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Ano IV - novembro 2001 - nº 39

Sua revista com a cara e a alma brasileira

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SUMÁRIO - Nesta seção você tem acessos aos sumários de todas as edições da Jangada Brasil

seta.gif (496 bytes) FESTANÇA
As reminiscências de Jorge Americano e os enterros na São Paulo daquele tempo.

"O jongo é uma dança de origem africana da qual participam homens e mulheres..." O jongo e o jongo de Taubaté, por Alceu Maynard Araújo. Com partituras e arquivos MIDI.

"Os indigentes iam para a vala comum, hoje para a cova rasa. Os mais bem aquinhoados pela fortuna sepultavam-se nas catacumbas, hoje carneiros, pela semelhança com esse animal, pelo revestimento da cova em cal ou mármore." Finados, por Marisa Lira.

seta.gif (496 bytes) CANCIONEIRO

"... dizem, quando se principia a cantar uma excelença Nossa Senhora se ajoelha para só se levantar quando terminam..." Excelências e benditos cantados no nordeste brasileiro em meados do século XX.

"Vilela era natural / Do sertão pernambucano, / E ele, desde o princípio / Que tinha o gênio tirano: / Comete o primeiro crime / Com a idade de dez ano." A versão do cantador Simfrônio da Cantiga do Vilela romance popular no nordeste brasileiro.

20 de novembro, dia da consciência negra. A história de Zumbi e os quilombos dos Palmares, cordel de José Francisco Borges.


seta.gif (496 bytes) IMAGINÁRIO

"Esta certeza de que ninguém escapa à morte no dia marcado se consubstancia também numa história sertaneja..." A lenda da morte, por Gustavo Barroso.

"- Um carro de enterro parar logo aqui, e isso em dia de casamento!... É mau agouro!..." O carro de enterro, um causo de Viriato Padilha.

"Mandou o dono que Malazarte levasse o carro de bois e o metesse numa sala sem passar pelas portas. Malazarte despedaçou o carro, partiu os bois em quatro e jogou tudo pela janela." Seis aventuras de Pedro Malazarte, registradas por Luís da Câmara Cascudo.


seta.gif (496 bytes) OFICINA

Do cultivo e preparo do tabaco no Brasil colonial, por André João Antonil.

"Há dois tipos de fotógrafo trabalhando nas áreas de lazer em São Paulo. Um é a figura conhecidíssima do lambe-lambe e a outra é a do fotógrafo jovem que anda de um lado para outro, carregando duas ou mais máquinas a tiracolo..." Lambe-lambe.

O mutirão e a traição, formas de cooperação na zona rural, por Hernani de Carvalho.


seta.gif (496 bytes) PALHOÇA

Velórios e sentinelas. Os ritos funerários no interior do Estado de Sergipe por volta de meados da década de 1960, descritos por Deda Carvalho.

As igrejas e as cerimônias de batismo e de funerais no Rio de Janeiro de início do século XIX descritas pelo comerciante inglês John Luccock.

Cemitérios e enterros no Rio de Janeiro de outrora, por Gastão Cruls.


seta.gif (496 bytes) COLHER DE PAU

"Até mui pouco tempo não se dizia – um jantar. Nas casas ricas, se anunciava: A janta está na mesa. A gente de menos trato dizia: o di-comer está botado...." Outrora, no Ceará.

O reverendo americano Daniel Parish Kidder escreve sobre o mate e a carne-seca no sul do país, em meados do século XIX.

O viajante americano Thomas Ewbank escreve sobre o uso do mate no Brasil.


seta.gif (496 bytes) PANACÉIA

"O meio que a gente desprevenida encontrou para livrar-se desses sobressaltos e dar uma solução à freqüência dos casos foi recorrer à crendice..." Espinha de peixe, por Osvaldo Orico.

"Pelo norte do Brasil (Ceará, Piauí, Maranhão) havia e continua havendo a tradição de oferecer um jantar aos cachorros em homenagem a São Lázaro ou a São Roque..." Promessa de jantar aos cachorros, por Luís da Câmara Cascudo.

A casa das almas. A visão de João do Rio sobre a religião dos minas no Rio de Janeiro do começo do século XX.


seta.gif (496 bytes) CATAVENTO

seta.gif (496 bytes) ALMANAQUE

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