinha do mesmo saco

Farinha pouca, meu pirão primeiro

Homem se conquista pela boca

Ir direto ao pote

Juntar a fome com a vontade de comer

Levar o maior pepino

Mandar às favas

Ficar com a cabeça igual a uma gelatina

Chorar sobre o leite derramado

Colocar a azeitona na empadinha alheia

Confundir alhos com bugalhos

Confundir Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão

Não ser de fritar bolinhos

Ter o olho maior que a barriga

Pagar o pato

Pão, pão, queijo, queijo

Para fazer maionese, é preciso quebrar alguns ovos

Pimenta nos olhos dos outros é refresco

Pular da frigideira pro fogo

Pisar na jaca

Preço de banana

Quem não arrisca, não petisca

Quem não chora, não mama

Fazer uma sangria desatada

Sopa no mel

Tem carne fresca no mercado

Tomar um chá de cadeira

Plantar batatas

Vender o peixe

Você pensa que cachaça é água?

É de pequeno que se torce o pepino

Galo onde canta, janta

As quatro coisas melhores do mundo são três: comer e dormir

 

 

Ilustração extraída de Luiz Edmundo. O Rio de Janeiro no tempo dos vice-reis.

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