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Formiguinha lá da roça enlouqueceu
De uma dor de cabeça que ela deu
Arrocha, arrocha, formiguinha
Bota as mãos nas cadeiras
E faz assim, assim, assim.
(requebros)

De longe eu vi
Um coqueiro do mar
O coqueiro balançou (imitando)
Para fazer ta-ra-ta-tá.

Sabiá bebeu, bebeu
Sabiá bebeu licor
Sabiá tocou corneta
Sabiá paixão de amor.

Ô braum, braum, braum
Quem mandou fui eu
Aqui dentro desta roda
Todo amor é meu.

A cotia tá com dor de dente
É de tanto comer doce quente
Oh! Meu senhor
O que você queria
Se não tem dinheiro
Pra comer cotia?

Lagarta pintada
Quem foi que te pintou
Foi a velha cachimbeira
Que por aqui passou
No tempo da areia
Fazia poeira
Puxa lagarta
Na tua orelha.

É cantada em roda, com todos sentados no chão, segurando as orelhas do vizinho.

OLIVEIRA, Noé Mendes. Folclore Brasileiro: Piauí, Funarte, 1977

Camelião, olha o rabo dele
Segura aqui nele
Se não tu cai
O cachimbo é de barro
É de samburá

Canta-se em fila, fazendo evoluções, cada um segurando na cintura do outro.

Catavento

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