| "Ali, à noitinha, os escravos
entravam nas embarcações, escondiam-se nos porões, e por cima deles estendiam os feixes
de capim." As
barcaças de capim, por Mário Sette.
"Vejo expostos aqui ao seu ardor trinta negros e negras curvados para a terra, e
excitados a trabalhar por um feitor armado de um chicote que pune o menor repouso..."
O eito e a
senzala, as impressões do viajante francês L. F. de Tollenare, em Pernambuco em
1816.
Cerâmica popular do Nordeste. Um
pouco da arte de trabalhar o barro, tranformando-o em objetos de utilidade ou peças
decorativas. |