EDIÇÕES ANTERIORES
Ano III - novembro 2000 - nº 27

Sua revista com a cara e a alma brasileira

Ilustração de Marcos Jardim

Ano V

Nº 59 - Julho 2003


Nº 58 - Junho 2003


Nº 57 - Maio 2003


Nº 56 - Abril 2003


Nº 55 - Março 2003


Nº 54 - Fevereiro 2003


Nº 53 - Janeiro 2003


Nº 52 - Dezembro 2002


Nº 51 - Novembro 2002


Nº 50 - Outubro 2002


Nº 49 - Setembro 2002



Ano IV


Nº 48 - Agosto 2002


Nº 47 - Julho 2002


Nº 46 - Junho 2002


Nº 45 - Maio 2002


Nº 44 - Abril 2002


Nº 43 - Março 2002


Nº 42 - Fevereiro 2002


Nº 41 - Janeiro 2002


Nº 40 - Dezembro 2001


Nº 39 - Novembro 2001


Nº 38 - Outubro 2001


Nº 37 - Setembro 2001



Ano III


Nº 36 - Agosto 2001


Nº 35 - Julho 2001


Nº 34 - Junho 2001


Nº 33 - Maio 2001


Nº 32 - Abril 2001


Nº 31 - Março 2001


Nº 30 - Fevereiro 2001


Nº 29 - Janeiro 2001


Nº 28 - Dezembro 2000


Nº 27 - Novembro 2000

Nº 26 - Outubro 2000

Nº 25 - Setembro 2000


Ano II


Nº 24 - Agosto 2000

Nº 23 - Julho 2000

Nº 22 - Junho 2000

Nº 21 - Maio 2000

Nº 20 - Abril 2000

Nº 19 - Março 2000

Nº 18 - Fevereiro 2000

Nº 17 - Janeiro 2000

Nº 16 - Dezembro 1999

Nº 15 - Novembro 1999

Nº 14 - Outubro 1999

Nº 13 - Setembro 1999


Ano I

Nº 12 - Agosto 1999

Nº 11 - Julho 1999

Nº 10 - Junho 1999

Nº 09 - Maio 1999

Nº 08 - Abril 1999

Nº 07 - Março 1999

Nº 06 - Fevereiro 1999

Nº 05 - Janeiro 1999

Nº 04 - Dezembro 1998

Nº 03 - Novembro 1998

Nº 02 - Outubro 1998

Nº 01 - Setembro 1998

SUMÁRIO - Nesta seção você tem acessos aos sumários de todas as edições da Jangada Brasil

seta.gif (496 bytes) FESTANÇA
O dia de Finados, por Luís da Câmara Cascudo.

O dia dos mortos no Rio de Janeiro, pelo viajante Ferdinand Denis.

Jean-Baptiste Debret descreve um cavaleiro de Cristo exposto em seu ataúde.

"Descrevamos o que se dava, no começo deste século, na Cadeia Velha e Valongo, em uma casa dessa gente, por ocasião da morte de um deles..." A morte e os ciganos no Brasil, por Melo Morais Filho.

seta.gif (496 bytes) CANCIONEIRO

Incelências, excelências ou incelenças são cantos entoados à cabeceira dos moribundos, e crê-se que facilitam a entrada no céu. Incelências recolhidas no Estado de Pernambuco, por Valdemar Valente.

Merendins, a poesia funerária dos ciganos no Brasil.

Xácara à funesta morte de Dona Ana Faria e Souza, baseada em um triste fato ocorrido em 1710, em Recife.


seta.gif (496 bytes) IMAGINÁRIO

"Na choupana da finada Xica os que estavam de sentinela ao cadáver, assombrados com a tormenta, deitando-se de bruços com a boca colada no chão..." O enterro, um conto de Manuel Ambrósio.

Um homem que tinha tantos filhos que não achava mais quem os batizasse, então decidiu ser o compadre da morte.

Conheça o lobisomem, ente infeliz, que em certas noites cumpre seu horrível fadário até livrar-se do encantamento.


seta.gif (496 bytes) OFICINA

"Eu vinha vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão formoso, onde se amontoam as cousas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o serviço de enterramentos..." Os urubus, uma crônica de João do Rio.

O ritual do Nosso-pai, a comunhão levada ao moribundo, descrito por Melo Morais Filho.

Um funeral moçambique em 1830, por Melo Morais Filho.


seta.gif (496 bytes) PALHOÇA

Alceu Maynard Araújo descreve costumes e práticas que cercam a morte, enterro e luto.

"Quando o corpo sai de casa, o relógio é parado e as cadeiras são viradas, para que o espírito do morto não fique sentado em algumas delas." Costumes relativos ao enterro, no vale do Itajaí.

Cerimônia dos funerais no Rio de Janeiro do século XIX, por Ferdinand Denis.


seta.gif (496 bytes) COLHER DE PAU

O leite de coco, um dos mais populares condimentos utilizados no Brasil e em diversas outras partes do mundo. Um texto de Luís da Câmara Cascudo.

Uma receita, em versos, do modo de se preparar o chimarrão.

"A refeição principal consta de um jantar ao meio-dia, por ocasião da qual o chefe da casa, sua esposa e filhos às vezes se reúnem ao redor da mesa...", Convites a jantar no Brasil do século XIX, pelo viajante John Luccock


seta.gif (496 bytes) PANACÉIA

As cerimônias feitas pelos índios tupinambás ao enterrarem seus mortos, no Brasil do século XVI, descritas por Gabriel Soares de Souza.

Incelências, excelências ou incelenças são cantos entoados à cabeceira dos moribundos, e crê-se que facilitam a entrada no céu. Leia: Velório e sentinelas, por Alceu Maynard Araújo.

Cinqüenta crendices e superstições ligadas à morte, recolhidas no Estado do Espírito Santo.


seta.gif (496 bytes) CATAVENTO

seta.gif (496 bytes) ALMANAQUE

Jangada Brasil © 1998-2002