Festança

"Na cidade do Pará o governo provincial ajuda a
dar maior brilho às festas religiosas. As procissões que percorrem as principais ruas da
cidade carregam, na frente, a imagem do santo homenageado..." O viajante Henry Bates
descreve as festas
no Pará do século XIX.
26 de julho: dia de Santana.
Santana, a vovó do céu, por Mariza Lira.
"A dança atual de
moçambique, além de se prestar para que devotos prestem um culto coletivo e ao mesmo
tempo individual em louvor a São Benedito, assume também caráter de dança medicinal,
curativa..." Moçambique, por Alceu Maynard
Araújo.
Cancioneiro:

Diversos aboios de roça recolhidos por
Alceu Maynard Araújo.
"Os versos populares escrevem também a
história de uma cidade. Não somente a história política, mas a social." Mário
Sette e os Versinhos
que sabem história.
"Na palha branca sovada, / Fumo verde não
fumega; / Onde há moça bonita, / Meu coração não sossega..." Ponteios de
malícia, recolhidos do cancioneiro gaúcho por Augusto Meyer.
Imaginário:

A criação do macaco, a criação da formiga e O
milagre do dia. Três
causos narrados por Nhô Roque e registrados por Antônio Cândido.
Três lendas dos índios kadiwéu:
Criação e erro, Alagadiélali e Nomeando as coisas
"Aí diz lá pa dentro o pai da moça,
cilô um cavalo, foi a toda pressa vê o padre, fez ali o... casô aquela moça,
cas o Tijuaçu." A história do Tijuaçu.
Oficina:

O corpo
marcado. Uma crônica de João do Rio sobre os tatuadores e tatuados do Rio de Janeiro
do começo do século XX.
As impressões do comerciante inglês, John Mawe,
sobre as fazendas
paulistas do começo do século XIX.
"Quando há mais urgência para uma plantação
ou cultivo de uma lavoura, organizam-se os tradicionais "batalhões" ou
"trabalhadas", que constituem a beleza do cooperativismo matuto." Batalhões ou
trabalhadas.
Palhoça:

"Como nasce afinal o boato? De modo muito simples:
pela divulgação de "informações confidenciais", transmitidas, em absoluto
segredo, por pessoas bem informadas." O boato, essa instituição, um
texto de Peregrino Júnior.
No Rio de Janeiro de outrora, não havia festa em
que as senhoras que se prezavam de elegantes, não comparecessem com um vestido novo e
sobretudo penteadas por cabelereiros. Penteada por cabelereiro, uma
crônica de Joaquim José da França Júnior.
Jorge Americano e suas reminiscências sobre São
Paulo e os bailes do Clube Concórdia.
Colher de Pau:

A produção de rapadura em Minas
Gerais até o começo do século XX, por Miguel da Costa Filho.
Louvação aos pitéus e frutas do
norte, um poema de Osvaldo Orico sobre as delícias gastronômicas de sua terra natal.
Bolos, doces, pudins e biscoitos e outras inúmeras
receitas da doçaria
campista.
Panacéia:

19 de julho, dia do Futebol. Conheça as superstições
que envolvem uma das paixões nacionais. Superstições do futebol, por
Thelma Regina Siqueira Linhares.
"Claro está que a gente ingênua e simples
acredita nas coisas boas, mas acredita principalmente nas coisas más." O mau olhado, por
Fernando de Castro Pires de Lima.
"Os curandeiros gozaram e ainda gozam, entre as
tribos indígenas, um prestígio espantoso." Curandeiros indígenas, por Otto Willi Ulrich.
Catavento:

Adivinhas
Cantiga de Roda
Lenço atrás
Réplicas e advertências populares
Ovo choco
Almanaque:

As histórias de Aleixo - 1 - 2
Patativa do Assaré: Pezão
Calendário do mês
Na parede do boteco
Adivinhação
Latrinália
No Estradão
Pregão
Provérbios
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