Festança

As celebrações das tradições religiosas do tempo quaresmal
em Coruripe, Alagoas.
O maculelê, jogo de bastões
remanescente dos antigos cucumbis, por Edison Carneiro.
15 de março, dia do Circo.
Dois textos sobre essa antiga forma de distração popular:
- Circo de
bolantins, por Alceu Maynard Araújo.
- Circo de cavalinhos
Cancioneiro:

"Eu sou o boi Pintadinho / Boi corredor de fama /
Que tanto corre no duro / Como na várzea de lama" O boi Pintadinho
"Conheci a tia Chica em 1924, num veraneio
passado em Ubatuba, na ilha de São Francisco, e noutro, em 1926, tornei-me seu amigo e
confidente. Ela morava numa casinha de madeira, duma só peça, não muito longe do mar.
Devia ter mais ou menos 70 anos..." Os versos de tia Chica, recolhidos por Mário
Birnfeld.
"Amigos, vamos falar / Em que chegou o siri / A
1.200 a dúzia / Coisa queu nunca vi..." Os siris de Trás-do-Morro, um
pasquim catarinense composto por Manuel José de Borba.
Imaginário:

Duas lendas dos índios terena: A aposta e Artimanha.
"No tempo em que Jesus andava pelo mundo com o
apóstolo Pedro, disseram que ele ia passar por uma vila onde morava uma viúva muito
piedosa e sem malícia..." O alfaiate malandro, uma narrativa
popular sobre as andanças de Jesus e São Pedro pelo mundo.
"E é isto que dana o vaso morto: ver-se
reduzido ao papel de vaso-de-noite...
Devido a esse fato, ele guarda rancor terrível a tudo e a todos. ..." A lenda do vaso
morto.
Oficina:

Seu Bio,
vendedor de fumo e rapé, um tipo popular do Recife antigo, descrito por Eustórgio
Wanderley.
"O trabalho, por mais simples ou mais pesado
que seja, faz-se melhor se ritmado ao som de uma cantiga..." Velhos cantos de trabalho, por
Guilherme Santos Neves.
A cantiga dos meninos capinadores de
rua na Belo Horizonte da primeira metade do século XX.
Palhoça:

"O abraço é um dos gestos mais comuns de todo
brasileiro. Com a maior facilidade, os filhos desta imensa terra se abraçam em público,
ou em casa, o que chama a atenção dos estrangeiros, habituados ao simples aperto de
mão..." Os
abraços, por Gustavo Barroso.
A cidade de Salvador
em meados do século XIX, descrita pelos reverendos americanos
Kidder e Fletcher.
"Quando penetrei nos Caprichosos, os
admiradores de J. B. Silva (Sinhô) e do Caninha dançavam, torcendo o pescoço numa
denúncia de alegria excepcional..." Orestes Barbosa descreve um baile na Sociedade
Dançante Familiar Caprichosos da Estopa, no
Rio de Janeiro em 1923.
Colher de Pau:

O arroz de cuxá, prato típico da
culinária maranhense. Uma receita e um poema de Artur Azevedo.
Comidas e bebidas ao paladar gaúcho:
churrasco, arroz de carreteiro, guisado de tropeiro, fervido ou puchero, espinhaço
de ovelha, chimarrão e sobremesas.
Chama-se jeropiga a uma bebida alcóolica feita com
suco de frutas, álcool e açúcar. A jeropiga e o folclore, por Luiz
R. de Almeida.
Panacéia:

Cântico para as almas: costume tradicional realizado durante a quaresma, em Redenção da
Serra, São Paulo.
"Santa Luzia Maravilhosa / Que viveste em
castidade / És remédio copiosa / Dá-me vista e claridade". Diversas orações e benzeduras
usadas em Tubarão.
"Chifre quemado ispanta as cobra e os bicho
ruim..." Trinta
crendices do folclore mineiro.
Catavento:

Adivinhas
Bão balalão
Cantiga de roda
Fórmulas de escolha
O bodoque e a seta
Almanaque:

Apelidos
usados na cidade de São Paulo
Ave Maria
Zé
Limeira
Causinho
Anedota
Histórica
Na
parede do boteco
Patativa
do Assaré
Barão
de Itararé
Causo do
Leota
Calendário
No
Estradão
Provérbios
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