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Ano 4 - julho  2002 - nº 47

Sumário - Julho  2002 - nº 47

Sumário

Festança

Cancioneiro

Imaginário

Oficina

Palhoça

Colher de Pau

Panacéia

Catavento

Almanaque

Colaborações
 

Festança

• "A escola Unidos do Salgueiro chamava-se antes Três Unidos, pois resultou da fusão de três grupos diferentes de sambistas do Salgueiro. Os pontos de reunião para o samba eram o Terreiro Grande e o Sunga-Camisa." Unidos do Salgueiro, 1953, por Edison Carneiro.

"Antigamente, Santo Aleixo, que se festeja a 17 de julho, era o padroeiro dos professores." Santo Aleixo e os antigos professores no Rio de Janeiro, por Mariza Lira.

Uma eleição do rei do Congo, em Itamaracá, Pernambuco, no ano de 1814, descrita pelo viajante Henry Koster.

Cancioneiro:

A velha Bizunga, um canto popular do Brasil recolido por Sílvio Romero em Maricá, Rio de Janeiro, en fins do século XIX.

• "- Marido, se alevante, / Deixe de ser preguiçoso, / O homem que não trabalha / Não pode comer gostoso." Uma coleção de versos sobre o preguiçoso e sua mulher, colhidos no estado de Sergipe, por Jackson da Silva Lima.

• "Dizem, não sei se é ditado, / Que ao diabo ninguém logra; / Porém vou contar o caso / Que se deu com minha sogra." A sogra enganando o diabo.

Imaginário:

• "Uma vez havia um rei que tinha seu palácio defronte de uma casa onde morava um velho que tinha três filhas bonitas. A mais bonita de todas chamava-se dona Pinta e o rei se apaixonou por ela." Dona Pinta, um conto tradicional brasileiro, recolhido por Sílvio Romero.

• "No fundo das matas virgens e encostas das escarpadas serras de São João das Missões de Januária, segundo lendas antigas, morava o bicho-homem". Um do Brasil interior, por Manuel Ambrósio.

• "Na mesma noite, cantaram, durante umas três horas, com a sua música habitual, toda a história daquela jornada perdida." As histórias cantadas dos negros de mexiana, por Alfred Russel Wallace.

Oficina:

• "Para tirar a água venenosa (ácido cianídrico) da mandioca em uma das etapas da fabricação da farinha, o farinheiro usa o processo de prensagem, através de um engenho feito artesanalmente..." Prensa de farinha.

• "Era ele uma figura curiosa, servindo para quase tudo: era informador de novidades, conselheiro, confidente, médico e até dentista, além da principal profissão de cortador de cabelo e fazedor de barba." Os barbeiros do velho Recife.

• O trabalho da fiandeira, no nordeste brasileiro de meados da década de 1960, descrito por Alceu Maynard Araújo.

Palhoça:

• O viajante francês, André Thevet, descreve o modo pelo qual os indígenas brasileiros faziam incisões em seus corpos, no Brasil do século XVI.

• "A Jacobina, porém, é a mais rica fazenda da província e, conseguintemente, não estamos habilitados a julgar exagerado o que dela nos disseram." O viajante Hercules Florence descreve uma fazenda do interior do Brasil, no início do século XIX.

• "Ao fim da monarquia toda gente usara barba." Barbas: as reminiscências de Jorge Americano, na São Paulo daquele tempo.

Colher de Pau:

• "Também não gostam de alimentos salgados, chegando a proibi-los às suas crianças. Quando vêem os cristãos comendo carnes salgadas, censuram-nos por seu desregramento, dizendo que elas irão encurtar-lhe a vida." Dos alimentos e bebidas dos selvagens, pelo viajante francês André Thevet, no Brasil do século XVI.

• As receitas de quatro molhos da Bahia: molho de pimenta e limão, molho de azeite e vinagre, molho de nagô e molho de acarajé.

• "Às nove horas da noite, servia-se o chá... Tomar chá, significava empanturrar-se de café com leite, várias broas, coalhada com goiabada e para as crianças, chocolate." O que se comia numa cidade do interior, há cinqüenta anos.

Panacéia:

• "Exerce, cumulativamente, as funções mais variadas e delicadas. É ele que tem a chave dos mistérios do corpo." O pajé, por Osvaldo Orico.

Conselhos de "benzinheiras", comadres e "entendidos", recolhidos por Alceu Maynard Araújo.

• "Para estômago inchado, chá de erva cidreira ou três goles d'água morna, antes de dormir." Algumas doenças e seus remédios caseiros.

Catavento:

Adivinhas

Paz ou guerra

Quebra-panelas

Mamãe posso ir

Que belos castelos

Almanaque:
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• 50 clássicos da música sertaneja: 1 - 2

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Escrito em papel moeda

Provérbios

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Na parede do boteco


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