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Ano 3 -Dezembro 2000 - nº 28

Sumário - Dezembro 2000 - nº 28

Sumário

Festança

Cancioneiro

Imaginário

Oficina

Palhoça

Colher de Pau

Panacéia

Catavento

Almanaque
 


Festança


• Fandango, chegança de mouros, boi calemba, congos, pastoris, bambelô, araruna. Folguedos natalinos em Natal, por Veríssimo de Melo.

• "Na Recife de outrora, sem cinemas nem futebol, o pastoril constituía o divertimento do gosto da gente nova..." Mário Sette escreve sobre os pastoris no Recife antigo.

O quilombo ou dança do quilombos tem sido considerado como um auto característico das Alagoas e como sobrevivência do acontecimento histórico dos Quilombos dos Palmares..." O quilombo, por Theo Brandão.

Cancioneiro:

Auto da Lapinha por Maurício Furtado.
- Primeira jornada
; Segunda jornada; Terceira jornada; Quarta jornada; Quinta jornada; Sexta jornada; Sétima jornada; Jornada da oferta dos ramalhetes; Jornada do Ano Novo; Cantos

Conheça diversas Jornadas pastoris registradas por Pereira da Costa.

Imaginário:

A raposa disse: - Vamos experimentar a nossa valentia? O jaboti respondeu: - Vamos, raposa! Quem vai adiante? O jaboti e a raposa, um conto de origem indígena, recolhido por Sílvio Romero.

"Pegando no sono, sonhou que Nossa Senhora chegou junto da rede e lhe deu um cacho de bananas, que quanto mais banana se lhe tirava, mais banana nascia..." O compadre rico e o compadre pobre

• Uma história de contada por João Alfaias: A onça e o bode

Oficina:

• O Presépio Mecânico de Blumenau.

• Os meninos vendedores de jornais, em São Paulo de outrora.

"Saí, devagar, e a pé, a visitar bodegas reles, lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de confusão cerebral e de encanto..." A pintura das ruas, uma cronica de João do Rio sobre os artistas anônimos da pintura decorativa nos estalecimentos do Rio de Janeiro.

Palhoça:

• A missa do galo: um folhetim de França Júnior.

"O povo brasileiro celebra o nascimento de Cristo, não num único dia de dezembro, mas durante um período que os folcloristas chamam de as doze noites e que se conhece, nos países de língua portuguesa, como o ciclo da janeiras." As dozes noites, por Edison Carneiro.

O presépio, a árvore de Natal, o Papai Noel, as festas e a missa do Galo, símbolos das tradições natalinas em Festas do ciclo do natal, por Rossini Tavares de Lima.

Colher de Pau:

• Uma ceia para a noite de natal, extraída do Cozinheiro nacional.

O engenho de São Sebastião, em Goiás, na segunda década do século XIX, descrito pelo viajante Johann Emanuel Pohl.

• A manteiga de tartaruga e a caça das tartarugas no norte do país durante o século XIX, descritos pelos reverendos Kidder e Fletcher.

Panacéia:

• "Olhei o célebre pai-de-santo, cujas filhas são sem conta. Estava sentado à porta da camarinha, mas levantou-se logo..." O dia de dar o nome, por João do Rio.

• "A virgindade explicava nas estórias populares e na tradição mágica a força irresistível e os atos sobre-humanos de valentia..." Virgindade, por Luís da Câmara Cascudo.

Amuletos, cuidados e superstições relativas às crianças, registradas por Pereira da Costa.

Catavento:

Adivinhas

A moura

Formas de iniciar e terminar histórias

Replicas

Bestinha de grampo

Almanaque:
fiopon350.gif (756 bytes)
• Seleção com  25 de canções natalinas: 1, 2

Calendário

Presentes

Boas Festas

No estradão

Provérbios

onçaxx.jpg (8351 bytes)
Sumários das
edições anteriores:

Ano III

Nº 27 - Novembro 2000

Nº 26 - Outubro 2000

Nº 25 - Setembro 2000


Ano II


Nº 24 - Agosto 2000

Nº 23 - Julho 2000

Nº 22 - Junho 2000

Nº 21 - Maio 2000

Nº 20 - Abril 2000

Nº 19 - Março 2000

Nº 18 - Fevereiro 2000

Nº 17 - Janeiro 2000

Nº 16 - Dezembro 1999

Nº 15 - Novembro 1999

Nº 14 - Outubro 1999

Nº 13 - Setembro 1999


Ano I

Nº 12 - Agosto 1999

Nº 11 - Julho 1999

Nº 10 - Junho 1999

Nº 09 - Maio 1999

Nº 08 - Abril 1999

Nº 07 - Março 1999

Nº 06 - Fevereiro 1999

Nº 05 - Janeiro 1999

Nº 04 - Dezembro 1998

Nº 03 - Novembro 1998

Nº 02 - Outubro 1998

Nº 01 - Setembro 1998