Festança

O viajante americano Thomas Ewbank descreve uma procissão de
coletas para a festa do Divino Espírito Santo no Rio de Janeiro do século XIX.
As origens da festa do Divino Espírito
Santo, por Walter Spalding.
A folia do Divino,
descrita pelo viajante e artista francês, Jean-Baptiste Debret.
Cancioneiro:

O ABC dos negros colhido no Maranhão
por Leonardo Mota, reflexo do pensamento preconceituoso e discriminatório contra os
negros após a abolição da escravidão.
"De Salomão a ciência / Eu já sei toda de
có / Pai e mãe é muito bom / Barriga cheia é mió..." Um poema matuto recolhido por José de
Carvalho.
A poesia religiosa dos cantos entoados na folia do Divino
Espírito Santo,em Goiás, recolhidos por José A. Teixeira.
Imaginário:

O diabo no folclore do nordeste. Velhas lendas sobre o diabo, ao
tempo em que muito se acreditava nas artimanhas do maligno.
Pequenas lendas da poranduba
catarinense: o cabeleira, o sete-cuias, o minhocão, a garrafinha, a cigarra, a lagoa
do Bicho, o lobishomem, as bruxas, coisas do demo; a mula-sem-cabeça e o boitatá.
"Havia um moço que gostava muito de jogar. Aos
conselhos dos mais velhos, costumava dizer que perdia apenas o seu dinheiro e que isto
não é muita coisa..." Artes de Branca-Flor.
Oficina:

"De estratégias não se valiam os brancos para realizar o crime que flagelava
a África!... De tudo quanto a imaginação pode compreender de mais pérfido e a
tirania de mais horroroso, lançava-se mão a todo instante..." Na terra e no mar,
por Melo Morais Filho.
Atividades comerciais em Belém do
Pará de fins do século XIX e início do século XX. Uma seleção de anúncios
publicados na revista A Semana no ano de 1920.
As técnicas e equipamentos utilizados para o
trabalho de fiação.
Palhoça:

A confecção dos pitos de barro feitos pelos
caboclos brasileiros.
13 de maio, Abolição da Escravatura:
O suplício dos anjinhos. Os horrores sofridos pelos negros
escravos a bordo dos navios negreiros, descritos por Melo Morais Filho.
• Maio, o mês
mariano, cantado e festivo, nas residências familiares do
antigo Recife constituía um motivo de encanto religioso e um
chamariz profano de namoros. As reminiscências de Mário Sette.
Colher de Pau:

"Não come mas tem dente, / Tem barba e não é
gente" Conheça mais sobre o alho, tempero indispensável na
culinária brasileira.
As origens e diversidades do beiju, bolo de farinha de mandioca,
uma contribuição indígena à culinária brasileira.
"Na esquina, defronte, dona Chicota e as
irmãs, doceiras profissionais, a grosso e a retalho. Logo de manhã, soltavam na rua mais
de vinte moleques com os tabuleiros. O próprio ar adocicava com os pregões e o cheiro
das cocadas e
alfenins..." Cocada e alfenim, por Mauro Mota.
Panacéia:

"Sete anos antes de acabar o mundo não nascerão
mais crianças nem os galos cantarão..." Crendices e superstições
registrados no município de Guararema, Santa Catarina, no ano de 1950, por Silveira
Júnior.
A presença do louva-deus ou põe-mesa, como
é conhecido no norte, é sempre indício de bom agouro.
"Quando se vê uma figa ornando o bracinho dos
bebês, suspensa na pulseira ou pendente do cordão de ouro das crianças, mal se imagina
o que representa, em sua origem, e como a interpreta a psicanálise." Osvaldo Orico
escreve sobre a
figa.
Catavento:

Adivinhas
Cantiga de roda
Cada macaco no seu galho
Cinco marias
Trava-linguas
Almanaque:

As Estrambóticas Aventuras de Joaquim Bentinho 1 - 2
Causos do Leota: O Dono da Ema
Calendário
Parede do Boteco
Barão do Itararé
Matutos no trem
No estradão
Provérbios |