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CORRIGINDO O ENGANO Após a vitória do governo na revolução
de São Paulo, e iniciado o período de perseguição aos vencidos, foi Martim Francisco
chamado à Polícia Central, para dar explicação sobre a sua conduta durante a
ocupação da cidade pelos revoltosos. (O Jornal, 24/04/1927) *** O LENÇOL DO PATRIARCA Achava-se José Bonifácio enfermo em
Niterói, quando um amigo, que o vira no fastígio político, o foi visitar ali, velho,
esquecido, abandonado. Ao penetrar no aposento, notou logo a modéstia do ambiente, e,
sobretudo, os remendos do lençol que cobria o leito de pobre. (In CAMPOS, Humberto de. O
Brasil anedótico; frases históricas que resumem a crônica do Brasil-Colônia, do
Brasil-Império e do Brasil-República) Fita, renda e botão, A experiência é a mãe da
sapiência Quatro pneus cheios e um coração
vazio |
Um louco, na sua cela *** O sol fulgente nascia |
| O animal na boca do
povo: BODE Mestiço, cabra. Bodejar: falar muito, gaguejar, gemer, galantear. |
Bode expiatório: vítima
de tudo que acontece de ruim. Na família e nos locais de trabalho, a pessoa a quem se
atribui a responsabilidade dos insucessos. Bode amarrado: zanga, aborrecimento, incomunicabilidade. É como bode de Guarabira: Passava a noite bufando ao redor do chiqueiro das cabras mas era capado: aplica-se aos cortejadores sem venturas e aventuras. Sem-vergonha que só bode criado em casa: capaz de atos íntimos na frente de outras pessoas. Deus te dê o que deu ao bode: catinga, barba e bigode: expressão de valentões e mulherengos. Quem menos pode é quem paga o bode: das dificuldades sobre o mais fraco. Desconfiado que só bode na chuva: desconfiadíssimo. Alvoroçado que só bode em curral de cabritas: inquieto diante de qualquer coisa. Sofrer como bode embarcado: sofrer muito. Ficar de bode: Menstruar-se. Certo que só beiço de bode: igual, bem feito. |
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