FESTANÇA |
CANCIONEIRO |
IMAGINÁRIO |
"Na choupana da finada Xica os que
estavam de sentinela ao cadáver, assombrados com a tormenta, deitando-se de bruços com a
boca colada no chão..." O enterro, um conto de Manuel Ambrósio.
Um
homem que tinha tantos filhos que não achava mais quem os batizasse, então decidiu ser o compadre da morte.
Conheça
o lobisomem, ente infeliz, que em certas
noites cumpre seu horrível fadário até livrar-se do encantamento.
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OFICINA |
"Eu vinha
vindo com o frescor da manhã por aquele trecho da praia de Santa Luzia, tão suave e tão
formoso, onde se amontoam as cousas lúgubres da cidade - a Santa Casa, o Necrotério, o
serviço de enterramentos..." Os urubus, uma crônica de João do Rio.
O ritual do Nosso-pai, a comunhão levada ao moribundo, descrito por Melo Morais Filho.
Um funeral moçambique em 1830, por
Melo Morais Filho.
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PALHOÇA |
COLHER DE PAU |
O leite de
coco, um dos mais populares condimentos utilizados no Brasil e em diversas
outras partes do mundo. Um texto de Luís da Câmara Cascudo.
Uma receita, em versos, do modo de se preparar o chimarrão.
"A
refeição principal consta de um jantar ao meio-dia, por ocasião da qual o chefe da
casa, sua esposa e filhos às vezes se reúnem ao redor da mesa...", Convites a jantar no Brasil do século XIX, pelo viajante
John Luccock
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PANACÉIA |
As cerimônias
feitas pelos índios tupinambás ao enterrarem seus
mortos, no Brasil do século XVI, descritas por Gabriel
Soares de Souza.
Incelências, excelências ou incelenças são cantos
entoados à cabeceira dos moribundos, e crê-se que facilitam a entrada no céu. Leia: Velório e sentinelas, por Alceu
Maynard Araújo.
Cinqüenta crendices e
superstições ligadas à morte, recolhidas no Estado
do Espírito Santo.
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CATAVENTO |
ALMANAQUE |
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