Festança

Carnaval do meu tempo. As
reminiscências de Mário Sette e seus tempos de menino nos carnavais do Recife.
Velhos carnavais. Luiz Edmundo escreve sobre o
entrudo e as origens portuguesas do carnaval brasileiro.
Jorge Americano relembra os carnavais em São Paulo do começo
do século.
Cancioneiro:

As emboladas de Zé Menino,
cantador popular de Fortaleza, recolhidas por Leonardo Mota.
Pereira da Costa: Os brindes. Alguns versos recitados
nas solenizações de saúdes.
O cigarro e o fogo na poesia popular.
Quadras recolhidas por Walter Spalding.
Imaginário:

A lenda do primeiro milagre de Nossa Senhora da
Luz dos Pinhais no tempo dos primeiros povoadores de Curitiba, Paraná.
"Quando o padre lhe perguntou, junto à pia,
qual o nome da menina, respondeu sem pestanejar, diante do espanto da assistência: -
Onça!..." O
batizado, por Gustavo Barroso.
"Vivia noutros tempos no sertão um casal, cujo
casal vivia tão bem, que nem Deus cos anjo. Causava inveja a todo mundo de
arruparado que andava..." A audiência do capeta, um causo de
Manuel Ambrósio.
Oficina:

"Uma das manifestações de folclore mais interessantes a estudar é a dos
letreiros das casas comerciais..." A psicologia dos letreiros, por
Gustavo Barroso.
"Levantou-se cedinho. Muito antes do que fazia
todos os dias. O coração batucava. Era uma alegria incontida. Afinal, o pai consentira
que colhesse os cajus maduros para vender na feira..." O dinheiro do caju, um conto de
Jorge Medauar.
Do Folk-lore pernambucano, de Pereira da
Costa: O curioso pregão
do leilão de arrematação das terras do Asseca, em Santo Amaro das Salinas, a 11 de
dezembro de 1700.
Palhoça:

O monjolo, ou pilão dágua, é
originário da Índia, e foi trazido ao Brasil por Brás, sendo o primeiro instalado na
vila de Todos os Santos.
A dança dos índios puris no Brasil
do século XIX, descrita pelo artista e viajante alemão Johann Moritz Rugendas.
"As casas no Pará são muito arejadas e
agradáveis, pela altura do pé-direito, que nunca é menor de 4 ½ a 5 metros..." As casas paraenses
no começo do século XX.
Colher de Pau:

O caju e o ritual do caju amigo, por Guilherme Santos
Neves.
Do vocabulário pernambucano, de Pereira da Costa: cajuada, cajual,
cajus e maturis
Dois textos sobre o tacacá, prato típico da culinária paraense.
Panacéia:

"- Vocês querem saber duma coisa? Tudo isso é
busão! Eu creio mas é em oração milagrosa..." Crendices, um causo de Leonardo
Mota.
Bento milagroso, um tipo popular do
Recife antigo que operava curas com as águas de uma fonte.
"Se o corpo fica mole, é prenúncio certo de
vir a alma do morto buscar proximamente alguém da família, e o mesmo ocorre quando fica
de olhos abertos..." A crendice popular e o destino final
dos espíritos, por Pereira da Costa.
Catavento:

Adivinhas
A morte de dom ratinho
Combate de travesseiro
O picolê
Periquito maracanã
Almanaque:

Pereira da Costa: vida e obra
O número sete (primeiro artigo
publicado de Pereira da Costa)
Causo do Leota: Água na fervura
Calendário
Patativa do Assaré
Barão Itararé
Anedotas Históricas
No Estradão
Provérbios |