Prato que balança não enche pança Em casa onde há pouco pão, todos
falam e ninguém tem razão
Não crie cão se te falta pão
Nem só de pão vive o homem
Passar a pão e água
Papagaio come milho, periquito leva a fama
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, é bom que se mate
Quem quer passar bem leva a mãe na garupa
Quem quer passar bem fica em casa
O peixe não é meu
Eu não posso escamar
A panela não é minha
Eu não posso temperar
Torcer o pepino de pequeno
Infeliz da terra em que piaba é peixe
Tudo que cai na rede é peixe
Quem morre na véspera é peru
Pimenta nos olhos dos outros é refresco
Quem come do meu pirão, prova do meu cinturão
Quem vai pra garganta é pirão
O pão do pobre só cai com a manteiga para baixo
Pobre só morre de barriga cheia quando morre afogado
A riqueza do pobre é um dia só, quatro libras de carne e um mocotó
Rico em casa de pobre é perdição de galinha
Quem com porcos se mistura, farelos vem a comer
Mais vale um pouco bom do que muito ruim
Achar o prato feito
Estar com a faca e o queijo na mão
Já comi o queijo que me deram
Saco cheio não se dobra
Saco vazio não se põe em pé
Não espere pela sede para abrir o poço
Depois que o diabo se serve é que aparecem as colheres
Nada sobra que depois não falte
Caiu a sopa no mel
Do prato à boca, muitas vezes se perde a sopa
Sopa e casamento só prestam quentes
Quem anda por terra alheia, encontra ingrato sustento
Em terra onde não há carne, espinha de peixe é lombo
Cada testo em sua panela
Deus dá toucinho a quem não tem cabrito
Traíra quando não tem o que comer, come os seus parentes
Muita tripa por um dez réis
Fazer das tripas coração
Tudo de mais é veneno
Quem tem vergonha morre de fome
A vida é um pirulito; quando a gente pensa que está no mel, está no palito
Conselho de vinho é falso caminho
Vinho, ouro e amigo, o melhor é o mais antigo
De bom vinho, bom vinagre
Quem tem bom vinho, tem bom amigo
São mais vozes do que nozes