FESTANÇA |
As reminiscências de Jorge Americano e os enterros
na São Paulo daquele tempo.
"O jongo é uma dança de
origem africana da qual participam homens e mulheres..." O jongo e o jongo de Taubaté, por Alceu Maynard Araújo.
Com partituras e arquivos MIDI.
"Os
indigentes iam para a vala comum, hoje para a cova rasa. Os mais bem aquinhoados pela
fortuna sepultavam-se nas catacumbas, hoje carneiros, pela semelhança com esse animal,
pelo revestimento da cova em cal ou mármore." Finados,
por Marisa Lira. |
CANCIONEIRO |
"... dizem, quando se principia a
cantar uma excelença Nossa Senhora se ajoelha para só se levantar quando
terminam..." Excelências e benditos
cantados no nordeste brasileiro em meados do século XX.
"Vilela
era natural / Do sertão pernambucano, / E ele, desde o princípio / Que tinha o gênio
tirano: / Comete o primeiro crime / Com a idade de dez ano." A versão do cantador
Simfrônio da Cantiga do Vilela romance
popular no nordeste brasileiro.
20
de novembro, dia da consciência negra. A história de
Zumbi e os quilombos dos Palmares, cordel de José Francisco Borges.
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IMAGINÁRIO |
"Esta certeza de que ninguém escapa
à morte no dia marcado se consubstancia também numa história sertaneja..." A lenda da morte, por Gustavo Barroso.
"-
Um carro de enterro parar logo aqui, e isso em dia de casamento!... É mau
agouro!..." O carro de enterro, um causo
de Viriato Padilha.
"Mandou
o dono que Malazarte levasse o carro de bois e o metesse numa sala sem passar pelas
portas. Malazarte despedaçou o carro, partiu os bois em quatro e jogou tudo pela
janela." Seis aventuras de Pedro Malazarte,
registradas por Luís da Câmara Cascudo.
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OFICINA |
Do cultivo
e preparo do tabaco no Brasil colonial, por André João Antonil.
"Há
dois tipos de fotógrafo trabalhando nas áreas de lazer em São Paulo. Um é a figura
conhecidíssima do lambe-lambe e a outra é a do fotógrafo jovem que anda de um lado para
outro, carregando duas ou mais máquinas a tiracolo..." Lambe-lambe.
O mutirão e a traição, formas de cooperação na zona
rural, por Hernani de Carvalho.
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PALHOÇA |
COLHER DE PAU |
"Até mui pouco tempo não se dizia
um jantar. Nas casas ricas, se anunciava: A janta está na mesa. A gente de
menos trato dizia: o di-comer está botado...." Outrora, no Ceará.
O
reverendo americano Daniel Parish Kidder escreve sobre o
mate e a carne-seca no sul do país, em meados do século XIX.
O
viajante americano Thomas Ewbank escreve sobre o uso do mate
no Brasil.
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PANACÉIA |
"O meio que a gente desprevenida
encontrou para livrar-se desses sobressaltos e dar uma solução à freqüência dos casos
foi recorrer à crendice..." Espinha de peixe,
por Osvaldo Orico.
"Pelo norte do Brasil (Ceará, Piauí, Maranhão) havia e continua
havendo a tradição de oferecer um jantar aos cachorros em homenagem a São Lázaro ou a
São Roque..." Promessa de jantar aos cachorros,
por Luís da Câmara Cascudo.
A casa das almas. A visão de João do Rio sobre a
religião dos minas no Rio de Janeiro do começo do século XX.
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CATAVENTO |
ALMANAQUE |
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