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As crianças formam uma cadeia, dando-se as mãos, em linha. A que fica na extremidade da esquerda estabelece com a extremidade oposta o diálogo seguinte: - Padeiro! Padeiro! - Senhor, meu amo! - Quantos pães queimou por dia? - Vinte e um queimados. Quem foi que os queimou? - Foi o padeiro. Padeiro! Padeiro! Eu já lá vou. O primeiro passa por baixo dos braços do último, acompanhado por todos; depois pelos do segundo; e, assim, sucessivamente, de maneira que todos fiquem com os braços cruzados sobre o peito, mas sempre repetindo o mesmo diálogo acima, de cada vez. Quando todos estão nessa posição, o da extremidade esquerda interroga: - Tem uma agulha que me empreste? - Está sem fundo. Tem um dedal que me empreste? - Está amassado. Tem uma corda que me empreste? - Está cheia de nós. Vamos ver se arrebenta. Fazem força, de modo que todos, ou quase todos se desprendam, largando as mãos. (RABELO, Vitória. Jogos infantis na escola moderna; jogos folclóricos) |
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