Novembro de 1999 |
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A unha
nasce do dedo O dedo nasce da mão Mas a mão nasce do braço E o braço nasce do vão O fogo nasce da pedra A pedra nasce do chão O amor nasce de dentro Do intrior do coração
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1 No meio do cemitério há uma grande cruz, ao lado da qual está o telheiro em que se depositam os cadáveres que são enterrados 24 horas depois. A lei exige esta medida porque foram constatados vários casos de enterrados vivos. As impressões de Carl von Koseritz sobre um enterro realizado no Rio de Janeiro, em 1883. |
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