Fevereiro 2000 -
Número 18
Festança:
- Cristãos e
mouros, uma luta simulada representada por ocasião de festas religosas ou
acontecimentos sociais.
- Reis de
maracatu, excertos de um conto de Lucílio Varejão.
- "O dançador do Cateretê procura sempre pisar nas cordas de viola".
Conheça mais sobre o Cateretê.
Cancioneiro:
- A Chegança dos Mouros, coletada por
Sílvio Romero em Sergipe, no século XIX.
- Uma seleção de trovas do cancioneiro cigano,
reunidas por Melo Moraes Filho.
- Uma aventura de Pedro Malasartes. Um poema de Tadeu
de Serpa Martins.
Imaginário:
- "O velho explicou que, por mal dos pecados do povo,
aparecera ali um homem encantado, de nome Dom Lobo, dono de um palácio, que botara para
obrigação comer o coração de uma pessoa todo dia..." As perguntas de dom Lobo.
- Cairé e
Catiti, as luas cheia e nova no imaginário indígena.
- Melancia e
coco mole. Um conto sobre um casal de jovens que se gostava muito e queriam se casar.
Oficina:
- Herman Lima e suas impressões sobre as feiras do norte.
- O viajante americano Thomas Ewbank descreve os carregadores e vendedores ambulantes
que encontrou no Rio de Janeiro de meados do século XIX.
- O bonde de
Santa Teresa. Uma crônica de Machado de Assis por ocasião da inauguração do
serviço de bondes para esse bairro da cidade do Rio de Janeiro.
Palhoça:
- O costume de se usar uma flor no peito era muito comum
entre todas as classes socias. Um texto de Mário Sette.
- O viajante americano Thomas Ewbank escreve sobre as curiosidades dos nomes brasileiros.
- "Durante longo tempo, os prédios do Rio de Janeiro, como nas demais cidades do
Brasil, não tiveram numeração...". Numeração dos prédios, por
Charles J. Dunlop.
Colher de Pau:
- Hans Staden e o hábito de canibalismo entre os índios, no
Brasil do século XVI.
- O que o
carioca comia no século XIX. Várias receitas exóticas extraídas de O
cozinheiro nacional, o livro de receitas mais utilizado na época.
- O uso da pimenta
já era comum no Brasil do século XVI, como mostra a descrição de Gabriel Soares de
Souza.
Panacéia:
- Várias rezas
utilizadas pelos ciganos para diversos fins reunidas por Melo Moraes Filho
- "Depois, diante do imenso oratório de jacarandá, dona Cosma foi fazer as
orações da noite, rodeada pelas crias de casa, servas, empregadas e escravos... - Padre
Nosso que estais... Fenelon? Fecha a boca, negro!" O padre-nosso da véia Cosma, por
Luís da Câmara Cascudo
- "A influência magnética do olhar e os fluidos bons e maus que dele se desprendem
são para as gente simples de todo o Brasil uma das maiores preocupações
domésticas." Um texto de Osvaldo Orico sobre o quebranto.
Catavento:
- Adivinhas
- Cantiga de
roda
- O cura e o
sacristão
- O médico e o
boticário
- Parlendas
Almanaque:
- Especial: Bondes; Emilio Menezes e o bonde; Guia do Passageiro
de bonde; Anúncio em bondes; Bonde da
Laite; Música sobre bonde; O último
bonde.
- Causos de
Minas por Eurico de Andrade
- A flor de
maracujá
- Pregão
- Brasil
anedótico
- Epigrama
- A
lingua humana
- No
estradão
- Provérbios
Candeeiro:
- Calendário
do mês.
- Referência bibliográfica.
- Links do
mês
Mural
- Cartas
dos leitores.
- Varal de
avisos. |