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A origem dos nomes de alguns Estados Brasileiros

Acre: É controvertida a origem desse nome; conforme alguns, teria origem na palavra tupi, aquiru, que significa rio verde; conforme outros, a palavra é corruptela de Aquiri, nome de um rio da região, também de etimologia tupi; numa certa carta o nome desse rio teria sido mal escrito, dando pretexto a que se lesse "Agri" ou "Acre".

Alagoas: O nome desse estado nasceu das muitas lagoas costeiras que o seu litoral apresenta; o "a" inicial é um simples fenômeno metaplasmo de prótese.

Amapá: O nome dado ao território provém do tupi, amapá, nome de uma árvore da família das apocináceas (Parahancornia amapa), de madeira útil, e cuja casca, amarga, exsuda látex medicinal, de aplicação no tratamento da asma, bronquite e afecções pulmonares, tendo seu externo poder resolutivo e cicatrizante de golpes e feridas.

Amazonas: provém do latim amazona: mulher de caratér guerreiro e viril. Mulher que monta cavalo. O primeiro explorador do estado do Amazonas foi o espanhol Francisco Orellanas, que descia o rio, vindo do Peru, quando pensou te visto uma tribo de mulheres guerreiras. Como existia a lenda grega, foi esse o nome escolhido para denominar o grande rio. Daí o nome do estado.

Ceará: Para alguns, este nome vem de ciará "canto de jandoin", no dizer dos índios; outros vêem a formação da palavra em ceuro "canto forte" e zara "pequena arara". Há quem veja no nome Saara, a origem. Os primeiros exploradores da terra viram notável semelhança na região com o famoso deserto africano. Apresenta-se o étimo ci e araã "moléstia do calor"; lugar sujeito às moléstias do calor ou da seca.

Goiás: Seu nome vem de Goiá, tribo indígena antiga. Para outros, o nome teve origem no tupi, gwa ya, cujo o significado é "gente semelhante", "indivíduo da mesma raça". Outros vêem o nome em guaiás, que significa "nomes de índios".

Maranhão: O nome desse Estado, segundo a opinião mais comum, veio do nome do rio Marañon; ao que se conta, os primeiros exploradores teriam dado esse nome ao rio, para indicar, em castelhando, que não era mar; mar non. Outros autores dão como origem do nome as palavras tupis, mbara, que significa "mar", e , que significa "corrente". Para outros, o nome ter-se-ia originado da maranhas, topônimo de Minho (província de Portugal). Finalmente, outros procuram localizar o étimo do nome desse estado na expressão tupi-guarani mair-anhangá, que significa "espírito de mair".

Minas Gerais: O nome desse estado adveio-lhe do fato de ser o depositário das mais abundantes minas dos mais diversos elementos. Afirmam, entretanto, os estudiosos, que o adjetivo gerais, foi unido para colocar em evidência a oposição entre as minas particulares e não particulares; eram particulares as minas dos rios das Velhas, das Mortes e dos Caetés.

Pará: Seu nome, para alguns autores, vem do rio afluente do Amazonas, Pará, ou pa’ra, do tupi, que significa "mar".

Paraná: Do tupi para ná, "semelhante ao mar". Canal que liga dois rios.

Pernambuco: Pernambucos. Do topônimo Pernambuco. Elemento substantivo masculino plural, Brasil, RS. Usado na locução "estar nos pernambucos": achar-se à vontade, a gosto, na situação desejada.

Rio de Janeiro: Coube à primeira expedição exploradora da costa leste do Brasil, realizar o descobrimento, a 1º de janeiro de 1502, da magnífica baía da Guanabara. Pela data e pelo costume, então vigente, de ser designado rio qualquer embocadura, mesmo não sendo de caratér estritamente fluvial, a esta foi dada a denominação, e sempre mantida, de Rio de Janeiro.

***
Essa noite eu tive um sonho.
Mas que sonho atrevido,
Sonhei que era o babado
Da barra do teu vestido.
***

 
Assim:
• Dizer o milagre, mas não o santo.
• Quem está na chuva é para se molhar.
• Quem tem rabo de palha não se senta perto do fogo.
• O que entra por um ouvido e sai por outro.
• Nada como um dia após o outro.
• Contar com o ovo na barriga da galinha.
• Filho de peixe, peixinho é.
• Pimenta nos olhos dos outros é refresco.
• Ficar num mato sem cachorro.
Papagaio come milho, periquito leva fama.
Ou assim?
• Gato escaldado, morre.
• Em casa de ferreiro, só tem ferro.
• Boca fechada não fala.
• O pior cego é aquele que anda sem bengala.
• Há males que vêm para pior.
• Quem com ferro fere, com ferro feriu.
• Quem tem boca, vai ao dentista.
• Antes tarde, do que mais tarde.
• Quem cedo madruga, fica com sono o dia todo.

Anúncio publicado em Fon Fon. Rio de Janeiro, 21 de janeiro de 1928

 

*** 
O tempo

O tempo perguntou ao tempo
Quanto tempo o tempo tem
O tempo respondeu ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto tempo o tempo tem
***

***
Nuvens

Carneiros branquinhos
Pelo céu correndo ao léu
Alegres… doidinhos…
***

 

(Recolhido de um vendedor de batata doce do bairro de Vila Mariana, São Paulo, SP, em 1948)

Batata doce
Tá quentinha,
Ó! Que beleza
De sobremesa
Dona Teresa
Traz a bandeja
E leva a sobremesa
Que beleza.
Olha a batata doce
Depressa dona Maria,
Traga a bacia
Senão esfria.
 

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• Por falta de roupa nova, passei ferro na véia!
• Se eu tivesse estudado não estaria aqui
• Beijo não mata a fome mas abre o apetite.
• Estrada reta é igual a mulher sem cintura, só dá sono.
• Só não mando minha sogra pro inferno... Porque tenho pena do diabo!

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