Festança

Fandango, chegança de mouros, boi calemba, congos,
pastoris, bambelô, araruna. Folguedos natalinos em Natal, por
Veríssimo de Melo.
"Na Recife de outrora, sem cinemas nem futebol,
o pastoril constituía o divertimento do gosto da gente nova..." Mário Sette escreve
sobre os pastoris
no Recife antigo.
O quilombo ou dança do quilombos tem sido considerado como um auto característico
das Alagoas e como sobrevivência do acontecimento histórico dos Quilombos dos
Palmares..." O quilombo,
por Theo Brandão.
Cancioneiro:

Auto da Lapinha por Maurício Furtado.
- Primeira
jornada; Segunda jornada; Terceira jornada; Quarta jornada;
Quinta jornada;
Sexta jornada;
Sétima jornada;
Jornada da
oferta dos ramalhetes; Jornada do Ano Novo; Cantos
Conheça diversas Jornadas pastoris
registradas por Pereira da Costa.
Imaginário:

A raposa disse: - Vamos
experimentar a nossa valentia? O jaboti respondeu: - Vamos, raposa! Quem vai adiante?
O jaboti e a
raposa, um conto de origem indígena, recolhido por Sílvio
Romero.
"Pegando no sono, sonhou
que Nossa Senhora chegou junto da rede e lhe deu um cacho de bananas, que quanto mais
banana se lhe tirava, mais banana nascia..." O compadre rico e o compadre pobre
Uma história de contada por João Alfaias: A onça e o bode
Oficina:

O Presépio
Mecânico de Blumenau.
Os meninos vendedores de jornais, em São
Paulo de outrora.
"Saí, devagar, e a pé,
a visitar bodegas reles, lugares bizarros, botequins inconcebíveis, e vim arrasado de
confusão cerebral e de encanto..." A pintura das ruas, uma cronica de João do Rio sobre os artistas anônimos da pintura
decorativa nos estalecimentos do Rio de Janeiro.
Palhoça:

A missa do galo:
um folhetim de França Júnior.
"O povo brasileiro
celebra o nascimento de Cristo, não num único dia de dezembro, mas durante um período
que os folcloristas chamam de as doze noites e que se conhece, nos países de
língua portuguesa, como o ciclo da janeiras." As dozes noites, por Edison Carneiro.
O presépio, a árvore de
Natal, o Papai Noel, as festas e a missa do Galo, símbolos das tradições natalinas em Festas do ciclo do
natal, por Rossini Tavares de Lima.
Colher de Pau:

Uma ceia para a noite de natal,
extraída do Cozinheiro nacional.
O engenho de São Sebastião, em Goiás, na segunda década do século XIX, descrito pelo viajante
Johann Emanuel Pohl.
A manteiga de tartaruga e a caça das tartarugas no norte do país durante o
século XIX, descritos pelos reverendos Kidder e Fletcher.
Panacéia:

"Olhei o célebre pai-de-santo, cujas filhas são
sem conta. Estava sentado à porta da camarinha, mas levantou-se logo..." O dia de dar o nome,
por João do Rio.
"A virgindade explicava nas estórias
populares e na tradição mágica a força irresistível e os atos sobre-humanos de
valentia..." Virgindade, por Luís da Câmara Cascudo.
Amuletos, cuidados e superstições
relativas às crianças, registradas por Pereira da Costa.
Catavento:

Adivinhas
A moura
Formas de
iniciar e terminar histórias
Replicas
Bestinha
de grampo
Almanaque:

Seleção com 25 de canções natalinas: 1, 2
Calendário
Presentes
Boas
Festas
No
estradão
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