Jangada Brasil, nº 30, fevereiro de 2001: Almanaque – 1/3

Artigo de Luís da Câmara Cascudo, publicado na Folha da Manhã, de Recife, a 16 de dezembro de 1951, dia do centenário de nascimento de Pereira da Costa.

Pereira da Costa publicou o Folclore pernambucano, no tomo LXX da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, parte II, Rio de Janeiro, 1908.

Deu um volume de 641 páginas. Em 1912, estava difícil conseguir-se um exemplar. Agora é impossível. Inútil foram minhas tentativas de sedução junto aos editores e as cartas sacudidas, como garrafas, na hora do naufrágio, pedindo reimpressão do Folclore pernambucano. Mas estou certo de que a segunda edição aparecerá, inevitável como um imperativo lógico. Não é homenagem ao autor, que dela não precisa. É uma obrigação necessária à nossa bibliografia realmente de informação no plano folclórico.

No sentido humano, atual e ao encontro da curiosidade dos estudiosos do homem brasileiro em sua normalidade diária, Folclore pernambucano é o melhor livro de Pereira da Costa. É aquele que interessa a maior número de brasileiros e de leitores e alcança uma área muito maior de notícia e de contemporaneidade no plano da demopsicologia.

Quando o reeditarem verão o resultado daquela massa de notícias, de esforço, de notas reunidas penosa e teimosamente, anos e anos, espalhando pelo Brasil uma onda de novidades velhas que muita gente ignora ter sido fixada.

Com o insuperável Vocabulário pernambucano, o Folclore completa a série sem igual e sem semelhança pelo valor e vastidão documental. O único engano do autor é, no amor febril por Pernambuco, não ter dado aos seus trabalhos os títulos reais, ampliando na primeira página o que tão bem existe no texto, o estudo de toda a região, de todos os estados do Nordeste. Batizando-o “pernambucano” Pereira da Costa limitou, apenas no nome, as águas do seu rio, que correram por outras terras, sem nascer e sem morrer onde riscara as fronteiras convencionais. Quarenta e três anos depois de publicado, o Folclore pernambucano continua sozinho na sua classe.

Rodolfo Garcia contou-me que Pereira da Costa vivia tomando notas para esses dois livros. E mergulhando nos montões de jornais velhos, pesando raridades que documentava, inflexivelmente, como um velho professor alemão em Tubinge, com os pormenores, como se alguém pusesse em dúvida a veracidade do registo.

Devia muita gente achar graça no historiador e não perdoar ao folclorista a caçada etnográfica. Por mais banal, indispensável e oco, um livro de história imprime o respeito da tradição. Acima desse tabu só conheço o tabu do volume sobre economia e finanças. Seja qual for o texto, com as páginas fervilhantes de esquemas, de algarismos e de diagramas, o autor terá uma auréola de respeito. Não quero dizer que seja lido. Mas é um homem que estuda coisas sérias e necessárias, sisudas, conspícuas, imprimindo a reverência ao leitor. A história consegue o mesmo efeito. O folclore está na fase da valorização. É preciso citar-se nome estrangeiro, universidade longínqua, gente de fala atravessada, para que seja tomado não digo a sério, mas com um pouco de compostura.

Imagino Pereira da Costa arrumando suas notas sobre as superstições populares, perguntando sobre o lobisomem, sobre os feitiços. As tradições eram apenas motivos literários, para poemas e sonetos, para uma pincelada discreta e fácil de cor local. Ninguém as fixava, em conjunto demoradamente, passando duma a outra seção, como fez o velho e grande mestre pernambucano.

As superstições populares, a poesia do povo, o romanceiro, o cancioneiro, os pastoris, as parlendas e brincos infantis, a miscelânea, as 380 quadrinhas foram os resultados dessa pesquisa.

Mas essa indicação, que é o índice feito por ele, diz muito pouco do volume. Pereira da Costa não tinha método algum. Ou tinha o seu método, que era o não o ter. O Folclore pernambucano exige paciência para uma consulta. Lá dentro está quase tudo que o leitor precisa saber. O difícil é atinar onde Pereira da Costa colocou a informação preciosa. Pelo índice ninguém terá a idéia do conteúdo. Estão todos os autos tradicionais, as festas religiosas em que o povo participando dava matiz sugestivo, os feitiços, as superstições, as crendices, os mitos, as lendas, observações pessoais, reminiscências, mil aspectos. E ninguém antes de Pereira da Costa comentou seu trabalho com tamanha segurança pesquisadora. Deu-nos a poesia popular através dos séculos, desde a dominação holandesa, com um poema satírico sobre a inauguração da ponte pelo conde Maurício de Nassau, a história do boi de palha. Daí vem vindo pelos ilustres capitães-generais na verve anônima do povo, evocando as rimas pobres e chistosas que desenham a época tão bem ou melhor que um cronista de pena de pato na mão e areeiro na outra.

Sobre cada elemento folclórico o historiador amarra a lembrança do fato histórico. A simples enumeração do culto litolátrico, o respeito supersticioso às pedras, fá-lo arrancar e escrever um estudo magnífico sobre o Reinado da Pedra Bonita, ligado ao ciclo do Sebastianismo no Brasil. A parte religiosa é insuperável pela variedade e riqueza de informação. Pereira da Costa lera os cronistas, os relatórios, também era familiar de todos os arquivos pernambucanos, sabendo onde estava a correspondência oficial, imponente e gostosa. E, antes de outro, ligava a pequenina e simples superstição a um documento histórico, mostrando-lhe antiguidade, importância, seriedade. Daí o folclore político ter sido um esplendor no seu volume. Esplendor de inopinado e surpreendente efeito para o leitor desprevenido ou ignorante das reservas do velho Pereira da Costa.

Deu, no Romanceiro, vários romances em forma única, ou com elementos apenas existentes na sua cópia. No Dona Ana dos cabelos de ouro há uma passagem que diz assim:

Dava mais, do pé direito
O meu bordado chapim

O romance é conhecido e reeditado por muito homem sabedor, Garret, Teófilo Braga, Sílvio Romero, etc. Não há noutra cópia o tal versinho. E justamente esse versinho denuncia a persistência, em fins do século Xv, da cerimônia simbólica da posse pela entrega do sapato. No tempo de Lutero era popularíssimo na Alemanha, mas não havia documentação popular portuguesa e mesmo anterior, ligada ao povo. Tínhamos a Maria Borralheira, que é escolhida pelo calçar do chpaim, mas a Maria Borralheira não é portuguesa. Pereira da Costa fixou um elemento que andava na boca do povo pernambucano e que desaparecera em Portugal de onde viera. Deu um número valioso de romances, anotando-os, como Sílvio Romero não tivera de fazer com o seu Cantos populares do Brasil.

Incluiu as xácaras, os romances brasileiros locais, seguindo ao mestre Sílvio Romero na pesquisa ao ciclo do vaqueiro, a gesta do gado, que José de Alencar começara com o tão injustamente esquecido Nosso cancioneiro em 1874. Inútil é não citar o maranhense Celso de Magalhães, cujos estudos deviam voltar aos olhos na glória humilde de ter sido precursor quase idolatrado, e criador legítimo, estudante de Direito no Recife.

Folclore pernambucano é o melhor documentário que ainda possuímos sobre o assunto no nordeste e norte do Brasil. Indispensável para o confronto das sobrevivências e “constantes”, mais precioso se torna como fonte de consulta para o estudioso de outros países porque será uma visão do conjunto de quase todos os aspectos (exceto a novelística) do folclore brasileiro.

Quando queríamos estudar o folclore brasileiro íamos, até pouco tempo, aos viajantes estrangeiros. Eles anotavam as curiosidades, as coisas locais, farejando o pitoresco, como Expily do cafuné, Karl von den Steinen às tradições locais de Cuiabá, Charles Frederik Hartt às histórias do jabuti. Depois é que fomos registando, recolhendo, confrontando. Mas perdemos um tempo caríssimo discutindo em que gaveta do fichário deverá ficar a notinha encontrada. Antes de tornar-se pesquisador, o brasileiro teima em ser erudito. E essa erudição é mais atrapalhante que uma gagueira em orador de meeting.

Folclore pernambucano reúne esse material, parte do povo e parte do livro, colhido em fontes difíceis e postas ao alcance de sede contemporânea. Homem de biblioteca e de arquivo podia ressucitar os perdidos jornais recifenses e fazer Frei Carapuceiro (brevemente vivo pela mão do Arquivo Público de Pernambuco) voltar a conversar e contar o que vira, zangado e protestando, no Recife de outrora.

Conservou Pereira da Costa sua simpatia bem pernambucana, vale dizer nortista, pelo povo, hábitos, costumes, forma de viver, alimentos, crenças populares, mais próximo pelo faro de historiador e pela continuidade de uma predileção psicológica que fatalmente existe no subconsciente do pesquisador pernambucano, a paixão pelo social. Mas o social em Pereira da Costa, depois de haver feito desfilar as datas e homens maiores e menores da história, empurrou-o para o homem normal e diário, o criador da etnografia, fazendo-o viver a existência banal e miraculosa do trabalhador, do funcionário público, da pequena sociedade ambiental, do mestiço, na limpidez da cotidianidade banal. Por isso seu livro é um corte vertical no mundo interior da sensibilidade popular, um corte nas raízes e não um exame classificador de flores e de folhas bonitas.

Vocabulário pernambucano devemos ao benemérito Instituto Arqueológico (RIAHGH, v. XXXIV, Recife, 1937), 763 páginas maciças, fixando em verbetes quanto poderíamos esperar de trinta anos de paciente e calma pescaria idiomática. O vocábulo aparece na interpretação local e popular pernambucana e nordestina em sua maior percentagem. Fiel à sua técnica, reuniu e transcreveu as origens impressas, jornais, revistas, relatórios, livros, lembranças pessoais. Há verbetes que valem estudos inteiros. Probleminhas controvertidos e escuros pelas discussões reaparecem lépidos em poucas linhas, dando uma impressão segura de quanto custaram em estudo e pensamento para aquele traje limpo de apresentação em bom estilo. Noutro plano, só Stradlli fizera, com sua vida inteira, trabalho semelhante, também crismado em Vocabulário nheengatu portuguêse publicado pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

Vocabulário pernambucano compreende a indicação folclórica, etnográfica, histórica, de centenas e centenas de elementos ricos de presença no dia-a-dia de toda a região. A caçada prolongava-se tenazmente na pista de um vocábulo que já passara da moda, mas Pereira da Costa cismava conhecer o caminho certo. Desmanchou dezenas de etimologias e de explicações dadas em jornais, expondo os títulos serenos da verdade, registros antigos, muitíssimo anteriores às datas da pregoada origem. Bem deduzo que o pagamento de todo esforço estava na alegria íntima da tarefa a que se impusera. Não havia compensação material para uma tarefa absorvente, pedindo dezenas de anos, milhares de verificações, registros de pequeninas frases cujo sabor escapará a quem não conheça Recife ou desame o folclore, fixação de palavras mortas e que tiveram vida sonora na boca do povo, soando como moeda de ouro, cunhada pela exatidão da intencionalidade mental.Se o povo é até certo ponto “um clássico que sobrevive” (Cláudio Basto), o Vocabulário pernambucano é o seu melhor e mais longo repositório. São águas dos rios correntes e teimosos, bebida em louça de barro vermelho, enfeitada de branco, conservando o sabor inconfundível e a coloração fiel. Era o plano antigo de Macedo de Soares, que começou o seu dicionário, parcialmente publicado nos Anais da Biblioteca Nacional, interrompido de vez. Mas Pereira da Costa parece não o ter consultado, ausente da pequena bibliografia do Vocabulário. Mas, desajudado o pernambucano, deixou ao morrer os originais completos do que planejara, e fizera, sozinho, juntando as pedras de todos os recantos da pesquisa e da intuição miraculosa.

O estudo dos regionalismos teve em Pereira da Costa uma superação. O Vocabulário pernambucano deixou para o futuro o vocábulo e também o documentário, a forma capitosa e viva do seu uso. O povo no Vocabulário, num instantâneo fulminante e feliz de sua naturalidade. No Folclore pernambucano é a própria região que se deixou prender, nos cantos, nos contos, nas lendas, na alegria e no sonho, em todas as modalidades da existência normal e sincera do trágico cotidiano.

(Textos extraídos de JOFFILY, Atílio. Um brasileiro singular)

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Artigo do historiador Jordão Emerenciano, então diretor do Arquivo Público de Pernambuco, publicado em 16 de dezembro de 1951, no Diário de Pernambuco.

Recife, dezembro – Celebra-se hoje, 16 de dezembro, em todas as cidades pernambucanas, em todo o território de Pernambuco, o Centenário de Pereira da Costa. Dir-se-á que Pernambuco inteiro se une ao seu governo, à Assembléia Legislativa, ao Tribunal de Justiça, à Prefeitura do Recife, à Reitoria da Universidade do Recife, às suas instituições culturais, para exaltar uma memória. A unanimidade consagradora e comovente dessa homenagem se deve a um homem modesto e humilde, que não foi nem estadista nem herói. Foi um silencioso e discreto pesquisador.

O mais belo e o mais comovente de tudo isto é que Pereira da Costa timbrou, sempre, em ser um cronista modesto e humilde. O que se está assistindo hoje, na majestade da festa pública, no brilho das solenidades oficiais, é o triunfo da humildade, da pobreza, da dedicação, do sacrifício de um homem que consagrou sua vida ao estudo, à pesquisa, à investigação. De um homem que renunciou a tudo para ser, apenas, o cronista da sua província.

Pernambuco, pelo que tem de oficial, de culto e de mais representativo, está hoje resgatando uma dívida da posteridade para com um varão ilustre, que, sem ruídos nem exibições, serviu às letras históricas da sua terra como poucos. Vivendo pobremente ele assiste hoje do seu túmulo ao brilho e à riqueza das comemorações oficiais; renunciando a tudo para ser apenas um cronista, ele é hoje, consagrado como o que reuniu maior soma de informações para a história da sua terra e da sua gente; dedicando sua vida à preparação dos Anais pernambucanos, ele vê hoje a sua obra máxima com a publicação iniciada pelo Arquivo Público. Não sendo estadista nem herói, ele recebe hoje da posteridade o público reconhecimento de ser um filho ilustre deste Pernambuco que ele tanto amou.

Por que essa consagração unânime e oficial de um homem obscuro, pobre e humilde? Não é preciso salientar o quanto de grandeza e de encanto pode haver no obscuro, no pobre e no humilde. Saliente-se, apenas, que a sua obra é daquelas que conferem ao seu autor a imortalidade. Não é preciso salientar o que significa para o conhecimento do passado, da história e da vida de Pernambuco o Dicionário de pernambucanos célebres, o Folclore pernambucano, o Vocabulário pernambucano e as inumeráveis monografias que Pereira da Costa escreveu sobre temas pernambucanos. O que é preciso salientar é essa sua pernambucanidade. Sua obra, quase toda, é inspirada em temas e assuntos de interesse da economia, da administração, da história e da vida social de Pernambuco.

Pernambuco é a grande constante, a grande presença na obra de Pereira da Costa. Essa obra, aliás, tem o caráter de uma verdadeira “pernambucana”. Comove, enternece e edifica, sentir e experimentar através das páginas das suas monografias o amor, a ternura, a paixão de Pereira da Costa por esta sua, por esta nossa terra de Pernambuco. Eis por que se comemora o seu centenário e por que se conseguiu tão esplêndida unanimidade em torno do seu nome honrado, modesto e humilde, mas glorificado pela justiça da posteridade.

A parte mais pernambucana, mais duradoura e mais completa da obra de Pereira da Costa é Anais pernambucanos – em que empregou o melhor da sua vida e de suas pesquisas.

Os Anais pernambucanos compreendem o período de 1493 a 1850. São 357 anos de história narrada dia após dia. Nos Anais estão não só os nomes de grandes heróis como de obscuros e silenciosos homens que fizeram alguma cousa pela sua terra. Está registrado desde o fato histórico importante e bem composto até o incidente jacoso, mas colorido e humano. E não só a história oficial, grave e solene, como a história social da vida pernambucana nos seus múltiplos aspectos econômicos, políticos e religiosos. As informações sobre o açúcar, o café, o algodão ocupam nos Anais a posição de verdadeiras monografias. É o melhor repositório de dados sobre nossa província. Numa palavra: é o retrato vivo e humano de Pernambuco em corpo inteiro. Os Anais são na verdade uma enciclopédia pernambucana.

O mais impressionante é que uma obra desse porte e desse volume – a edição do Aquivo Público irá a mais de dez tomos de 600 páginas – foi realizada por um só homem, desajustado e pobre. Um homem que não dispunha nem dos recursos nem dos processos da moderna pesquisa histórica. Força é reconhecer que semelhante empresa deve ter tido os seus momentos de desespero, melancolia e desânimo. Nada, porém, abateu aquele velhinho mirrado e gasto pelo trabalho. Nada abateu a coragem daquele homem modesto, mas profundamente dedicado ao estudo do passado pernambucano. Sua dedicação, sua coragem, seu nobre e silencioso heroísmo resultaram nessa obra que é o maior monumento histórico e literário, construído dia a dia, para exaltar o esforço povoador, o trabalho e a energia, o heroísmo, o espírito e a tradição de Pernambuco.

Pereira da Costa conseguiu essse admirável milagre de realizar, sozinho e pobre, uma obra que pelo vulto, pela importância e pela extensão transcedente do esforço de um indivíduo para assemelhar-se ao de toda uma corporação. Esse milagre ele conseguiu pelas suas qualidades pessoais de tenacidade, resistência, dedicação, capacidade de trabalho e, sobretudo, pelo muito amor que votava a Pernambuco. Sua obra é o milagre do amor. De amor à sua terra e à sua gente.

 

 Obras

Deixando inéditos os Anais pernambucanos e o Vocabulário pernambucano, Pereira da Costa escreveu e publicou:


• Modesto monumento à memória de Demétrio Acácio de Albuquerque Melo

• Escorço biográfico do desembargador Nunes Machado

• Dicionário biográfico de pernambucanos célebres

• Comarcas da província de Pernambuco

• Mosaico pernambucano

• Pernambuco ao Ceará

• Notícia sobre as comarcas da província do Piauí

• Relatório sobre as bibliotecas dos conventos do Recife e de Olinda

• Cronologia histórica do estado do Piauí

• A ilha de Fernando de Noronha

• Enciclopediana brasileira

• A idéia abolicionista em Pernambuco

• Bispos de Olinda

• Viaturas coloniais

• Ruas do Recife

• Teatro Santa Isabel

• Em prol da integridade do território de Pernambuco

• Seleta pernambucana

• Notícia histórico-topográfica da povoação do Poço da Panela

• Memória justificativa do direito que assiste à municipalidade do Recife sobre o edifício em que funciona o foro da capital

• Quarto centenário do descobrimento de Pernambuco

• Carta de Pero Vaz de Caminha

• Pernambuco nas lutas emancipacionistas da Bahia

• Notícia histórica sobre a igreja de Nossa Senhora do Rosário da Boa Vista

• A verdadeira naturalidade de dom Antônio Felipe Camarão

• Origens históricas da indústria açucareira em Pernambuco

• Contradita às pretensões do município baiano de Curaçá sobre a Passagem da Boa Vista no rio São Francisco

• Notícia biográfica do doutor Antônio Morais e Silva, autor do primeiro dicionário da língua portuguesa

• João Fernandes Vieira à luz da história e da crítica

• Dom Antônio Felipe Camarão – última verba

• Homenagem à Benemérita Sociedade dos Artistas Mecânicos e Liberais de Pernambuco do Liceu de Artes e Ofícios no dia do 50º aniversário da sua instalação

• Sinopse dos trabalhos legislativos da Câmara dos Deputados do Estado de Pernambuco na sessão ordinária de 1892

• Folclore pernambucano

• O algodão em Pernambuco

• Eleições em Pernambuco

• Restos mortais de João Fernandes Vieira

• Estabelecimento e desenvolvimento da imprensa em Pernambuco

• Bento Teixeira Pinto

• As portas do Recife e o arco da capela do Bom Jesus

• Relatório sobre os arquivos públicos de Olinda

• História do teatro em Pernambuco

• A Inquisição em Pernambuco

• Donatários, capitães-mor e governadores de Pernambuco

• Pedro Álvares Cabral

• As artes em Pernambuco

• Primeiras observações meteorológicas no Brasil

• O passo do fidalgo

• Duas instituições inglesas em Pernambuco

• O governo holandês

• O governo republicano de 1817

• Confederação do Equador

• Governo de Pernambuco de 1821 a 1889

• Investigações sobre a mineralogia, flora e fauna de Pernambuco

• A poesia na revolução de 1817

• Causas eficientes da emancipação de Alagoas

folcpe

Em 1974, o Arquivo Público Estadual, de Pernambuco, publicou a primeira edição autônoma do Folclore pernambucano, de Pereira da Costa.

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