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Ano 3 - Fevereiro 2001 - nº 30

Sumário - Fevereiro 2001 - nº 30

Sumário

Festança

Cancioneiro

Imaginário

Oficina

Palhoça

Colher de Pau

Panacéia

Catavento

Almanaque
 


Festança


Carnaval do meu tempo. As reminiscências de Mário Sette e seus tempos de menino nos carnavais do Recife.

Velhos carnavais. Luiz Edmundo escreve sobre o entrudo e as origens portuguesas do carnaval brasileiro.

• Jorge Americano relembra os carnavais em São Paulo do começo do século.

Cancioneiro:

As emboladas de Zé Menino, cantador popular de Fortaleza, recolhidas por Leonardo Mota.

• Pereira da Costa: Os brindes. Alguns versos recitados nas solenizações de saúdes.

O cigarro e o fogo na poesia popular. Quadras recolhidas por Walter Spalding.

Imaginário:

• A lenda do primeiro milagre de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais no tempo dos primeiros povoadores de Curitiba, Paraná.

• "Quando o padre lhe perguntou, junto à pia, qual o nome da menina, respondeu sem pestanejar, diante do espanto da assistência: - Onça!..." O batizado, por Gustavo Barroso.

• "Vivia noutros tempos no sertão um casal, cujo casal vivia tão bem, que nem Deus c’os anjo. Causava inveja a todo mundo de arruparado que andava..." A audiência do capeta, um causo de Manuel Ambrósio.

Oficina:

• "Uma das manifestações de folclore mais interessantes a estudar é a dos letreiros das casas comerciais..." A psicologia dos letreiros, por Gustavo Barroso.

• "Levantou-se cedinho. Muito antes do que fazia todos os dias. O coração batucava. Era uma alegria incontida. Afinal, o pai consentira que colhesse os cajus maduros para vender na feira..." O dinheiro do caju, um conto de Jorge Medauar.

• Do Folk-lore pernambucano, de Pereira da Costa: O curioso pregão do leilão de arrematação das terras do Asseca, em Santo Amaro das Salinas, a 11 de dezembro de 1700.

Palhoça:

• O monjolo, ou pilão d’água, é originário da Índia, e foi trazido ao Brasil por Brás, sendo o primeiro instalado na vila de Todos os Santos.

• A dança dos índios puris no Brasil do século XIX, descrita pelo artista e viajante alemão Johann Moritz Rugendas.

• "As casas no Pará são muito arejadas e agradáveis, pela altura do pé-direito, que nunca é menor de 4 ½ a 5 metros..." As casas paraenses no começo do século XX.

Colher de Pau:

• O caju e o ritual do caju amigo, por Guilherme Santos Neves.

• Do vocabulário pernambucano, de Pereira da Costa: cajuada, cajual, cajus e maturis

Dois textos sobre o tacacá, prato típico da culinária paraense.

Panacéia:

• "- Vocês querem saber duma coisa? Tudo isso é busão! Eu creio mas é em oração milagrosa..." Crendices, um causo de Leonardo Mota.

Bento milagroso, um tipo popular do Recife antigo que operava curas com as águas de uma fonte.

• "Se o corpo fica mole, é prenúncio certo de vir a alma do morto buscar proximamente alguém da família, e o mesmo ocorre quando fica de olhos abertos..." A crendice popular e o destino final dos espíritos, por Pereira da Costa.

Catavento:

Adivinhas

A morte de dom ratinho

Combate de travesseiro

O picolê

Periquito maracanã

Almanaque:
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Pereira da Costa: vida e obra

O número sete (primeiro artigo publicado de Pereira da Costa)

Causo do Leota: Água na fervura

Calendário

Patativa do Assaré

Barão Itararé

Anedotas Históricas

No Estradão

Provérbios


Sumários das
edições anteriores:

Ano III

Nº 29 - Janeiro 2001


Nº 28 - Dezembro 2000


Nº 27 - Novembro 2000

Nº 26 - Outubro 2000

Nº 25 - Setembro 2000


Ano II


Nº 24 - Agosto 2000

Nº 23 - Julho 2000

Nº 22 - Junho 2000

Nº 21 - Maio 2000

Nº 20 - Abril 2000

Nº 19 - Março 2000

Nº 18 - Fevereiro 2000

Nº 17 - Janeiro 2000

Nº 16 - Dezembro 1999

Nº 15 - Novembro 1999

Nº 14 - Outubro 1999

Nº 13 - Setembro 1999


Ano I

Nº 12 - Agosto 1999

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Nº 07 - Março 1999

Nº 06 - Fevereiro 1999

Nº 05 - Janeiro 1999

Nº 04 - Dezembro 1998

Nº 03 - Novembro 1998

Nº 02 - Outubro 1998

Nº 01 - Setembro 1998